Novo matinal da Globo reunirá time de "sem-programa"

O que Patrícia Poeta, Zeca Camargo e Ana Furtado têm em comum? Os três, atualmente, estão fora do ar. Patrícia deixou o Jornal Nacional para se dedicar a um projeto de entretenimento, enquanto Zeca Camargo e Ana Furtado ainda estão sem um palco para chamar de seu depois que ambos deixaram o Vídeo Show. Pois, em breve, estes três apresentadores deixarão de ser “sem-programa” e se juntarão à André Marques, Cissa Guimarães e Thiago Leifert numa nova atração matinal da Globo.

André Marques, que bate ponto no SuperStar, e Cissa Guimarães, que atualmente comanda um quadro no Vídeo Show, agora ganham um novo espaço, enquanto Thiago Leifert deve deixar o Globo Esporte e pular de vez do jornalismo ao entretenimento. Segundo informações da coluna Outro Canal, da Folha de S. Paulo, o novo programa será exibido nas manhãs de sábado, ao vivo, com cerca de três horas de duração, e com dois apresentadores por semana se revezando e abordando temas como saúde, comportamento, beleza e gastronomia.

Ou seja, o novo programa deve ser uma espécie de “mix” do Mais Você, Bem Estar e Encontro com Fátima Bernardes, matinais diários da programação da Globo. Lembra que havia a ideia de apresentar estes mesmos programas aos sábados, com apresentadores substitutos? Pois bem, tal ideia foi abortada, mas se a nova atração vai mesmo falar de saúde, comportamento, beleza e gastronomia, como afirmou a colunista da Folha de S. Paulo, então ele virá com pautas semelhantes às abordadas por Ana Maria Braga e cia.

Faz tempo que a Globo tem buscado um novo programa para exibir nas manhãs de sábado, no lugar da TV Globinho, e agora parece que a coisa está mesmo sendo encaminhada. E é bom perceber que o canal quer aproveitar talentos que estão atualmente fora do ar, ou em trabalhos esporádicos, como Zeca, Patrícia e Cissa. Só acho meio estranha a ideia de promover um rodízio de duplas na condução da atração. Por que não então escalar apenas dois apresentadores e colocá-los todos os sábados? Ou então aproveitar os seis mesmo, em funções variadas, mas todas as semanas? Caso contrário, cada um só deve aparecer no programa uma vez ao mês. Bom, vamos ver como será este revezamento na prática.

E assim, finalmente, a programação infantil da Globo estará definitivamente morta e enterrada. Com o fim da TV Globinho, a emissora não terá mais uma faixa de programação destinada às crianças. Os infantis da Globo, que por anos ocupavam quatro horas da grade nas manhãs de segunda a sábado, e foram reduzidas para as manhãs de sábado desde que Fátima Bernardes ganhou seu matinal, agora somem de vez. O estranho é que, mesmo com o fim decretado da faixa de desenhos, a emissora ainda segue adquirindo animações. A mais recente foi a série baseada em Alvim e os Esquilos. Ou seja, comprar pra não exibir...



Escrito por André San às 18h23
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Séries em Série: "Law & Order: SVU" traz crossover de "Chicago P.D." e "Chicago Fire"

O Canal Universal exibe no dia 26 de maio, terça-feira, às 23h, o 20º episódio inédito da 16ª temporada de Law & Order: Special Victims Unit, que conta com a participação de Dallas Roberts (Clube de Compras Dallas). Devido à exibição de crossover, o episódio será exibido em horário alternativo apenas nesta semana. Em "Daydream Believer", um sequestrador leva sua vítima presa no carro pela estrada. Em uma loja de conveniência, o homem compra um vidro de esmalte verde, marca que deixa em suas vítimas. Um homem suspeita que há algo de errado com o carro do criminoso, mas ele despista as perguntas.

Na Unidade de Inteligência, em Chicago P.D., os detetives descobrem que uma de suas colegas de trabalho está desaparecida e, logo, encontram pistas do caminho que o sequestrador dela pode ter tomado. Quando chegam ao veículo que rastrearam, descobrem que o criminoso trocou a placa de seu carro com a de um inocente.

Na Unidade de Vítimas Especiais, Olivia (Mariska Hargitay) recebe a notícia do sequestro. As duas unidades estão trabalhando no caso juntas. Outras vítimas, do mesmo criminoso, foram violentadas sexualmente e morreram queimadas após o abuso. Em todas elas, ele utilizou um esmalte verde para deixar sua marca.

Os detetives rastreiam o caminho que o assassino está tomando e descobrem que ele está em direção à Nova York. Na manhã seguinte, os oficiais de Chicago chegam à Nova York e encontram o carro que o homem estava utilizando. À tarde, os detetives descobrem duas mulheres brutalmente atacadas, mas nenhuma delas é a colega deles. No entanto, há evidências de que as duas vítimas são do mesmo sequestrador que procuram.

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Escrito por André San às 18h22
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"Acredita na Peruca" e a movimentada faixa de humor do Multishow

Em seus últimos anos de vida, a falecida MTV Brasil abraçou o chamado “novo humor”, abrigando jovens humoristas vindos do stand up e da internet em programas engraçados e que revelaram muita gente. Pois o Multishow parece ter herdado da extinta emissora esta “pegada” do humor, mas, além de revelar gente, também tem se colocado como novo lar de figuras já consagradas.

Digo isso porque ontem, 18, entrou no ar Acredita na Peruca, sitcom protagonizado por Luiz Fernando Guimarães. O ator, que por anos era figurinha carimbada na Globo, participando de novelas, séries, programas de humor e especiais, agora debuta na TV paga. E se o ator era acusado por muita gente de fazer sempre o mesmo personagem, sua volta à TV surpreendeu, pois o colocou num tipo inédito: ele agora vive uma mulher, Eleonora, uma falida e desbocada senhora que decide abrir um salão de beleza. Se o texto do episódio de estreia não foi lá dos melhores, a graça do piloto de Acredita na Peruca foi mesmo a performance de Guimarães, que divertiu o espectador e se divertiu ao ligar a metralhadora verborrágica da madame.

