"Vídeo Show" agoniza e necessita de medidas urgentes

Semanas atrás, fomos todos pegos de surpresa com a notícia de que Grazi Massafera seria mais um nome a reforçar o Vídeo Show. Atual dor de cabeça da Globo, a atração vespertina segue em busca de uma recuperação e vem atirando para todos os lados. Por isso, Grazi recebeu o convite do diretor Ricardo Waddington para dividir a apresentação da atração com Zeca Camargo e Otaviano Costa. Muitos já haviam dado como certa a entrada de Grazi, que vem se destacando como apresentadora na condução do Superbonita, do GNT. Mas, nesta semana, a atriz optou por recusar o convite, preferindo continuar se dedicando às novelas.

Neste meio tempo, o Vídeo Show voltou a ser o alvo de tudo o que é tipo de especulação. Falou-se que a chegada de Grazi representaria a queda total de Zeca Camargo, cuja presença sempre foi criticada no vespertino. Quando chegou à atração, Zeca seria o nome forte do programa, conduzindo entrevistas num cenário com direito à plateia e DJ. Mas, aos poucos, foi perdendo espaço para Otaviano Costa. Chegou a sumir do programa, recentemente, o que rendeu mais especulações de que estaria sendo “fritado” pela direção do Vídeo Show. Retornou recentemente, reassumindo o protagonismo do programa, apresentando as “cabeças” das matérias exibidas na atração. Mesmo estando novamente à frente do programa, Zeca Camargo ainda parece um tanto desconfortável.

Além disso, junto à notícia da entrada de Grazi, também se falou num novo reforço no time de repórteres, já bastante grande, do programa. Sergio Hondjakoff, o eterno Cabeção da Malhação, fez sua estreia empunhando o microfone do Vídeo Show na última semana. As próximas devem ser Bia e Branca, as gêmeas do nado sincronizado, que já apresentaram programas na MTV e na Band. Todos se juntam à Marcela Monteiro, Patty Dejesus, Mariana Xavier, Dudu Azevedo, e o próprio Otaviano Costa. Didi Effe segue aparecendo, mesmo com as notícias dando conta de que teria sido dispensado. Ou seja, se num passado a atração sobrevivia muito bem com um âncora, duas repórteres de vídeo, uma repórter que atuava nos bastidores (sem aparecer) e dois locutores, hoje a atração, que não ocupa nem uma hora na grade diária da Globo, aparece superpopulosa.

E mais: nem mesmo Ricardo Waddington escapou de virar alvo de especulações. Em meio à derrocada do programa sob sua gestão, surgiram comentários dando conta de que Boninho reassumiria a direção de núcleo do Vídeo Show. Assim, foi colocada em xeque a entrada de Bia e Branca, o futuro de Zeca Camargo, e até uma possível volta da dupla de apresentadores anterior, André Marques e Ana Furtado. Nada foi confirmado a este respeito até aqui, mas até se falou que Ricardo poderia deixar o Vídeo Show e assumir algum dos programas do atual núcleo de Boninho, composto por Mais Você, Encontro com Fátima Bernardes, Estrelas e Caldeirão do Huck, além dos realities SuperStar, Big Brother Brasil e The Voice.

Ou seja, tudo pode acontecer no Vídeo Show. O que não pode é continuar como está. Em novembro, fará um ano que o programa estreou reformulado, com Zeca Camargo. De lá para cá, o formato já sofreu um sem-número de mutações, e todas sem esboçar qualquer reação do programa no Ibope. Nesta semana, por exemplo, o vespertino voltou a bater recorde negativo de audiência. É triste, mas a verdade é uma só: o Vídeo Show, um clássico da programação da Globo, e que já foi um dos queridinhos da grade e dos artistas, hoje definha diante do público. E o desespero tem se tornado cada vez mais visível.

A intenção da direção da Globo, ao passar o Vídeo Show para o guarda-chuva de Ricardo Waddington, foi das melhores. A gestão Boninho já havia realizado uma série de equívocos, e o programa carecia urgente de uma reformulação. A ideia, assim, era transformar o programa totalmente. Isso foi feito, e parecia uma boa ideia. Afinal, o programa precisava de um nome forte, e Zeca Camargo é. Transformá-lo num talk show com plateia também era uma boa ideia, pois, assim, o programa apareceria de cara nova diante do público, mas manteria intacta sua proposta de ser uma vitrine da programação da Globo. Ou seja, tudo conspirava a favor. Mas, na prática, a coisa não foi bem assim, e a culpa foi da própria direção, que tinha um bom formato em mãos, mas não soube utilizá-lo adequadamente.

O primeiro dos erros foi não dar à Zeca Camargo um bom direcionamento de palco. Esfuziante e gesticulando sem parar, o apresentador pulava e gritava o tempo todo. Era irritante. Por que ninguém o corrigiu? Por que Zeca não adotou uma postura semelhante a que comandou o Fantástico por tantos anos? Outro erro: o formato deveria ser somente um talk show e pronto! Zeca poderia muito bem comandar ótimas entrevistas com o elenco da Globo, num bate-papo homenagem gostoso de ver. Ao invés disso, o convidado era obrigado a passar por games tolos e mal ajambrados, com a desculpa de que teriam algo a ver com sua carreira. Um horror. Mais um erro: ao mesmo tempo em que comandava o talk show no palco, Zeca deveria fazer as vezes de âncora e chamar as matérias que recheavam o programa. Elas entravam soltas, sem qualquer relação com o que acontecia no palco, o que transformou o Vídeo Show num programa dois-em-um. Ou seja, alguns ajustes no formato proposto já teriam o efeito de transformar o Vídeo Show num programa melhor.

Ao invés disso, sua direção optou por fazer do Vídeo Show um samba do crioulo doido: inventaram games, sumiram com o palco, enfiaram mais uma leva de novos repórteres, diminuíram a presença de Zeca, aumentaram a presença de Otaviano... Mas nada disso fez efeito, claro, afinal, o programa, com todas essas mudanças de formato num espaço de tempo tão curto, acabou por descaracterizar-se de vez. E não adianta colocar mais gente, ou promover outras tantas mudanças, se a pauta da atração parece cada vez mais fraca e previsível. Falta criatividade na abordagem dos assuntos. Em seu auge, o programa apresentava matérias sobre suas novelas com pautas criativas, enquetes com elenco, cobertura dos programas, enfim. Tudo isso foi se perdendo.

