Miguel Falabella e Cissa Guimarães devem voltar ao "Vídeo Show"

E mais uma vez vamos falar das mudanças do Vídeo Show aqui. Desculpem-me todos desde já pela repetição, mas é que as últimas notícias sobre o futuro do vespertino são as melhores possíveis. Na última terça-feira, 16, sugeri aqui o nome de Marcio Garcia para o comando da atração. Mas a ideia de Boninho, que reassume a direção de núcleo do programa em 2015, é melhor que a minha: o diretor convidou nada menos que Miguel Falabella para reassumir o comando da atração.

Segundo matéria do UOL, o próprio Falabella confirmou ter recebido o convite de Boninho para regressar ao Vídeo Show. O ator e dramaturgo também declarou à repórter Ana Cora Lima que aceitou a proposta. Já na semana passada, quem disse ter recebido convite para retornar ao vespertino foi Cissa Guimarães. Ou seja, a ideia do diretor é repetir a dobradinha Miguel & Cissa, que por anos foi marca registrada do Vídeo Show. Cissa, aliás, também já está escalada para apresentar o Mais Você no mês de janeiro, durante as férias de Ana Maria Braga. No matinal, ela dividirá a cena com André Marques, reeditando outra parceria que também já aconteceu no Vídeo Show.

O Vídeo Show nunca se desvinculou da imagem de Miguel Falabella. O ator é a cara da atração, já que ancorou o programa por 14 anos, de 1987 a 2001. Foi com Falabella que o programa cresceu, deixando de ser um semanal veiculado aos sábados para ganhar os dias da semana e se tornar um verdadeiro clássico da hora do almoço do espectador brasileiro. Neste período, foram criados quadros que se tornariam a marca do programa, como Túnel do Tempo (consagrado com a narração de Cissa), Lar Doce Lar, Por Onde Anda... enfim. Nesta época, grande parte do conteúdo do programa era jornalístico, com reportagens interessantes de Cissa Guimarães e Renata Ceribelli (esta, mais tarde, substituída por Letícia Nascimento e Chris Couto). Havia entrevistas, muitos bastidores, notícias sobre música e até uma agenda cultural. Além das repórteres, o programa tinha a marcante voz de Ricardo Gonçalves na locução. Hoje, o locutor é a voz oficial do canal Universal.

A volta da dupla Miguel Falabella e Cissa Guimarães, portanto, pode significar o retorno deste Vídeo Show mais informativo, que, além de reviver o passado da Globo, também tenha um olhar para o futuro. A atração, assim, poderia voltar a contar com repórteres que tragam esta visão mais jornalística às pautas de entretenimento do programa, agregando a ele conteúdo de fato, e deixando de lado os besteiróis que invadiram a atração na última década. Ou seja, profissionais com repertório, mas que saibam se colocar num programa de variedades. Por que não olhar para ex-MTV’s para tal função? Sarah Oliveira já passou por ali, e poderia voltar, se quisesse. Sabrina Parlatore ou Didi Wagner também têm este perfil, assim como o próprio Zeca Camargo poderia continuar como repórter da atração. Enfim, opções não faltam.

Pelo visto, o ano de 2015 será bem produtivo para Miguel Falabella na TV. Além de voltar a estampar o Vídeo Show, o ator deve seguir atuando e roteirizando Pé na Cova, que deve ter duas temporadas no próximo ano. Além disso, também está criando dois novos seriados, sendo que um deles pode vir a ocupar as noites de domingo, ao estilo Sai de Baixo



Escrito por André San às 23h04
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Fim de ano no TELE-VISÃO

As festas de fim de ano estão chegando e, como já é de praxe, o TELE-VISÃO coloca o pé no freio e publica os posts especiais de fim de ano. A partir deste sábado, dia 20, o blog passa a ser atualizado apenas aos sábados, e volta com as postagens ao longo da semana apenas em janeiro de 2015.

O conteúdo, no entanto, segue intenso. Neste sábado, 20, o blog terá uma série de posts especiais compondo a tradicional Perspectiva 2015, que traz uma análise de como deverá ser o cenário televisivo nacional no próximo ano. Além disso, o TELE-VISÃO adiantará o que as principais emissoras abertas estão preparando para 2015.