Assim que a primeira temporada de Acredita na Peruca chegar ao fim, entrará no ar Partiu Shopping, outra sitcom que marca a volta de outro consagrado humorista que andava meio sumido: Tom Cavalcante. Depois de anos na Globo e mais outro tanto na Record, Tom ficou um bom tempo longe das telinhas, mas agora retorna para viver um novo tipo, o Gildo, segurança de um shopping center onde a história se passa. Assim como Acredita na Peruca, Partiu Shopping terá como cenário um único ambiente, e é gravado diante de uma plateia. Trata-se de um formato que está em alta no Multishow, já que Vai que Cola e Trair e Coçar É Só Começar também usam do expediente. Nada contra, mas bem que as produções destes programas poderiam perceber que não faz sentido focalizar a plateia a cada 30 segundos. Deixa o espectador acreditar naquele cenário um pouco!

Além de Luiz Fernando Guimarães e Tom Cavalcante, o Multishow também terá em seu elenco outros nomes conhecidos do humor nacional. A mais recente aquisição é Katiucia Kanoro, a eterna Lady Kate do Zorra Total, que deve ter um programa de esquetes a ser lançado ainda neste ano. Ceará, ex-Pânico e a trupe do extinto Casseta e Planeta serão os próximos. Todos eles se juntam a outros humoristas que o grande público também já conhece, como Tatá Werneck e Fabio Porchat, do Tudo Pela Audiência, ou Paulo Gustavo, do Vai que Cola, ou ainda os atores Cassio Scapin e Márcia Cabrita, em Trair e Coçar É Só Começar. Aliás, esta é a parte boa de as produções nacionais estarem em alta na TV paga, pois se abre um importante espaço para nomes que andavam meio distantes da telinha.

É bem interessante (e também questionável) como o Multishow vem levando esta sua faixa de humor. Todas estas atrações são exibidas na grade diária, com pacote de episódios fechados, o que as levam a ficar no ar por cerca de um mês, ou até menos. Acredita na Peruca sucede Tudo Pela Audiência e será sucedido pelo Partiu Shopping, que, depois, deve abrir espaço para novas temporadas de Vai que Cola e Trair e Coçar. A exibição diária ajuda a fidelizar o público, mas também pode enjoar. O Tudo Pela Audiência mesmo, sempre diverte no início da temporada, mas passa a soar repetitivo nos episódios finais, o que não aconteceria tão facilmente se fosse ao ar semanalmente. E já imaginou que grade poderosa o Multishow teria se exibisse todos estes programas uma vez por semana? A vantagem da exibição diária é que o programa demora mais a voltar ao ar entre uma temporada e outra, o que acaba despertando saudades em seus fãs e, consequentemente, aumenta a expectativa de seu retorno. 



Escrito por André San às 20h41
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TV Paga: "Sexo Frágil" está de volta no Viva

Um quarteto de amigos se esforça para entender o universo feminino em Sexo Frágil, seriado que volta ao Viva nesta sexta, dia 22 de maio, às 23h. Protagonizada por Bruno Garcia, Wagner Moura, Lázaro Ramos e Lúcio Mauro Filho, a produção de 2003 é inspirada na peça O Homem Objeto, baseada na obra de Luis Fernando Veríssimo. A direção-geral é de João Falcão.

A cada episódio, novos dilemas de Edu (Wagner Moura), Fred (Lázaro Ramos), Alex (Bruno Garcia) e Beto (Lúcio Mauro Filho), que vivem confusos entre a postura tradicional do homem na sociedade e seus desejos. O grupo pensa em ser mais flexível, emotivo, e, até mesmo, adepto da famosa "DR" (discussão de relacionamento).

Com bom humor, o seriado trata das incertezas e mal-entendidos das relações masculinas e femininas. Para retratar situações do dia a dia, principalmente do comportamento do homem em relação a uma nova mulher, mais independente e moderna, os atores se caracterizam como personagens do sexo oposto. Par perfeito, ciúmes e insegurança, tentativas de conquistar uma mulher e a busca pela eterna juventude são alguns dos temas debatidos no programa.

Ao longo de duas temporadas, Sexo Frágil contou com a participação de Thiago Fragoso, Dado Dolabella, Vladimir Brichta, Zéu Brito, Aramis Trindade, Edmilson Barros e Caio Junqueira, entre outros convidados especiais.

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Escrito por André San às 20h39
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"I Love Paraisópolis" tem estreia promissora

Há pelo menos uns quinze anos, a Globo mais erra do que acerta no horário das sete. Dá pra contar nos dedos das mãos os sucessos retumbantes da faixa no período, como Da Cor do Pecado, Caras & Bocas, Ti Ti Ti e Cheias de Charme, mas será necessário o auxílio dos dedos dos pés para contar as tramas mornas e os fracassos homéricos. Por isso mesmo, é de se admirar o atual cenário, que, ao que tudo indica, a emissora emplaca duas tramas em sequência. Tá, Alto Astral não foi bem um sucesso retumbante, mas teve o mérito de levantar o horário. E I Love Paraisópolis, que estreou na última semana, dá sinais de que pretende manter e ampliar este público herdado pela trama de Daniel Ortiz.

As primeiras impressões foram as melhores possíveis. Os autores Alcides Nogueira e Mário Teixeira mostram que têm uma boa história em mãos, um folhetim rasgado e despudorado da melhor qualidade. Na verdade, os autores bebem da fonte que consagrou Cheias de Charme, o último grande sucesso do horário, ao atualizar o bom e velho conto de fadas. Se na trama de Filipe Miguez e Isabel de Oliveira, as “gatas borralheiras” eram três empregadas domésticas que se tornam estrelas da música, em I Love Paraisópolis a história é recontada por meio de Mari (Bruna Marquezine) e Danda (Tatá Werneck), que deixam a comunidade de Paraisópolis, em São Paulo, para tentar a sorte em Nova York, nos Estados Unidos.