Se em um ano já aconteceram tantas mudanças, e nada refrescou a situação, a solução imediata é uma só: repensar novamente o Vídeo Show e começar tudo de novo. Pouca gente se salva do atual elenco, e não adianta enfiar mais um ex-Malhação e achar que a coisa vai se resolver. Zeca Camargo é um valor, e chega a dar pena vê-lo tão mal aproveitado na grade da Globo. O ideal seria pensar num novo programa para ele e buscar um novo âncora para o vespertino. Um nome forte também, mas alguém mais adequado à proposta. O blog já disse e repetiu que Fernanda Lima, Angélica ou Márcio Garcia surgem como os nomes mais adequados para a vaga. Mas não adianta só um nome: Fernanda, Angélica, Márcio, Grazi Massafera, ou quem quer que seja, não fazem milagres. A pauta do programa também precisa melhorar, e muito.

O problema de reformular novamente o programa é que, a cada nova mudança, a credibilidade do Vídeo Show vai se perdendo. Este último ano desgastou demais o título, ao ponto de cada nova mudança anunciada já surgir desacreditada. Assim, outra solução seria (infelizmente) extinguir o programa de vez e pensar num novo projeto para as tardes da Globo. Ou, quem sabe, apostar numa edição diária do Estrelas (sugestão de Duh Secco, amigo do blog), seguida de um novo programa de auditório com Fernanda Lima... Enfim. O que não pode é continuar como está.



Escrito por André San às 13h02
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TV Paga: Viva exibe última semana de "Dancin’ Days"

Os últimos capítulos de Dancin´Days, que se despede da programação do canal Viva na próxima semana, prometem fortes emoções e cenas memoráveis. O clima descontraído de discoteca dos anos 70 é tumultuado pela épica briga entre Júlia (Sônia Braga) e Yolanda (Joana Fomm). As irmãs, que passaram a trama em pé de guerra, acertam as contas durante a inauguração da boate de Alberico (Mario Lago) e Jofre (Milton Moraes).

Ainda na noite que deveria ser de festa, Hélio (Reginaldo Faria) protagoniza outro barraco. Ao levar um fora de Verinha (Lidia Brondi) e de outras mulheres, o playboy inveterado tem um ataque de fúria e quase quebra toda a discoteca. O mulherengo não se regenera e é obrigado a aceitar seu destino solitário, graças às suas atitudes machistas.

Entre os clássicos finais felizes, após tantas idas e vindas, Júlia (Sônia Braga) e Cacá (Antonio Fagundes) finalmente conseguem se entender. Para celebrar o sucesso do romance, recheado de brigas e intrigas, o autor termina a novela com os protagonistas na praia, em paz, namorando sob o pôr do sol e caminhando, no clima de "enfim juntos e felizes".

No ar desde 7 de abril, a trama de Gilberto Braga chega ao fim no próximo dia 25 (sábado), apresentando o melhor índice entre as novelas já exibidas no horário da meia-noite. Desde a estreia do canal, em 2010, sucessos como Vale Tudo, Roque Santeiro, Que Rei Sou Eu, Rainha da Sucata e Água Viva já ocuparam o espaço. A próxima atração será O Dono do Mundo, que estreia no dia 27 de outubro.

Contato: andresantv@yahoo.com.br . 



Escrito por André San às 13h01
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SBT agora quer Fabio Porchat para "Programa Livre"

Há tempos o SBT “namora” Fabio Porchat. Sem contrato com a Globo desde o início do ano, o jovem comediante segue em alta na publicidade, no canal Porta dos Fundos, no cinema e no Multishow, onde voltará a apresentar o Tudo Pela Audiência com Tatá Werneck em breve. Por isso, é alvo de interesse de uma série de canais abertos, como a Band, que sonha com o moço à frente do CQC. Mas, vira e mexe, é o SBT que aparece como interessado no passe do rapaz, que já foi cotado para uma sitcom com Tom Cavalcante e agora é candidato ao Programa Livre.

Segundo o colunista Lauro Jardim, da Veja, a diretora-geral do SBT, Daniela Beyruti, tem o projeto de resgatar o Programa Livre, lendária atração juvenil da emissora que projetou Serginho Groismann nacionalmente. A atração passou por diversos horários na grade do canal ao longo da década de 1990, e nunca foi um campeão de audiência, mas trouxe prestígio à emissora de Silvio Santos. Com um formato que reunia música ao vivo e entrevistas, dando amplo espaço à plateia formada por adolescentes registrar suas opiniões, Programa Livre foi palco de grandes momentos da TV brasileira. Com a saída de Serginho, o programa tentou sobrevida, primeiro num rodízio de apresentadores (Ney Gonçalves Dias, Marcia Goldschimidt, Christina Rocha, Lu Barsotti e Otávio Mesquita), e, depois, passou as mãos de Babi Xavier. Programa Livre saiu do ar em 2001.

Desde sempre, a atração é forte candidata a retornar à grade. Ainda segundo o colunista da Veja, a ideia de Daniela Beyruti é resgatar a estratégia que buscou qualificar a programação do SBT entre o final dos anos 1980 e início dos anos 1990, quando a emissora contratou nomes como Groismann, Jô Soares e Boris Casoy. Atualmente, o SBT voltou ao jornalismo opinativo com o SBT Brasil e tem Danilo Gentili fazendo as vezes de Jô Onze e Meia com seu The Noite. Faltava agora um nome forte para liderar esta provável nova fase do Programa Livre. E Porchat seria esse nome.