No sábado seguinte, 27, começa o Top 10 de 2014, que vai rememorar o melhor e o pior do ano na televisão brasileira. Serão duas listas, com dez itens cada, enfileirando o que foi bom e o que foi ruim na nossa telinha. O Top 10 de 2014 – Destaques Negativos será publicado no dia 27 de dezembro; já o Top 10 de 2014 – Destaques Positivos aparece por aqui no sábado seguinte, dia 3 de janeiro de 2015.

Então não se perca, hein? Neste período, o blog TELE-VISÃO será atualizado apenas aos sábados. Mas voltaremos à nossa “programação normal” a partir do dia 10 de janeiro de 2015. Continue com a gente neste fim de ano!

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Escrito por André San às 23h03
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Grade dos 50 anos da Globo ainda é um mistério

Muito se tem falado sobre as novidades que a Globo prepara para 2015. E não é para menos, afinal, a emissora celebrará seu cinquentenário no próximo ano e a expectativa é que a grade venha cheia de novidades. No entanto, ainda há muitos mistérios a serem desvendados sobre o que vem por aí na “Vênus platinada”. A permanência (ou não) de Xuxa Meneghel no canal, ou que programa irá ocupar a vaga de A Grande Família nas noites de quinta-feira estão entre as questões ainda em aberto a respeito da programação 2015 da emissora.

Xuxa ainda está no olho do furacão. Ontem, 15, o site Notícias da TV deu como certo seu desligamento do canal. Segundo matéria assinada por Daniel Castro, o contrato da loira vence agora, e não em 2017 como dito anteriormente, e o canal já havia decidido pela não-renovação, deixando Xuxa livre para negociar com a Record. No entanto, oficialmente, nada ainda aconteceu. Tanto a assessoria de Xuxa quanto a assessoria da Globo afirmam que uma reunião entre a apresentadora e a direção da emissora para definir seu futuro acontece ainda nesta semana. Ao que tudo indica, esta novela será definida, de uma vez por todas, nos próximos dias. Aguardemos.

Enquanto isso, nada se fala sobre o sucessor de A Grande Família nas noites de quinta-feira da Globo. The Voice Brasil deverá continuar na faixa no segundo semestre do ano que vem. Mas e no primeiro semestre? O que vem? Sabe-se que a Globo está investindo cada vez mais em séries de temporadas menores. A Grande Família, em seus dois últimos anos, já havia adotado o formato. Tapas & Beijos, às terças, deve se adequar a este sistema em 2015, ano em que será exibida também sua temporada final. Ou seja, haverá mais espaço para seriados tanto às terças quanto às quintas em 2015. Há muitos projetos de seriados correndo no núcleo de Guel Arraes, novo responsável pela teledramaturgia semanal do canal, e eles devem ser encaixados nestes horários. Um deles é o retorno do Você Decide.

Falando no novo organograma da Globo, novidades devem surgir também nos núcleos de Ricardo Waddington e Boninho, os responsáveis pelos programas de entretenimento. Waddington, que agora chefia as atrações do final de semana, pretende reformular o Estrelas, de Angélica, que passará para suas mãos em 2015. Segundo Flavio Ricco, colunista do UOL, a ideia é lutar para que o Estrelas passe a ser exibido nacionalmente (ideia que este blog sempre defendeu), e tenha seu formato totalmente alterado. De acordo com Ricco, não se descarta nem uma possível volta de Angélica ao comando de games, como nos tempos do extinto Vídeo Game. Aliás, Waddington poderia até se apropriar de algumas ideias que levou ao Vídeo Show, e que não emplacaram. Homenagear artistas no palco, diante de uma plateia, não funcionou no diário, mas pode funcionar num semanal. Além disso, tem tudo a ver com a proposta do Estrelas. Fora que Angélica tem mais traquejo para comandar este tipo de atração que Zeca Camargo. É uma ideia.