Mari é a gata borralheira da vez, com direito ao príncipe encantado Benjamin (Maurício Destri) e à bruxa má Soraya (Letícia Spiller) em seu encalço. Ele é um rico arquiteto que sonha em reurbanizar Paraisópolis, enquanto ela é a mãe superprotetora, que odeia favela e, claro, jamais aceitará a união do filho com uma moradora da comunidade. Além de Soraya, Mari ainda terá que enfrentar Margot (Maria Casadevall), a ex-noiva de Benjamin.

Nesta primeira semana de I Love Paraisópolis, tudo funcionou direitinho. A apresentação dos personagens foi bem-feita e a trama se desenrolou num ritmo interessante. A comunidade de Paraisópolis como cenário funciona e traz um frescor à TV. Tudo bem que favela nas novelas já não é mais novidade e parece ser a ordem da vez, mas na trama das sete o cenário funciona no vídeo e aparece como um elemento agregador, afinal explora bem as nuances de uma comunidade que abriga uma ampla diversidade cultural. Sem dúvidas, grande acerto dos autores, que até faz a gente perdoar o título pavoroso da obra.

O elenco jovem foi muito bem escolhido. Bruna Marquezine funciona como mocinha e está à vontade como Mari. Tatá Werneck tem uma persona tão forte que é meio difícil enxergá-la como um personagem, mas, mesmo assim, ela tem feito uma boa dobradinha com Bruna, servindo como contraponto cômico à mocinha romântica. Mari e Danda funcionam como uma dupla que se completa. Maurício Destri, aposta da trama, aparece como um promissor mocinho. Está bem. E Maria Casadevall já havia mostrado a que veio em Amor à Vida e está ótima como Margot, uma figura que, até aqui, apareceu como uma personagem tridimensional, e não apenas uma antagonista. Letícia Spiller surge canastrona como a vilã, mas não vejo isso como algo ruim. Afinal, Soraya é praticamente uma vilã de novela mexicana (gente, ela se chama Soraya!) e exige cores mais fortes. Ruim mesmo é Henri Castelli, inexpressivo como Gabo, comparsa e marido de Soraya.

São muitas qualidades de I Love Paraisópolis, mas cabe questionamentos. Primeiro, como foi dito acima, favela parece ser mesmo a ordem da vez nas novelas da Globo. OK. Mas por que toda mocinha favelada tem que ser barraqueira? Morena (Nanda Costa), de Salve Jorge, Regina (Camila Pitanga), de Babilônia, e, agora, Mari de I Love Paraisópolis, todas adoram uma briga na rua. Precisa mesmo disso? Alguém aí se lembra de Joana (Maytê Piragibe), mocinha de Vidas Opostas, da Record, que, salvo engano, foi a primeira novela brasileira na qual a favela aparecia como cenário principal? Pois ela era tão batalhadora e esperançosa como suas atuais colegas, mas estava longe de ser barraqueira. E também não era uma chata de galochas, como boa parte das mocinhas costuma ser. Ou seja, Marcílio Moraes, lá atrás, já mostrou que mocinha favelada não é sinônimo de mocinha barraqueira. Mari luta Muay Thai, ok, mas não precisa sair gritando e batendo em todo mundo.

Segundo: não é favela demais? Já temos o Morro da Babilônia na novela das nove e Paraisópolis na novela das sete, e até Malhação tem núcleo numa comunidade. Daqui uns meses, teremos A Regra do Jogo, de João Emanuel Carneiro, que também terá uma favela como cenário. Tal expediente pode cansar. Variedade de temáticas, cenários e estilos é sempre interessante.

I Love Paraisópolis quebrou uma tendência de estreias em queda e registrou bons índices de audiência em toda a sua primeira semana, mostrando que agradou ao grande público logo de cara. Divertida, colorida e descompromissada, a trama tem tudo para ser bem-sucedida em sua missão de entreter o público das sete. Vamos acompanhar. 



Escrito por André San às 13h40
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Séries em Série: Em "Grimm", um mito nativo americano ganha vida

O Canal Universal exibe no dia 18 de maio, segunda-feira, às 22h, o 18º episódio inédito da quarta temporada de Grimm. Em "Mishipeshu", Nick (David Giuntoli) e Hank (Russell Hornsby) chegam à casa de Monroe (Silas Weir Mitchell) e Rosalee (Bree Turner) para um jantar.

Nick diz que não pode fingir que Juliette (Bitsie Tulloch) não está lá fora e precisa procurá-la. O detetive sai em busca da amada e Rosalee acredita que ela e Hank precisam conversar com o Capitão Renard, porque ele tem o livro que causou a transformação de Juliette e, nele, poderia haver uma cura. Enquanto isso, Juliette chega em um bar e Rick (Nick Ferrucci) se oferece para comprar uma bebida para a hexenbiest. O rapaz tenta flertar e diz à Juliette que ela é atraente. Então, ela se transforma e o ataca e, com isso, o dono do bar diz que vai chamar a polícia.

No colégio, Carver, o zelador, está polindo o piso quando ouve a porta da frente abrir. Quando se vira, ele é atacado e morto. Na manhã seguinte, o sargento Wu (Reggie Lee) encontra Nick e Hank na escola. Lá, eles se deparam com a xerife Farris (Toni Trucks), que também está investigando o caso. Quando os policiais falam com a diretora da escola ela conta que, em um dos casos estranhos que aconteceram ultimamente no local, Simon George (Booboo Stewart), um garoto nativo americano, foi vítima de insultos raciais.

Nick, Hank e Farris deixam a escola e desconfiam que pode ser um caso de vingança, já que Simon pensa que o zelador estava envolvido com os insultos. Enquanto isso, no meio de uma floresta, o garoto nativo americano acorda com sangue em torno de sua boca. Enquanto bebe água de um lago, vê o reflexo do espirito Mishipeshu em vez do dele, e se assusta.

Contato: andresantv@yahoo.com.br . 



Escrito por André San às 13h39
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Xuxa deve ocupar noites de segunda na Record

As notícias sobre o novo programa de Xuxa Meneghel na Record não param de mudar. Primeiro, ela faria um vespertino diário. Depois, cogitou-se encaixá-la de manhã. Aí, em seguida, veio a ideia de um semanal noturno, algo que veio ao encontro do que a apresentadora queria. Inicialmente, este semanal seria às quartas, batendo de frente com o futebol da Globo. Mas parece que já mudou de novo e, segundo Flavio Ricco, colunista do UOL, Xuxa deve ocupar as noites de segunda da Record.