Informações dão conta de que a nova versão do programa seria exibida nas noites de sábado, batendo de frente com o “primo” Altas Horas, da Globo, e Legendários, da Record. Como se vê, o SBT está mesmo disposto a fortalecer suas noites de sábado, pois não faltam projetos para a faixa. No entanto, vale lembrar que, desde que A Praça É Nossa deixou esse dia da semana, a noite de sábado tornou-se inexpressiva na emissora. Já passaram programas como Viva a Noite, Casos de Família, Famoso Quem? e Festival Sertanejo (cuja segunda temporada está no ar), entre tantos outros, e nada foi adiante. A última grande aposta, Arena SBT, também naufragou. Será que o Programa Livre seria uma opção?

Fabio Porchat é uma escolha interessante para o Programa Livre. O jovem tem uma boa presença de palco, se comunica bem com os jovens, e ainda daria um toque de humor que faria bem ao projeto. No entanto, ao que tudo indica, as chances de a contratação se concretizar são mínimas, já que Porchat tem uma série de outros projetos engatilhados. Então, fico na torcida para que o SBT tenha algum plano B, C ou D, pois a volta do Programa Livre, sem dúvidas, seria muito bem vinda. Não sei se seria uma boa jogá-lo de frente ao Altas Horas, pois o público teria dois programas parecidos no mesmo horário em emissoras diferentes. Mas vale a busca por um comunicador capaz que agregar ainda mais credibilidade à marca do Programa Livre. Não pode ser qualquer um.



Escrito por André San às 20h46
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TV Paga: "Gaby Estrella" chega à segunda temporada

Sucesso em 2013 no canal Gloob, Gaby Estrella chega à sua segunda temporada em 20 de outubro. Exibida de segunda a sexta, às 20h, a novelinha infantil terá novos personagens na trama: o bagunceiro Ricardo (Pedro Loques), a estudiosa Filó (Carol Murai), a diretora Neves (Giselle Tigre), o professor de música Pedro (Sergio Dalcin) e a professora de dança Sara Lee (Luciana Bollina). Novos cenários, como a lanchonete Punk Lanches e a sala de atividades, também poderão ser conferidos nesta edição.

Ao contrário da temporada passada, na qual Gaby descobriu sua vocação para música, nesta nova leva de episódios ela perceberá que precisa de muito mais do que talento para ser uma grande artista. Com a ajuda dos amigos e em meio à diversão, aventura e muita confusão, ela não medirá esforços para concretizar o seu grande sonho. Depois de uma grande frustração, ela radicaliza e muda totalmente o seu comportamento. Num primeiro momento, Gaby adota um visual punk e, por pouco tempo, deixa de ser a boa menina de sempre. Porém, seu amor pela música fará com que ela busque sua própria identidade e enfrente o que vier pela frente.

“A edição passada nos surpreendeu, foi um grande sucesso. O nosso objetivo, ao lançarmos a primeira novelinha infantil do canal, era ter um projeto de fi­cção nacional que conseguisse abordar temas da vida real de uma forma divertida e leve para a criançada. Deu certo!”, disse Paula Taborda dos Guaranys, gerente de conteúdo e programação do Gloob. “Mais uma vez, participamos de todas as etapas de produção e conseguimos deixar o produto com a cara do canal. E ainda conquistamos as crianças e os pais”, completa.

Para animar ainda mais a novelinha, os novos personagens da trama levarão situações inusitadas à escola Professor Pedrosa e à cidade Vale Mirim, como banho de espuma, apresentações de músicas e coreogra­as coletivas. A despedida do professor Beto (Cristiano Gualda), que deixa a escola para ser locutor em uma rádio da cidade, também promete render emoções.

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Escrito por André San às 20h45
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Mal das pernas, "Hoje Em Dia" deve ser reformulado

Programa que serviu de referência para que praticamente todas as emissoras apostassem em revistas eletrônicas matinais, o Hoje Em Dia anda mal das pernas. A atração da Record, que já foi líder de audiência, hoje disputa a vice-liderança com o Bom Dia e Cia, do SBT e, não raro, acaba estacionado no terceiro lugar. Uma pena, se nos lembrarmos da importância e do prestígio que o matinal já teve dentro da emissora.

Por isso, segundo diversas fontes, o Hoje Em Dia não deve escapar de uma reformulação no ano que vem. O jornalista Flavio Ricco afirmou que a emissora não descarta nenhuma hipótese, e pode até mesmo mexer no time de apresentadores da atração. Atualmente comandado por Celso Zucatelli, Chris Flores e Edu Guedes, o programa pode perder algum nome e ganhar outros. Assim, já surgem vários questionamentos: quem devia sair? Quem devia ficar? E que novo nome pode agregar algo ao Hoje Em Dia?

Muito se falou sobre uma possível volta de Ana Hickmann ao Hoje Em Dia. A loira fez parte do trio original do programa, ao lado de Edu e Britto Jr, e deixou a atração ao herdar a vaga de Eliana no dominical Tudo É Possível. O semanal foi extinto e Ana, hoje, bate ponto no vespertino diário Programa da Tarde. Espécie de Hoje Em Dia vespertino, o Programa da Tarde nunca emplacou e, vira e mexe, é ameaçado de extinção. A atração só não saiu do ar ainda devido ao quadro Patrulha do Consumidor, apresentado por Celso Russomanno, responsável pelas maiores audiências do programa. Segundo o site Notícias da TV, Russomanno ameaçou sair e, caso isso acontecesse, seria o fim do Programa da Tarde. Assim, se o programa realmente saísse do ar, Ana seria reintegrada ao time do Hoje Em Dia.

É público e notório que o Hoje Em Dia carece de uma repaginada. O programa, quando surgiu, embora não fosse lá tão original, carregava uma aura de novidade. Trazia informação de maneira descontraída, variedades, e seu trio de apresentadores funcionava. Aliás, funciona até hoje, afinal, Celso Zucatelli e Chris Flores, a meu ver, estão anos-luz à frente de Britto Jr e Ana Hickmann. Mas o caso é que os anos foram pesando sobre o matinal. O programa caminha aos seus dez anos de existência, e depois de um período de ampla inventividade, a atração acabou caindo no lugar-comum. É difícil buscar algo novo quando praticamente tudo já foi feito.