Já Zeca, levado ao Vídeo Show pelo mesmo Waddington, pode sair do programa, que volta ao núcleo de Boninho em 2015. Há quem diga que o apresentador tem chances de emplacar uma nova atração no núcleo de Waddington, já que sua volta ao jornalismo, dizem, está descartada. Enquanto isso, Boninho declarou recentemente que ainda não sabe como ficará o Vídeo Show sob suas mãos. No entanto, Cissa Guimarães declarou recentemente que recebeu convite para voltar ao comando da atração. Ou seja, é possível que o vespertino ensaie uma interessante volta ao passado. Quer uma dica, Boninho? Traga Marcio Garcia para a ancoragem. Marcio é bom, vem sendo mal aproveitado nas novelas, e mandou muitíssimo bem quando cobriu as férias de Miguel Falabella no Vídeo Show num passado distante. Fica a dica!



Escrito por André San às 19h50
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Séries em Série: "The Good Wife" tem participação especial de Zach Woods

O Canal Universal exibe no dia 18 de dezembro, quinta-feira, às 23h, o 18º episódio inédito da quinta temporada de The Good Wife, que conta com participação especial de Zach Woods (The Office), Michael J. Fox (De Volta Para o Futuro), Tobias Segal (MIB: Homens de Preto 3) e Michael Kostroff (The Wire).

Em "All Tapped Out", Clarke (Nathan Lane) tem suas ligações grampeadas pela Agência de Segurança Nacional (NSA). Os membros da instituição escutam sua conversa com Cary (Matt Czuchry), em que ele revela que Alicia (Julianna Margulies) planeja uma fusão com a Lockhart/Gardner. Magoado, o advogado decide tomar decisões sozinho, na ausência de Alicia. Jeff (Zach Woods), que trabalha na NSA, está preocupado com uma investigação interna de vazamento. O funcionário escuta uma outra conversa entre Alicia e Finn (Matthew Goode), na qual o procurador diz que trocaram seu computador para investigá-lo. Quando a advogada confronta James Castro (Michael Cerveris), o promotor público diz que todos os casos anteriores de Finn estão sendo verificados.

Enquanto isso, Cary exige de Diane (Christine Baranski) três anos de receitas integrais da empresa ChumHum para que a fusão entre as firmas aconteça. Em uma reunião, David Lee (Zach Grenier) revela que procurou Louis Canning (Michael J. Fox) para ser sócio na empresa. Kalinda (Archie Panjabi) se revolta contra a chegada de Canning, que diz ser o novo Will. Porém, ele consegue fazer com que Diane o aceite. Jeff pede a Cary para representá-lo, pois acredita que será acusado do vazamento de informações. Alicia discute com o advogado, pois acredita que não devem aceitar nenhum caso que tenha envolvimento do governo. Ela também descobre que Canning se unirá à Lockhart/Gardner e que sua firma pode perder a ChumHum, um cliente valioso.

Cary aconselha Jeff a dizer a verdade sobre ter levado informações confidenciais para casa e, ao mesmo tempo, espalhar na agência um boato sobre seu supervisor, Charles Froines (Michael Kostroff). Em uma sessão disciplinar, Castro diz que Jeffrey (Hunter Parrish) atirou em Will porque Finn o havia mandado para a detenção geral. Alicia fica abalada devido à revelação.

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Escrito por André San às 19h49
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"Master Chef" e "Cozinha Sob Pressão": culinária na TV brasileira

E a TV brasileira descobriu os reality shows de culinária. Depois de explorar à exaustão as competições de convivência, sobrevivência, de talentos, de dança, canto, moda e comportamento, entre tantos outros, os canais nacionais, em 2014, passaram a explorar o filão da cozinha. Neste ano, SBT e Band apostaram no segmento, e ambas se deram bem com Master Chef, um dos melhores programas do ano, e Cozinha Sob Pressão, também com suas qualidades. O formato, que já fazia sucesso lá fora e nos canais pagos do país, agora chega à TV aberta.

Não que fosse uma novidade absoluta. Competições de culinária já estavam na pauta de programas que vivem da cozinha, como o quadro Super Chef, do Mais Você. A grande novidade é o fato de a culinária agora vir como protagonista de competições e chegar ao horário nobre com status. Nesta reta final da atração da Band e do SBT, percebe-se que as apostas foram certeiras, e os dois canais colheram bons frutos e pretendem repetir a dose no ano que vem.