Ainda segundo Ricco, o Programa Xuxa Meneghel deve estrear no dia 3 de agosto, às 22h30. Com direção-geral de Mariozinho Vaz (que dirigiu o TV Xuxa, na Globo, por alguns anos), a atração deve vir mesmo inspirada no talk show de Ellen DeGeneres, com entrevistas, musicais e jogos com a plateia. Assim como Gugu e Domingo Show, o programa de Xuxa também ficará aos cuidados do departamento de jornalismo da emissora (leia-se Douglas Tavolaro) e será gravado no RecNov, complexo de estúdios da Record no Rio de Janeiro.

Sendo assim, ao que tudo indica, a Record mirou na Ellen DeGeneres, mas acabou acertando mesmo em Hebe Camargo. Afinal, um programa no qual a apresentadora recebe seus convidados num sofá e apresenta outras atrações numa noite de segunda-feira remete, imediatamente, ao saudoso programa que Hebe comandou por anos no SBT. Hebe, nos últimos anos, ocupou também as noites de terça e sábado no SBT e apresentou seu último programa nas noites de terça da RedeTV, mas segunda foi realmente o dia que a marcou mais. Uma inspiração válida, diga-se. Afinal, até mesmo Hebe chegou a dizer, em entrevistas, que via em Xuxa uma espécie de sucessora.

Comparações à parte, o que se pode concluir, desde já, é que a Record está mesmo interessada em fortalecer sua linha de shows com programas de auditório. Xuxa ocupando suas noites de segunda significa que as noites de terça a quinta seguirão nas mãos de Gugu Liberato (cogitou-se que ele cederia as quartas para Xuxa, o que não aconteceu). E já surgiram boatos de que o Programa da Sabrina, atualmente no ar aos sábados, poderia migrar para a noite de sexta-feira. A Record nega, mas, caso haja alguma possibilidade de isso acontecer, a Record teria programas de auditório noturnos de segunda a sábado: Xuxa Meneghel às segundas, Gugu de terça a quinta, Programa da Sabrina às sextas, e Legendários aos sábados.

Ideia interessante, mas um tanto arriscada. Afinal, a Record já tem programas de auditório que se parecem: há grande diferença entre Sabrina, Domingo Show e Hora do Faro, por exemplo? Se cada uma de suas atrações não tiver um diferencial, corre-se o risco de superlotar a grade com conteúdo semelhante e enjoar o público. Além disso, é realmente muito esquisito a Record entregar vários de seus programas de variedades ao jornalismo. Domingo Show e Gugu são programas jornalísticos? Por que cargas d’água são comandados pelo jornalismo? Dá até medo de pensar no que pode acontecer com Xuxa...



Escrito por André San às 18h24
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Tele-Sessão: Megapix apresenta "Especial Amaldiçoados"

Na segunda-feira, 18 de maio, o Megapix apresenta o Especial Amaldiçoados, com uma seleção especial de filmes de suspense, ação e muito terror. Vão ao ar em sequência Amaldiçoados (18h35), A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça (20h30) e Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança (22h30).

O terror Amaldiçoados abre o especial. Numa noite de lua cheia, um lobisomem ataca os irmãos Elle (Christina Riccie) e Jimmy (Jesse Eisenberg) numa estrada em Los Angeles. Aos poucos, eles se sentem mais poderosos, com sentidos mais aguçados e mais sedutores. Percebendo que são lobisomens também, eles precisam quebrar a maldição, matando a criatura que os mordeu.

Logo depois, vai ao ar A Lenda do Cavaleiro sem Cabeça. Em 1799, uma série de crimes acontece no pequeno vilarejo de Sleepy Hollow. O excêntrico detetive nova-iorquino Ichabod Crane (Johnny Depp) é chamado para investigar o caso. Mas os métodos investigativos dele serão postos à prova ao enfrentar um criminoso que parece ser sobrenatural.

E para fechar a sequência tem Motoqueiro Fantasma: Espírito de Vingança. Depois de um tempo recluso na Europa, Johnny Blaze (Nicolas Cage) embarca em uma nova missão, a fim de se livrar da maldição de ser o Motoqueiro Fantasma. Desta vez, ele precisa impedir que o próprio Demônio (Ciaran Hinds) sequestre um garoto de 10 anos (Fergus Riordan) que pode ser a única esperança da humanidade contra as trevas.

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Escrito por André San às 18h23
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“Babilônia” muda, segue em baixa e será encurtada

Não anda fácil a vida de Babilônia. Em pleno ano de seu cinquentenário, a Globo encontra sérias dificuldades em emplacar seu principal produto. Em baixa no Ibope, a trama de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga vem passando por uma série de mudanças em busca do público perdido. Já houve trajetórias modificadas, como a de Alice (Sophie Charlotte), que ia ser prostituta e virou mocinha romântica, e até antecipação de revelação de segredos, como o passado de Inês (Adriana Esteves).

Como se não bastasse, a trama de Babilônia sofreu ainda uma grande acelerada de acontecimentos. Depois de um primeiro mês morno, a história andou a passos largos: Inês divulgou o vídeo que desmascarava Beatriz (Gloria Pires), o que fez com que Regina (Camila Pitanga) passasse a desconfiar que a vilã é a assassina de seu pai. Assim, finalmente, Babilônia entrelaça a saga das três protagonistas, algo prometido desde o início, mas que havia ficado em banho-maria.

Outra mudança de percurso está prestes a acontecer, desta vez com o personagem de Marcos Pasquim. Carlos Alberto, a princípio, seria um “gay no armário” e se envolveria com Ivan (Marcelo Mello Jr), mas teria medo de assumir publicamente este relacionamento e se indispor com o filho homofóbico. Porém, segundo o site Notícias da TV, a trajetória de Carlos Alberto mudou: agora ele é hétero e não se envolveu com mulher nenhuma ainda porque carrega o trauma de ter matado sua esposa num acidente de carro. Assim, o treinador de Diogo (Thiago Martins) irá se encantar mesmo pela irmã de seu pupilo, a mocinha Regina. Ao que tudo indica, a mudança acontece para evitar barulho semelhante ao provocado pelo casal formado por Tereza (Fernanda Montenegro) e Estela (Nathalia Timberg).