Levando-se em consideração que o jornalismo é, hoje, o setor mais forte da Record, a emissora poderia propor uma pegada mais jornalística ao matinal. Não da maneira que é hoje, com Zucatelli chamando matérias, e sim algo próximo do que era feito no extinto Tudo a Ver, de Paulo Henrique Amorim. Um outro exemplo de formato jornalístico/entretenimento interessante e que poderia funcionar na TV aberta: o Estúdio I, da GloboNews. Entrevistas, entrada de repórteres ao vivo, comentaristas nas mais diversas áreas... E, como se trata de TV aberta, cabe até espaço publicitário no recheio. É um caminho.



Escrito por André San às 18h20
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Séries em Série: Em inédito de "The Good Wife", Will e Diane descobrem nova firma de Alicia e Cary

O Canal Universal nesta quinta-feira, a partir das 22h, o quinto e sexto episódios inéditos da quinta temporada de The Good Wife. Em "Hitting the Fan", Diane (Christine Baranski) conta a Will (Josh Charles) que descobriu que Alicia (Julianna Margulies) e Cary (Matt Czuchry) estão montando uma nova firma e levarão os principais clientes da Lockhart & Gardner. Will fica abalado e vai até a sala de Alicia para tirar satisfações. O sócio do escritório se descontrola e quer demiti-la. Mas, para isso, como a advogada é sócia, ele precisa convocar os demais sócios para votação.

Assim, Alicia tem mais ou menos uma hora até saber se será demitida e corre contra o tempo para agilizar os preparativos para a nova firma. Cary chega em meio à confusão e encontra Diane. Eles têm uma conversa nada amigável e ele é demitido. Ao mesmo tempo, o escritório fica agitado e sob grande tensão, pois os sócios tentam descobrir quais outros associados também sairão.

Em "The Next Day", que tem nova participação especial de Mamie Gummer (Terapia de Risco), os advogados se preparam para começar um novo dia. Diane defenderá seu último caso na profissão e está um pouco nervosa. Enquanto isso, Will se sente diferente e Alicia organiza uma estrutura temporária em sua casa para começar a nova firma. Porém, a rivalidade entre a Lockhart & Gardner e a Florrick/Agos começa quando uma cliente do escritório decide passar o caso para a nova firma de Alicia e Cary, tirando o caso de Diane, que fica enraivecida. Assim, Will - em vez de enviar os arquivos da cliente aos novos concorrentes - entrega um recado os desafiando.

Alicia convoca, então, Will, Diane e David Lee (Zach Grenier) para uma reunião no Conselho de Advogados, que foi o responsável pela suspensão do sócio da Lockhart & Gardner. Após trocarem algumas palavras atravessadas, Lionel Deerfield (Edward Herrmann), presidente do conselho, pede que o escritório envie os arquivos à nova firma.

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Escrito por André San às 18h19
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"Amor & Sexo" firma Fernanda Lima como grande apresentadora de TV

Quando assinou com o SBT e deixou o comando do É Show, na Record, Adriane Galisteu nunca mais fez as pazes com seu público na TV aberta brasileira. Apresentou programas como Charme, Toda Sexta, Projeto Fashion, Muito + e Quem Quer Casar com Meu Filho?, todos sem muita expressão no Ibope. Isso significa que Adriane é uma apresentadora ruim? Não. A loira tem boa postura, presença de palco e se comunica muito bem. Mas, depois do É Show, nunca mais encontrou um formato ao qual pudesse se colocar à vontade diante de seu público. O programa da Record mesclava entrevistas e musicais, era a cara de sua dona. Nos programas seguintes, Adriane passou a comandar games ou aparecer como mestre de cerimônias. Nada a ver com seu perfil.

Esta breve explanação serve apenas para dizer que, às vezes, não basta ter um bom comandante, ou um bom formato. É preciso que este bom comandante e este bom formato estejam alinhados. Senão, a coisa não funciona direito. Isso ficou bem claro neste ano de 2014, quando Fernanda Lima surgiu no comando de dois programas diferentes na Globo. Bastante criticada por sua performance à frente do reality show musical SuperStar, no primeiro semestre, a apresentadora ressurgiu extremamente à vontade no comando de seu Amor & Sexo, cuja nova temporada estreou na última quinta-feira, 9. Nem parecia a mesma pessoa.

A verdade é que o SuperStar teve problemas, e Fernanda Lima pagou o pato. A moça aparecia insegura em cena, o que deu margem a comentários de que não funcionava ao vivo. Pode ser. Mas notava-se claramente a falta de uma direção segura, capaz de fazer com que Fernanda não aparecesse tão perdida. Num dos primeiros episódios do reality, tal fato foi constatado quando, num dos momentos tensos da atração, Fernanda disparava frases como “fala comigo, Boninho”. Há quem diga que o diretor de núcleo do programa nunca engoliu Fernanda Lima no comando, pois sua preferência seria a esposa, Ana Furtado. Independente de qualquer boato, fato é que a direção foi um dos problemas da primeira edição do SuperStar, que até tomou um rumo interessante na reta final.

Enquanto isso, no Amor & Sexo, Fernanda Lima surge linda, leve e solta. Claro, aquele palco é dela há tempos, e a experiência conta pontos. Quando entrou no ar, em 2009, o programa não era tão atrevido, e nem Fernanda era tão, digamos, “sapeca” em cena. Mas a atração, por ser exibida em esquema de temporadas, foi ganhando mais corpo conforme os anos foram passando. Isso porque sua equipe, que antes parecia pensar o programa como um semanal comum, agora enxerga a temporada como um todo. Assim, cada safra de episódios de Amor & Sexo, desde a temporada de 2012, passou a ser desenvolvida como uma coisa só, com começo, meio e fim. Assim, o programa ficou maduro. Tanto que passou a repercutir mais, sobretudo na temporada passada. Como se sabe, 2013 seria o último ano do Amor & Sexo, que acabou ganhando sobrevida graças ao bom desempenho do que seria a safra derradeira.