E tem mais: outros personagens, que ainda não entraram, também podem ser modificados. Antes de Babilônia entrar no ar, foi divulgado que Herson Capri viveria Osvaldo, um traficante do Morro da Babilônia que estaria preso. Ele seria amante de Valeska (Juliana Alves) e passaria a morar no edifício Sereia do Leme quando deixasse a prisão. No entanto, a jornalista Patricia Kogut, de O Globo, noticiou na semana passada que o ator entrará na história como Otávio, o novo diretor de operações da Souza Rangel que, no passado, teve um caso com Beatriz. Com isso, o núcleo do Sereia do Leme, que ainda teve pouco espaço na trama, deve se apagar de vez. E vale lembrar que Herson Capri foi inicialmente pensado para ser Evandro, mas Gilberto Braga achou que o personagem poderia ficar semelhante ao último papel do ator, na novela Em Família, e optou por trocá-lo por Cássio Gabus Mendes.

Mesmo com esse monte de alterações, Babilônia ainda não respira aliviada. Ensaiou uma recuperação nos momentos de tensão envolvendo a derrocada de Beatriz, mas ainda está bem abaixo do trilho esperado. Por isso mesmo, segundo fontes diversas, a trama será encurtada. A Regra do Jogo, de João Emanuel Carneiro (ex-Favela Chique), deve estrear em agosto, e não mais em setembro, como previsto. Assim, teríamos de volta o Comendador, ou melhor, Alexandre Nero, que ainda nem saiu da memória do espectador de Império. Mesmo assim, a melhor solução é mesmo encurtar Babilônia. Afinal, são tantas mudanças que a trama começa a virar um “samba do crioulo doido”, e, na tentativa de atrair mais público, corre o risco de perder o público que já tem. 



Escrito por André San às 18h19
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TV Paga: MTV lança nova temporada de "Adotada"

Modelo, produtora e hostess de semanas de moda e baladas disputadas em São Paulo, a ruiva Maria Eugênia Suconic, 27 anos, é do tipo que não tem medo de dizer o que pensa. Sem papas na língua, dona de uma personalidade forte e de um humor por muitas vezes sarcástico, Mareu – como é chamada pelos mais próximos – volta para uma temporada de Adotada. O programa, que foi uma das grandes apostas da MTV em 2014 - assistido por mais de cinco milhões de pessoas - mostrou Maria Eugênia Suconic sendo adotada por famílias diferentes e agradou ao telespectador.  O reality ficou entre o TOP 5 do canal e expandiu fronteiras, sendo também exibido em Portugal. A nova temporada estreia em 12 de maio, terça-feira, às 21h30.

Cada um dos 13 episódios do programa mostra a convivência (nem sempre) pacífica entre Maria Eugênia e as famílias que a adotaram. Por uma semana, ela vive nestas casas e é incorporada à rotina e aos hábitos de cada uma delas. Em sua nova jornada, Mareu passa por lares dos mais diferentes estilos no Brasil. A modelo irá trabalhar em um food truck, terá uma irmã neurótica e controladora, será a 6ª filha de uma família, terá que gerir uma pousada em Canoa Quebrada (Ceará) e também vai ser adotada por uma família onde todo mundo é gay.

A novidade desta segunda temporada é que os melhores tweets serão exibidos nos intervalos do programa com a hashtag #AdotadaMTV.

Mareu se destacou em Papito in Love, reality show protagonizado pelo roqueiro Supla, que é também seu ex-namorado, e exibido em 2013 pela MTV. Em Adotada, um spin-off de Papito, Maria Eugênia apimenta a rotina de famílias dos mais diferentes estilos de vida e que se dispõem a adotá-la por uma semana. Adotada é uma coprodução da MTV e da Dínamo Filmes.

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Escrito por André San às 18h18
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"Alto Astral" termina com missão cumprida

Depois de um tempo patinando no Ibope do horário das sete com tramas experimentais, a direção da Globo resolveu apostar no bom e velho feijão com arroz e se deu bem. Alto Astral terminou na noite de ontem, 08, com o mérito de reverter a tendência de queda da faixa. Além disso, teve o mérito de apresentar novos rostos e, ainda, revelar um novo autor, Daniel Ortiz, que estreou com o pé direito ao se basear na sinopse da saudosa Andrea Maltarolli, autora da simpática Beleza Pura.

Alto Astral estreou cercada de dúvidas. Afinal, o que sempre se revelava sobre seu enredo era de que se tratava de uma novela sobre um médico que conversava com espíritos. Algo vago e até meio boboca. Ao entrar no ar, o público percebeu que, a princípio, os espíritos não tinham lá tanto destaque, e a espinha dorsal da história era centrada numa das linhas mais básicas da dramaturgia: dois irmãos disputando uma mocinha. Caíque (Sérgio Guizé), o tal médico que conversa com espíritos, é o mocinho que se apaixona pela mocinha Laura (Nathalia Dill) sem saber que ela é namorada de seu irmão, o malvado Marcos (Thiago Lacerda). Estabelecido o triângulo inicial, Alto Astral se mostrou como uma trama convencional.

Aos poucos, no entanto, os espíritos foram surgindo na história. Eram vários e donos de tramas distintas. Havia Castilho (Marcelo Médici), guia espiritual de Caíque; Morgana (Simone Gutierrez), uma espécie de “espírito zombeteiro” responsável pelas previsões da charlatã (pero no mucho) Samantha Paranormal (Claudia Raia); Salvador (Rodrigo Lopez), chef que fazia com que Afeganistão (Gabriel Godoy) surpreendesse com seus dotes culinários; e Dirce (Marianna Armelinni), mocinha que não sabia que estava morta, segredo bem guardado pela sua mãe, também um espírito, Meire (Débora Olivieri). Tantas tramas protagonizadas por almas poderia descambar para a bobagem pura e simples, mas acabou se mostrando como um divertido recurso, até porque a temática era toda tratada com humor, sem nenhum tipo de panfletagem religiosa.

Enquanto Caíque lidava com espíritos e seu irmão psicopata, Laura carregava seu próprio drama: a busca incessante por sua mãe. A trama teve um início frágil, afinal, era difícil de engolir a investigação da jornalista e sua recusa em fazer um simples teste de DNA. Graças a uma foto do passado, Laura tinha quatro suspeitas, e as investigou ao longo de toda a trama: Tina (Elizabeth Savalla), Úrsula (Silvia Pfeifer), Adriana (Totia Meirelles) e Kitty (Maitê Proença). O mistério permeou toda a história, com as investidas de Laura seguida do “descarte da suspeita”, até chegar a uma solução falsa, quando Úrsula confessou ser mãe da mocinha. Na reta final, no entanto, o mistério sofreu uma reviravolta, quando Samantha surgiu como uma quinta suspeita, e Úrsula confessou que mentia. Apenas na última semana a verdade foi revelada, e Maria Inês (Christianne Torloni), mãe adotiva de Caíque, foi anunciada como a mãe da mocinha. Uma solução inesperada e interessante, mas, mesmo assim, é questionável a decisão do autor de manter este mistério até o fim.

Mesmo recheada de clichês clássicos, Alto Astral conseguiu prender a atenção do público porque tinha protagonistas que funcionavam juntos e separados. Caíque e Laura lutavam contra as armações de Marcos, ao mesmo tempo em que ele lidava com sua mediunidade e ela cuidava de sua família e buscava por sua mãe. Muitos acharam o casal chato, mas não compartilho desta opinião: a história de amor deles era bonita e eles funcionavam juntos.

Mas, claro, eles nada seriam sem as tramas paralelas, que se mostraram uma grande força de Alto Astral. Duas delas foram particularmente felizes: as histórias de Tina e de Samantha Paranormal. Tina começou como uma mãe tradicional, mas logo ficou claro que ela carregava um segredo. E o segredo de Tina era, sim, interessante e surpreendente, ao contrário de tantos “segredos” que já vimos em diversas novelas (né, Boogie Oogie e “segredo da Carlota”?). Foi revelado que a tradicional mãe da periferia era, na verdade, uma mulher rica, que mantinha outra família noutra cidade. Trama interessante, já que sempre foi mais comum vermos um homem mantendo duas famílias em novelas. Quando a verdade foi revelada ao público, passamos a ser cúmplices de Tina, torcendo pra que ela se livrasse do marido mau-caráter Pedro (Kadu Moliterno) e se acertasse de uma vez por todas com Manuel (Leopoldo Pacheco).

Já Samantha Paranormal foi dona de uma “novela à parte”. De cores cômicas desde o início, Samantha entrou em cena como uma mau-caráter, que fingia prever o futuro e armava para que o futuro previsto realmente acontecesse, e também queria botar a mão na grana de sua mãe Marieta (Marilu Bueno). Ela também chegou a se unir ao vilão Marcos para separar Laura de Caíque. Mas, aos poucos, ela foi se distanciando da trama principal e seu lado cômico se sobrepôs ao lado vilã, e Samantha tornou-se protagonista de uma história à parte. Chegou a ir parar em Maktub, país árabe, onde se envolveu com o rei Mohamed (Igor Rickli). Depois, partiu rumo a uma jornada em busca de fama, riqueza e prestígio, numa trajetória que permitiu a Claudia Raia deitar e rolar, como só ela sabe. Além disso, a história de Samantha acabou se transformando numa merecida homenagem à atriz, relembrando suas principais personagens em novelas e programas de humor. Ao lado do parceiro Pepito (a revelação Conrado Caputto), Samantha Paranormal foi o grande destaque de Alto Astral.

Além de Conrado Caputto, Alto Astral trouxe também vários outros novos rostos, como o próprio Sérgio Guizé. O ator já havia chamado a atenção em Sessão de Terapia e Saramandaia, mas foi em Alto Astral que ele se revelou de vez ao grande público. Mônica Iozzi também já era um nome conhecido para quem a via como repórter do CQC, na Band, mas, em Alto Astral, ela se revelou uma boa atriz ao se desdobrar numa personagem “dois-em-um”: a patricinha Scarlett, que se transformava na humilde Cidinha. Ao lado de Nando Rodrigues, o Ricardo, e Gabriel Godoy, o Afeganistão, formou um divertido triângulo amoroso. Gabriel, aliás, foi outra grata presença, com seu Afeganistão e seus problemas com a “gramática”. O romance sobrenatural com Dirce foi a cereja do bolo de sua trajetória. Gabriel Godoy, um dos destaques da série O Negócio, da HBO, agora ganha o grande público.

Como nem tudo são flores, Alto Astral também teve seus pontos negativos. O vilão Marcos, por exemplo, foi dono de uma trajetória irregular, mesclando bons e maus momentos. E o triângulo formado por Maria Inês, Marcelo (Edson Celulari) e Úrsula não empolgou em nenhum momento. Úrsula acabou se destacando por fazer parte do mistério central da mocinha, mas Maria Inês e Marcelo ficaram apagados a maior parte da trama, só ganhando alguma relevância na última semana, quando descobriram ser os pais de Laura.

Mas o saldo é positivo. Alto Astral foi uma novela leve e despretensiosa, bem divertida e gostosa de se acompanhar. Daniel Ortiz mostrou-se um bom cronista, sobretudo na criação de ganchos e suspenses eficientes, e lidou bem com um tema que tinha tudo para ser boboca. Sua estreia como autor titular numa novela brasileira foi com o pé direito.



Escrito por André San às 12h21
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Mudando de Canal: RedeTV lança sua nova programação de sábado

A RedeTV parece estar sabendo usar bem o dinheiro que entra com o loteamento de grade para igrejas e programas de televendas, pois é o único canal aberto que tem investido em programação e contratações neste momento de crise. Ontem, a emissora lançou o Mariana Godoy Entrevista, talk show da jornalista Mariana Godoy, e hoje, 09, é a vez da estreia da Super Faixa do Esporte e do RedeTV! E-Games.