O amadurecimento do Amor & Sexo também é enxergado no desempenho de sua apresentadora. Cada vez entendendo melhor sua função ali, Fernanda Lima relaxou e passou a desempenhar sua função com uma graça toda especial. Nota-se, claramente, que ela se diverte em cena. Sabe compartilhar bem seu tempo de vídeo com a bancada de comentaristas, transformando o programa num grande e divertido bate-papo. Brinca com os assuntos tratados, mesmo os mais sérios, e não se acanha ao cair na risada quando algo inusitado acontece. Na estreia da nova temporada, a moça até recebeu o próprio pai no palco, e conversou com ele numa boa sobre camisinha. Ou seja, é no comando do Amor & Sexo que Fernanda Lima cresce e se mostra como uma das mais competentes animadoras da nova geração.

Fernanda Lima é dona de uma trajetória interessante. Apareceu como apresentadora na extinta MTV Brasil, num primeiro trabalho que passou despercebido. Depois, foi uma das primeiras apresentadoras da história da RedeTV, onde apresentava o programa juvenil Interligado. Passou pouco tempo ali, pois logo voltou à MTV, desta vez com status de estrela, e fez sucesso ao comandar o game de namoros Fica Comigo. Dali foi para a Globo, que a contratou como uma espécie de curinga na programação. Estreou como apresentadora substituta do Vídeo Game, no Vídeo Show, onde cobriu as duas licenças-maternidade da titular Angélica. Também apresentou especiais e programas de temporada, como o Por Toda Minha Vida, até chegar ao Amor & Sexo. Vale lembrar de sua passagem pelas novelas do canal, protagonizando Bang Bang, onde sofreu severas críticas, e Pé na Jaca, onde foi elogiada ao revelar uma improvável veia cômica.

Mas, sem dúvidas, é no Amor & Sexo que Fernanda Lima mostra ao público o que é capaz. Ali, ela deixa claro à direção da Globo de que é um nome que não pode ser desprezado. Ao que tudo indica, Amor & Sexo caminha mesmo para seu desfecho, afinal, a ideia era que ele fosse encerrado no ano passado. Continuou, mas pode ser por pouco tempo. Fernanda agora tem presença assegurada no primeiro semestre do ano que vem, já que a Globo confirmou uma segunda temporada do SuperStar. Mas fica a torcida para que, em breve, possa surgir um projeto tão adequado ao perfil de Fernanda como é Amor & Sexo, para que o público continue podendo vê-la tão descontraída e divertida em cena.



Escrito por André San às 14h34
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Tele-Sessão: Megapix exibe especial "Dia das Crianças"

Domingo, 12 de outubro, é o Dia das Crianças. Para animar os pequenos, o Megapix apresenta uma programação especial toda dedicada a eles. Serão quase 12 horas de filmes, começando às 10h40, com o clássico Aladdin. Em seguida, vão ao ar Mogli, o Menino Lobo (12h25), Alvin e os Esquilos 2 (14h05), Carros (15h50), Carros 2 (18h10) e Marmaduke (20h15).

Aladdin, da Disney, abre a seleção. O personagem que dá nome ao filme é um jovem ladrãozinho que se apaixona pela princesa Jasmine. Para conseguir conquistar o coração da amada, ele precisa provar que pode virar um príncipe. Mas, antes, Aladdin deve salvá-la das mãos do maquiavélico Jafar. Para isso, terá a ajuda do macaquinho Abu, do Gênio e de um tapete mágico. O filme ganhou dois Oscar.

Outro clássico da Disney, Mogli, O Menino Lobo vai ao ar em seguida. Mogli é um garoto criado por lobos na floresta. Por causa da ameaçadora presença do tigre Shere Kahn, os amigos resolvem mandá-lo para uma tribo humana. Na companhia da pantera Baguera e do urso Balú, Mogli encara uma grande aventura na volta à civilização.

Alvin e os Esquilos 2 é o próximo filme do especial. Alvin, Simon e Theodore deixam um pouco de lado a carreira de sucesso na música para se dedicar aos estudos. Mas retornam quando precisam participar de uma batalha de bandas para salvar o departamento de música da escola. Na competição, vão concorrer com As Esquiletes, um grupo que mudará a forma deles agirem para sempre.

O sucesso Carros passa logo depois. Na animação da Disney, Relâmpago McQueen é um carro de corridas ambicioso e uma grande promessa das pistas. Vaidoso, ele não respeita os oponentes. Mas, na véspera de um torneio importante, um imprevisto acontece e transforma as atitudes de McQueen. Ele acaba numa cidade do interior, onde aprende com outros carros como se tornar um verdadeiro vencedor.

Em seguida, o Megapix exibe Carros 2. O astro de corridas Relâmpago McQueen e sua equipe retornam em mais uma aventura para concorrer ao Grand Prix Mundial, que irá revelar o carro mais veloz do planeta. Considerado um dos favoritos a ganhar o campeonato, McQueen acaba sendo confundido com um espião americano e vai precisar da ajuda dos seus amigos para escapar dessa confusão.

E pra fechar a programação, tem Marmaduke. O filme conta a história do Dogue Alemão Marmaduke, que acaba de se mudar com os seus donos para a Califórnia. Lá, ele faz amizade com um grupo de vira-latas, mas percebe que se enturmar com o resto dos cães não será fácil. Agora, para se tornar popular, este enorme bagunceiro vai se meter em muitas confusões.

Contato: andresantv@yahoo.com.br . 



Escrito por André San às 14h33
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Guerra de audiência amplia grade de programação das emissoras

No dia de ontem, 08, a Globo pegou todo mundo de surpresa ao anunciar a criação de um novo telejornal de rede. A emissora, que já exibe nacionalmente o Bom Dia Brasil, Jornal Hoje, Jornal Nacional e Jornal da Globo, terá agora outro noticioso, este na faixa das 5 da manhã. Segundo a emissora, o Globo Rural diário será extinto, permanecendo apenas sua edição dominical, e a equipe do programa rural passará a produzir a nova atração, que deve estrear até o final do ano. Monalisa Perrone é o nome mais cotado para comandar o programa.