A Super Faixa do Esporte, que será exibido aos sábados, às 14h, pretende ser uma espécie de Show do Esporte, lendária atração da Band que ocupava toda a sua grade dominical, e traz um pacote de atrações esportivas de diversas modalidades, como vôlei, futebol e games. Com apresentação de Débora Vilalba e Luciano Faccioli, que assinaram com o canal nesta semana, o programa começa com um compacto das finais do evento SuperPraia de Vôlei de Praia Masculino e Feminino. Na sequência, Silvio Luiz (narração), Juarez Soares (comentários) e Luiz Ceará (reportagem) entram em campo para o início das transmissões do Campeonato Brasileiro Série B.

E, encerrando a Super Faixa do Esporte, o telespectador confere a estreia do RedeTV! E-Games, um programa multitela sobre tecnologia e jogos eletrônicos. Apresentado pela jornalista Claudia Carla, a atração traz equipes anônimas e mundialmente famosas se enfrentando ao vivo e online. A partir das 18h30, as disputas serão exibidas do começo ao fim no portal da RedeTV (www.redetv.com.br), com narração e comentários. Na TV, Claudia Carla comanda, a todo momento, flashes das competições enquanto mostra curiosidades e os principais lançamentos de games, recebe convidados da área de jogos e internet e comanda entrevistas exclusivas com representantes das maiores empresas de tecnologia e entretenimento do mercado.

A RedeTV tem feito um esforço interessante em seu jornalismo e esportes, desde que o setor passou a ser comandado por Franz Vacek. Seus programas jornalísticos têm primado pela qualidade, em contraponto à produção de gosto duvidoso de seu entretenimento. Por isso mesmo, merece cada vez mais espaço na grade. Falta agora à emissora um jornal matinal e um vespertino.

Contato: andresantv@yahoo.com.br . 



Escrito por André San às 12h19
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"Programa da Tarde" vai de mal a pior

Verdade seja dita: o Programa da Tarde jamais justificou sua permanência na grade da Record. O vespertino de Britto Jr e Ticiane Pinheiro se viu na corda bamba diversas vezes, mas acabou sendo “salvo” pelo comercial da emissora. Agora, resta saber se o faturamento da atração ainda está tão boa assim para seguir no ar, já que sua audiência não está das melhores. O SBT acertou com sua atual trinca de novelas e Maria Esperança, Coração Indomável e A Usurpadora garantem a vice-liderança da emissora de Silvio Santos, deixando o Programa da Tarde lá atrás.

Segundo matéria publicada no site RD1, até a última quinta-feira, 30, o Programa da Tarde teve média de 4,8 pontos contra 6,9 do canal de Silvio Santos. Há um ano, o placar era o oposto do atual cenário: 5,1 para a Record e 4,0 para as novelas. Ou seja, em doze meses, a atração caiu 10% e, recentemente, perdeu 20 minutos de duração para fugir da disputa com a reprise de A Usurpadora.

Desde sua estreia, o Programa da Tarde pena para formar seu público. Atualmente, sobrevive do quadro Patrulha do Consumidor, de Celso Russomanno, e o reality Além do Peso, cujos participantes devem perder peso durante a competição. No entanto, nem mesmo estes quadros se sustentam. O Patrulha costuma abrir o programa, que recebe boa audiência do Balanço Geral, mas não consegue manter tais índices. Até mesmo o Casos de Família e o Brasil Urgente, da Band, têm dado trabalho à atração da Record. Fraco de conteúdo, Programa da Tarde não faria falta caso saísse de cena.

Ao que tudo indica, a atração ainda permanece no ar apenas por falta de uma ideia melhor da Record para substituí-lo. Mas, pelo que a emissora tem feito, pode-se concluir que há sim, vontade de buscar um outro produto e mudar sua grade vespertina. Quando iniciou as negociações com Xuxa Meneghel, por exemplo, a ideia era entregar à “rainha dos baixinhos” um programa vespertino diário, o que encurtaria ou extinguiria o Programa da Tarde. No entanto, a direção da Record desistiu da ideia e o programa de Xuxa deve ser semanal, nas noites de quarta.

Mas, pelo andar da carruagem, não estranhem se, em breve, Luiz Bacci apareça com um programa capaz de substituir o Programa da Tarde. Afinal, o ex-“menino de ouro” mal voltou à emissora e já vem galgando seu espaço lá dentro. Quando voltou à Record, após sua curta e turbulenta passagem pela Band, Luiz assumiu o Balanço Geral matinal, que era exibido apenas em São Paulo, mas se tornará nacional a partir da próxima segunda-feira, 11. Com isso, ganha mais tempo de programa, extinguindo o jornal SP no Ar e diversos jornais locais exibidos por emissoras afiliadas da Record. É, o moço não está pra brincadeira... Te cuida, Britto Jr!



Escrito por André San às 18h16
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Tele-Sessão: Universal exibe especial em homenagem ao Dia das Mães

O Canal Universal exibe entre os dias 8 e 10 de maio, sexta-feira à domingo, uma maratona em homenagem ao Dia das Mães. O especial ainda conta com a estreia do filme A Mentira no dia 8 de maio, às 21h35, que conta com Emma Stone (O Espetacular Homem-Aranha), Amanda Bynes (Ela é o Cara) e Penn Badgley (Gossip Girl) no elenco.

No filme, Olive (Emma Stone) é uma estudante que ninguém nota, só sua melhor amiga, que a convida para passar um fim de semana acampando. Como Olive não quer ir, diz que terá um encontro. No próximo dia de aula, quando sua amiga lhe pergunta como foi o encontro ela diz que perdeu a virgindade. Marianne (Amanda Bynes), a religiosa da escola, ouve a mentira de Olive e a espalha para os demais alunos. Então, Olive passa a ser a garota mais popular, mas por uma mentira. A situação piora quando ela aceita a proposta de seu amigo gay para fingir ter um caso com ele para que deixe de ser perseguido. Então, Olive assume de vez a figura de promíscua da escola. Só que ela não podia imaginar até onde sua fama iria levá-la.

Veja abaixo os horários do especial em comemoração do Dia das Mães:

Dia 8 de maio, sexta-feira:

20h - Quero Ficar com Polly

21h35 - A Mentira

Dia 9 de maio, sábado:

20h - Separados Pelo Casamento

22h - Missão Madrinha de Casamento

0h - O Que Esperar Quando Você Está Esperando

Dia 10 de maio, domingo:

15h50 - Separados Pelo Casamento

17h45 - Missão Madrinha de Casamento

20h - O Que Esperar Quando Você Está Esperando

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Escrito por André San às 18h15
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Aos 50 anos, Globo "desengessa" "Jornal Nacional"

No ano em que completa 50 anos, a Globo tem se mostrado disposta a mexer em alguns medalhões de sua programação. Mesmo com o parco retorno da reforma do Fantástico, realizada no ano passado e que não durou, e também do Vídeo Show, que nunca acaba, a emissora segue revendo alguns de seus clássicos. Enquanto anuncia a estreia do novo Zorra, nova versão do Zorra Total (que, pelo vídeo divulgado, é mesmo um novo programa), o canal coloca no ar os novos cenários e formato do Jornal Nacional. Prestes a completar 46 anos, o principal noticioso da televisão brasileira passa por uma de suas principais mudanças.

Com formato anteriormente copiado dos jornais da CNN, o Jornal Nacional sempre se mostrou um jornal sisudo. Por anos sendo apresentado por locutores, o telejornal tratava dos assuntos do dia de maneira fria, sem nenhum tipo de espaço para comentários ou improvisos. Os locutores liam as manchetes, as matérias eram exibidas e, ao final da edição, o tradicional “boa noite!” encerrava os trabalhos. Eram praticamente robôs sem emoção, debruçados sobre uma bancada. Tanto que sempre surgiam piadas e lendas urbanas, sobre, por exemplo, o fato de Cid Moreira apresentar o programa trajando bermudas, afinal, suas pernas nunca eram vistas.

O Jornal Nacional ganhou novas cores apenas a partir dos anos 1990, quando uma grande reforma na programação jornalística da Globo resultou na retirada dos locutores na bancada e a entrada de jornalistas. William Bonner assumiu o comando, tanto como apresentador e editor, e a mudança imprimiu algumas modificações, como a interação entre apresentadores e repórteres, que se tornou mais comum a partir daí. Quando Fátima Bernardes, sua esposa, assumiu a bancada ao seu lado, o Jornal Nacional ganhou um toque humano, afinal, o espectador sabia que se tratava de um casal trabalhando lado a lado. Assim, o JN permitiu-se algumas liberdades, como nas coberturas de Copa do Mundo, nas quais Bonner brincava com um “onde está você, Fátima?”.

No entanto, nunca o Jornal Nacional mostrou-se tão desengessado quanto agora, nesta semana que acaba de se encerrar. Com novos cenários, o JN permitiu uma atitude simples, porém inédita: os apresentadores William Bonner e Renata Vasconcellos agora estão livres para circular pelo ambiente. Podendo sair da bancada, eles interagem com os repórteres por meio de grandes telões posicionados nas laterais do cenário, dando a impressão de que ocupam o mesmo ambiente dos colegas. Assim, permitem-se também se referir aos colegas de maneira mais descontraída. Além da interação com os repórteres, William e Renata também aparecem mais à vontade para interagirem um com o outro, tornando a apresentação do Jornal Nacional mais conversada.

A mudança parece puramente estética, mas não é. Quando os apresentadores e repórteres do Jornal Nacional exibem ao espectador seu lado mais humano, uma barreira é quebrada e o público se sente mais próximo da atração. Assim, o principal telejornal do país se adequa aos dias de hoje, nos quais não existem mais tantas barreiras que separam o espectador de um programa, um artista ou um apresentador. Vivemos num tempo de redes sociais, na qual todos agora portam-se como produtores e consumidores de conteúdo. O próprio William Bonner já havia ultrapassado esta barreira em suas redes, onde interage com bom humor com seus seguidores. Deste modo, o Jornal Nacional se livra de uma vez por todas de um formato antiquado, que já não fazia mais sentido atualmente. E a mudança parece ter agradado, já que o JN viu seus índices subirem com as novidades, revertendo uma tendência de queda. Bom sinal.

Obviamente, a emissora se preparou como podia para finalmente chegar ao novo formato do Jornal Nacional. Sempre conhecida pelo seu jornalismo engessado, a Globo tratou de ir, aos poucos, realizando mudanças no sentido de buscar mais informalidade. Isso começou, primeiro, nos jornais locais, como os Praça TV, e também nos programas esportivos, quando Thiago Leifert injetou humor no Globo Esporte. Ao mesmo tempo, o Jornal Hoje consagrou a descontração entre seus âncoras, quando Sandra Annenberg e Evaristo Costa passaram a conversar mais durante o jornal. Com os novos cenários, tanto do Jornal Hoje quanto do Jornal da Globo, lançados no ano passado, a bancada deixou se ser sagrada. Só então, a emissora tratou de levar estas características ao seu jornal principal.

Num momento em que a emissora completa 50 anos e mostra-se reflexiva sobre seu futuro, a mudança vista no Jornal Nacional veio para somar. Mostrou que é possível mudar e se modernizar sem perder sua essência. Mais do que isso: mostrou que a Globo, sempre vista como uma espécie de “templo sagrado”, pode ser mais humana. Ana Maria Braga pode rir de si mesma quando cai de uma cadeira no Mais Você; Monica Iozzi pode ter um ataque de risos durante o Vídeo Show; Fernanda Lima pode ironizar quando um microfone falha no SuperStar: tudo isso parecia impossível num passado não muito distante, mas que hoje acontece na Globo. E o jornalismo, que também é feito por gente, agora também demonstra isso. Basta observar os drops do G1 lançados recentemente e exibidos durante a programação, em que seus apresentadores são jovens trajando camisetas e exibindo piercings e tatuagens. Sem dúvidas, há uma nova Globo despertando. 



Escrito por André San às 12h29
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