A mudança na grade da Globo, claro, tem a ver com os números. O Globo Rural, por ser temático, não atinge grande audiência nos centros urbanos. Enquanto isso, emissoras como SBT e Record exibem, logo cedo, telejornais de temas mais abrangentes. Com isso, acabam por roubar público da líder. O comunicado da Globo não fala sobre o tempo que o novo programa ocupará na grade, mas, segundo Fernando Oliveira, em seu blog no R7, a ideia é que a atração seja exibida das 5h às 6h e, com isso, os jornais locais que entram na sequência ficariam maiores.

A Globo informou ainda que foram realizadas pesquisas, que constataram que há um público saindo de casa cada vez mais cedo para o trabalho e, deste modo, o novo programa viria para atendê-lo. E isso é fato. E, na verdade, o canal até que demorou para constatar tal fato. Quem percebeu este potencial das primeiras horas da manhã foi o SBT, que, há tempos, tem conquistado uma audiência interessante com o agora extinto SBT Manhã, que era exibido às 4h e reapresentado duas vezes na sequência, às 5h e às 6h. Atualmente, a emissora de Silvio Santos decidiu apostar mais no Notícias da Manhã, de Cesar Filho, e cancelou de vez o SBT Manhã. No horário, o canal agora reapresenta o Jornal do SBT, que vai ao ar, originalmente, após o The Noite.

A descoberta de um público nas altas horas pelo SBT acabou servindo como um fiel da balança na sua eterna luta pela vice-liderança com a Record. Como o canal de Edir Macedo dedica suas madrugadas à programação da Igreja Universal, o SBT optou por fortalecer sua madrugada, o que ajuda, e muito, o canal a pontuar melhor na média-dia. A aposta em séries abriu a estratégia, quando o SBT exibia um pacote variado de enlatados madrugada adentro, mantendo no ar uma grade de 24 horas de programação. Neste ano, a emissora partiu para as produções próprias, com o lançamento do The Noite e do Okay Pessoal!!!. Assim, a “grade alternativa” que comporta os programas de Danilo Gentili, Otávio Mesquita, além do Jornal do SBT e suas reprises, até chegar ao Notícias da Manhã, acabou por apresentar bons índices de audiência ao SBT.

A Record, até segunda ordem, mantém sua programação religiosa na madrugada, mas parece estar atenta a este “novo” nicho. Não por acaso, circulam notícias de que a rede planeja novos programas no fim de noite, como um novo jornal e um talk show de Marcelo Rezende. Além disso, as notícias na emissora também começam cedo, às 6h, com o Balanço Geral. E a Globo, com a estreia do seu novo jornal, acabará por criar uma ponte entre a grade da madrugada e a da manhã, arredondando suas 24 horas de grade de programação. Ou seja, a tendência é que os canais passem a olhar com novos olhos as faixas consideradas menos nobres da programação e invistam, cada vez mais, nestes horários. A madrugada/manhã, anteriormente dedicada a tapa-buracos, começa a ficar mais interessante.



Escrito por André San às 18h35
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Tele-Sessão: "Thor: O Mundo Sombrio" estreia no Telecine

Terceiro filme mais assistido nas salas de cinema brasileiras em 2013, Thor: O Mundo Sombrio chega, sábado, 11 de outubro, à Superestreia da Rede Telecine. Dirigido por Alan Taylor, o longa da Marvel Studios contou com um superorçamento de US$ 170 milhões e mais de 4,5 milhões de espectadores em todo o país.

Enquanto Thor (Chris Hemsworth) tenta conquistar a paz entre os Nove Reinos, o elfo Malekith (Christopher Eccleston) acorda de um longo sono em busca de vingança. Alertado do perigo por Odin (Anthony Hopkins), o herói precisa contar com a ajuda dos companheiros Volstagg (Ray Stevenson), Sif (Jaimie Alexander), entre outros, e até de seu irmão, o traiçoeiro Loki (Tom Hiddleston), em um plano audacioso para salvar o universo do grande mal. E assim, seu caminho cruza com o da amada Jane Foster (Natalie Portman), que está em perigo.

Thor: O Mundo Sombrio estreia neste sábado, 11, às 22h, no Telecine Premium e Telecine Premium HD, e neste domingo, 12, às 20h, no Telecine Pipoca e Telecine Pipoca HD.

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Escrito por André San às 18h34
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"Plano Alto": boa estreia da Record

Gênero à parte na TV estadunidense, o drama político não aparece com tanta frequência na teledramaturgia brasileira. Em alguns momentos, ela surgeem meio ao sem-número de subtramas de algumas novelas. Lembra das aventuras de Reginaldo (Eduardo Moscovis), o prefeito suspeito de Senhora do Destino? Ou da pequena cidade de Ribeirão do Tempo, na novela homônima da Record, que nada mais era que uma representação político-social do Brasil? No entanto, tais tramas aparecem paralelamente ao melodrama folhetinesco e, mesmo que abra espaço à crítica e à reflexão, ainda fica atrelada aos romances e vilanias.

Seria a TV brasileira capaz de produzir dramas políticos tão intensos quanto The West Wing ou House of Cards, uma das sensações do momento? Ao que tudo indica, é possível crer que sim. Como foi dito neste mesmo espaço na semana passada, as séries nacionais estão conseguindo enxergar além da comédia de costumes, e abrem cada vez mais espaço aos dramas, suspenses e policiais. O drama político, aos poucos, parece querer seu lugar ao sol: primeiro, com a boa O Brado Retumbante, exibida pela Globo em 2012; dois anos depois, surge Plano Alto, a nova aposta da Record, que entrou no ar na última terça-feira. Vendida como minissérie em 12 capítulos, Plano Alto é, na verdade, um seriado diário cuja primeira temporada é composta por 12 episódios.

Assinada por Marcílio Moraes, a série dá um passo além da abordagem vista em O Brado Retumbante. No seriado global de Euclydes Marinho, os bastidores da política eram mostrados sob o ponto de vista de um homem honesto e idealista, que se torna presidente do Brasil por acaso, e precisa lidar com as mais diversas e complicadas situações. O prisma político era interessante, mas a grande sacada da série era seu personagem central, um ser humano diante de conflitos de grandes proporções. Agora, Marcílio amplia a discussão ao contextualizar seu drama em diferentes camadas, que começam nas manifestações populares e terminam nos mais altos escalões da política nacional.

Plano Alto é centrada em três grandes personagens. Guido Flores (Gracindo Jr) lutou contra a Ditadura Militar no passado, e hoje é Governador do Rio de Janeiro. Seu filho é João Titino (Milhem Cortaz), que foi cara-pintada na juventude e, agora, é deputado federal. Há ainda o jovem Rico (Bernardo Falcone), filho de Titino, neto de Guido, e que se envolve com os blacks blocs em meio às manifestações populares de 2013. A trinca é o grande trunfo de Plano Alto, pois, de cara, dá espaço a diferentes reflexões. Uma delas é justamente mostrar que os militantes políticos do passado estão, atualmente, dentro do jogo político. Outra reflexão é poder observar, com o distanciamento de pouco mais de um ano, os desdobramentos das manifestações de 2013, procurar entender suas motivações e, principalmente, o que de fato mudou de lá pra cá (se é que mudou algo).

Diante deste trio, cuja relação familiar praticamente não aparece, desdobram-se diversos conflitos, criando um leque rico e variado de situações. Guido sonha em ser presidente da República, mas precisa enfrentar a ameaça de uma CPI. Paralelamente, Titino circula pela Câmara dos Deputados, enquanto Rico está cada vez mais integrado aos manifestantes nas ruas. Assim, Plano Alto consegue abordar o universo político de maneira menos romanceada possível, ou como o próprio autor explicou em seu blog pessoal, trata-se de “uma análise adulta dos bastidores da política”.

Considerando os primeiros episódios, Marcílio Moraes tem sabido cumprir seu objetivo com louvor. Plano Alto possui uma narrativa fluída, direta, sem espaço para didatismos. Texto maduro e sem firulas, aliás, são uma característica recorrente do texto do autor de excelentes produções, como a novela Vidas Opostas e as séries A Lei e o Crime e Fora de Controle. Outro trunfo da atração é sua produção: direção, fotografia e cenografia impecáveis. Sim, ainda peca pela estética muito influenciada pelos folhetins, mas nada que tire o mérito desta bela produção. O elenco também é excelente, recheado de veteranos consagrados e jovens talentosos. Além do trio protagonista, destaque para Jussara Freire, Esther Góes, Mariah Rocha, Daniela Galli, Giuseppe Oristânio, Flávia Monteiro, Bia Montez e Bemvindo Siqueira

Muito bom notar que a teledramaturgia da Record, que anda combalida, ainda dá sinais de que pode oferecer algo verdadeiramente bom. Nos últimos anos, as novelas simplesmente não aconteceram, e somente as minisséries bíblicas conseguiram colher resultados interessantes. Plano Alto, assim, mostra que, na seara das séries e minisséries, a Record consegue, sim, oferecer um produto de qualidade ímpar fora do segmento bíblico. Não que a emissora deva interromper suas séries inspiradas na Bíblia, aliás, pelo contrário: trata-se de um filão que já deu provas de que tem plateia cativa. Mas oferecer algo além do cardápio habitual é uma atitude sempre bem-vinda.



Escrito por André San às 14h57
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Tele-Sessão: "Detona Ralph" no Telecine Pipoca

Já no clima do Dia das Crianças, o Telecine Pipoca exibe a divertida animação Detona Ralph. O longa dos estúdios Disney tem direção de Rich Moore e conta com a luxuosa participação de personagens clássicos do universo dos videogames.

Ralph é o vilão do videogame Conserta Félix Jr., no qual o herói recupera todos os edifícios que Ralph destrói. O game já tem 30 anos e Ralph está exausto de fazer sempre as mesmas coisas. Ele desiste de ser mau e sai em busca de uma medalha de herói.

Detona Ralph vai ao ar nesta terça-feira, 7, às 20h05, no Telecine Pipoca.

Contato: andresantv@yahoo.com.br . 



Escrito por André San às 14h57
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"Zorra Total" quer modernizar formato e pode ter Dani Calabresa

Depois de promover profundas alterações em dois clássicos de sua programação, o Vídeo Show e o Fantástico (que não viraram nada), a Globo agora concentra seus esforços na reformulação do Zorra Total. O humorístico que está no ar desde 1999 viu recentemente seu diretor Maurício Sherman ser substituído por Maurício Farias. Marcius Melhem assumiu a redação final e alguns ajustes já foram feitos, mas a atração ganhará uma bela recauchutagem em 2015. Tanto que pode até mudar de nome.

Segundo Fernando Oliveira, em seu blog no R7, Zorra Total abandonará os cenários e personagens fixos e bordões. Deve ganhar esquetes mais ágeis, que dialoguem com a realidade brasileira. A ideia é que o programa ganhe um tom de humor moderno, tal qual os portais de humor que proliferam na internet, no estilo Porta dos Fundos. Ou seja, a ideia é fazer algo bem distante do que vem sendo feito até então. Por isso mesmo, até há uma certa tensão no ar em seu elenco, pois não se sabe ainda quem fica e quem sai no novo Zorra Total.

Ao que tudo indica, o novo Zorra deve virar algo que lembrará não somente os vídeos do Porta dos Fundos, mas até mesmo o Tá no Ar – A TV na TV (que, aliás, também é dirigido por Maurício Farias e escrito por Marcius Melhem), ou o Casseta e Planeta em seus áureos e bons tempos. Caso alcance tal objetivo, seria uma mudança muito bem-vinda, até porque está claro que o modelo atual está desgastadíssimo. Obviamente, sempre há o risco de o público mais tradicional, um dos alvos do atual Zorra Total, estranhar tal proposta e fugir. No entanto, vale correr tal risco, pois insistir na fórmula atual seria minar a atração aos poucos.

Flavio Ricco, em sua coluna de hoje, 02, informou que Dani Calabresa seria um nome a constar no novo elenco do novo Zorra Total. Como se sabe, ninguém está seguro no CQC no ano que vem, então a saída de Dani é algo bem possível. E é possível também o interesse da Globo em seu passe, pois o canal já tentou levá-la em outras ocasiões, sem sucesso. Se fosse no atual Zorra, Dani Calabresa não teria muito o que fazer. Mas se a ideia é deixar o programa mais moderno, a humorista seria uma bela aquisição, que poderia trazer este espírito mais livre que o novo Zorra Total parece buscar.

Falando em CQC, como foi dito acima, ninguém do atual elenco está confirmado na temporada 2015 do humorístico da Band. Isso porque o programa está em seu pior momento, vivendo uma crise de audiência sem precedentes. Além disso, a atração não repercute mais como antes, e seus atuais membros não se tornaram sensação, como eram Rafinha Bastos, Danilo Gentili ou Rafael Cortez. Sendo assim, o CQC não escapará de uma reformulação no ano que vem, o que pode culminar com mudanças profundas em seu elenco. Mudanças bem-vindas, diga-se, pois o CQC continua sendo um bom programa, mas não mais surpreende como antes. Merece sim uma injeção de ânimo. Vale lembrar que a Band sonha com Fabio Porchat compondo uma nova bancada do programa. Vamos ver o que acontece.



Escrito por André San às 16h21
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Séries em Série: Sexto ano de "Nurse Jackie" estreia no Studio Universal

A sexta temporada da série Nurse Jackie chega ao canal Studio Universal no dia 13 de outubro, na madrugada de domingo para segunda-feira, à 1h da manhã (mas que horário horroroso, hein, dona Studio Universal?). Edie Falco, premiada três vezes pelo Emmy, protagoniza a comédia que conta a história da enfermeira Jackie. Viciada em drogas, ela se esforça para encontrar um equilíbrio entre seu trabalho frenético, suas duas filhas e seus dramas pessoais.

Cada dia é uma questão de vida ou morte no agitado hospital de Nova York em que Jackie trabalha, mas para ela esta é a parte mais fácil. Entre um problema crônico nas costas e uma vida pessoal constantemente próxima ao colapso, ela gira em torno de mentiras, regras dribladas, e muitas estratégias secretas para aliviar a dor, o que a deixa a um passo do desastre total.

No primeiro episódio da sexta temporada, "Sink or Swim", após uma temporada tentando ficar sóbria, Jackie (Edie Falco) volta a tomar pílulas que consegue com um traficante da academia. Grace (Ruby Jerins) também está usando pílulas, seguindo os passos de sua mãe.

Enquanto isso, Dr. Cooper (Peter Facinelli) passa por uma crise da meia-idade, mas Jackie está muito preocupada para ajudá-lo. Além disso, o uso de drogas no trabalho causa um acidente e ela quase é pega. Para piorar a situação, um dos frequentadores do grupo dos Alcoólicos Anônimos tem uma overdose de cocaína no meio da reunião. Mas também há boas notícias no início da temporada. Jackie conhece Antoinette (Julie White), que acaba se transformando em sua tutora do AA (alcoólicos anônimos) e seu fornecedor de pílulas é demitido da academia por tráfico de drogas.

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Escrito por André San às 16h20
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Patrícia Poeta pode fazer "Encontro" aos sábados

Desde o ano passado vem circulando a informação de que a Globo tem vontade de formatar um programa que possa ser exibido nas manhãs de sábado, extinguindo ou diminuindo o espaço da TV Globinho. A ideia inicial era um programa de entretenimento, capaz de atrair um público familiar. A exibição das edições especiais do Mais Você, Bem Estar e Encontro com Fátima Bernardes durante o Criança Esperança, e também o Som Brasil Especial Dia das Crianças, exibido no ano passado no horário, foi visto como um teste para a faixa.

Neste ano, o assunto saiu do campo das ideias e chegou ao campo dos projetos. O primeiro projeto cogitado foi uma edição de sábado do Encontro, apresentado por Ana Furtado e Dan Stulbach, os “substitutos oficiais” de Fátima Bernardes nas férias e folgas da titular. Sugerida por Boninho, a ideia acabou abortada, pois considerou-se que o Encontro é o programa de Fátima Bernardes, e não faria sentido fazer uma edição semanal da atração sem ela.

Mesmo com tal avaliação, ao que tudo indica, a ideia de fazer um “Encontro Sem Fátima Bernardes” não foi completamente abolida na Globo. Segundo o site Notícias da TV, entre tantas especulações sobre o futuro de Patrícia Poeta no canal, surgiu a ideia de que a atual apresentadora do Jornal Nacional assumisse uma edição do Encontro aos sábados. A informação se junta a tantas outras possibilidades já levantadas sobre o destino de Patrícia, como um novo programa vespertino no lugar da Sessão da Tarde, ou uma atração aos sábados à tarde ou à noite, ou até mesmo a ancoragem da nova versão do Você Decide, que deve estrear no ano que vem. Oficialmente, a Globo nega qualquer especulação e afirma que o novo projeto de Poeta só começará a ser formatado quando a jornalista deixar a bancada do JN, em novembro.

Ao que tudo indica, a emissora ainda não faz a menor ideia de onde encaixar Patrícia Poeta. No entanto, entre as tantas possibilidades, a ideia de colocá-la num programa aos sábados me parece a melhor opção. Vamos combinar que um vespertino capaz de substituir a Sessão da Tarde deve ser formatado com muita cautela, afinal, seria uma grande mudança na grade, e qualquer passo em falso poderia colocar tudo a perder. Está aí o Vídeo Show que não me deixa mentir. Sendo assim, Patrícia aos sábados não só seria menos arriscado, como iria ao encontro (sem trocadilhos) do que a própria emissora deseja.

Um programa familiar nas manhãs de sábado pode funcionar. Basta lembrar o TV Xuxa, que, quando exibido na faixa, conseguiu consolidar um público interessante, após um início cambaleante. Mas a Globo poderia considerar também explorar a faixa das tardes de sábado, após o Jornal Hoje. Atualmente ocupado pelo Estrelas, o horário poderia muito bem ser preenchido por um novo programa de variedades com Patrícia Poeta. Assim, o programa de Angélica entraria no ar um pouco mais tarde, entregando o horário para o maridão, no Caldeirão do Huck. Seria interessante.



Escrito por André San às 20h37
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