Com repercussão mais modesta, até pela faixa horária de exibição mais escondida, o Cozinha Sob Pressão cumpriu sua missão na grade do SBT. Foi, antes de mais nada, um programa feito para vender. O sucesso comercial foi o grande trunfo do programa pilotado pelo chef Carlos Bertolazzi. No quesito audiência, a atração não explodiu, mas também não foi ruim. Atingiu a meta prevista pelo SBT que, ao apostar no início da noite de sábado, tinha a missão de manter os índices de audiência do Supernanny, programa que era exibido neste mesmo horário anteriormente. O horário é complicado, mas Cozinha Sob Pressão acabou servindo como uma alternativa à fraquíssima programação de sábado das televisões em geral.

Além disso, serviu como um bom entretenimento. Carlos Bertolazzi é o comandante um tanto carrasco  da competição, fazendo as vezes de chef malvado e impiedoso que tem o objetivo de infernizar a vida dos competidores, todos chefs de cozinha que precisam tocar o serviço de um restaurante. A ideia é que os participantes vivam como numa cozinha profissional legítima, e saibam lidar com a pressão constante do chef, que não os deixa em paz. Tal situação rende alguns momentos de humilhação gratuitas, várias desnecessárias, mas também empolga o espectador, que se envolve numa competição acirrada e emocionante. Um bom programa.

Mas a atração do SBT não chegou ao status do Master Chef, da Band, cujo último episódio desta primeira temporada vai ao ar amanhã, dia 16, à noite. O programa foi o grande acerto da Band neste ano de 2014, um ano marcado por uma série de apostas equivocadas. No programa, Ana Paula Padrão está à frente de um grupo de aspirantes a chef que, a cada desafio, precisam convencer um trio de jurados um tanto exigentes de que são capazes de mandar bem na cozinha. Henrique Fogaça, Erick Jacquin e Paola Carosella compõem a temida bancada julgadora, e são eles os principais responsáveis pelo sucesso do programa.

Assim como qualquer outro júri de televisão, os três cumprem papéis distintos em Master Chef. Fogaça é o mais sério, Paola é a mais fofa, e Erick é o mais bravo. No entanto, tais papéis não são cumpridos sempre à risca, e é este o grande charme desta equipe de avaliadores. Os três sabem agir com humanidade nas mais variadas situações, mas também sabem ser duros quando a ocasião exige. Sendo assim, por mais que o espectador esteja habituado com o perfil dos três, ele pode ser sempre surpreendido por uma reação inusitada de algum deles. E é este elemento surpresa que torna o Master Chef uma grande diversão.

Mas não são eles, sozinhos, que fazem o sucesso do Master Chef. O programa é muito bem realizado, com cenografia, iluminação e direção impecáveis. A edição consegue manter um bom ritmo, envolvendo o espectador na disputa, e não é difícil se pegar torcendo por este ou aquele candidato. O ritmo é tão bom que seu tempo de duração de quase duas horas, que poderia ser um problema, acaba não cansando o público. E há ainda Ana Paula Padrão, que empresta sua credibilidade ao programa e amarra as situações competentemente.

Num tempo que os realities mais tradicionais por aqui andam mal das pernas (Big Brother Brasil e A Fazenda tiveram suas piores edições neste ano), atrações como Cozinha Sob Pressão e, principalmente, Master Chef, chegam para dar uma necessária lufada de novidade na TV aberta do Brasil. 



Escrito por André San às 15h34
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TV Paga: Viva exibe temporada 2003 de "Malhação"

A nova temporada de Malhação, que estreia dia 19 de janeiro, às 13h, no Viva, traz a oportunidade dos fãs da atriz Daniele Suzuki relembrarem sua personagem Miyuki, que alavancou a carreira da atriz durante a temporada de 2003 do folhetim. Coincidentemente, Daniele participa da atual temporada da novelinha, na pele de Roberta, uma sedutora professora de nado sincronizado.

Além de mostrar o início de carreira de Daniele, a trama destaca Sérgio Marone e Manuela do Monte (a atual Carol de Chiquititas), nos papéis do casal Victor e Luísa, que vivem uma conturbada história de amor. Também no elenco, nomes como Maitê Proença, José de Abreu, Evandro Mesquita, Nathalia Rodrigues, Alexandre Slaviero, Totia Meirelles, Paulo César Grande, Paulo Nigro, Maria Flor, Jorge de Sá, Marilu Bueno, entre outros.

Um encontro ao acaso une o casal Victor (Sérgio Marone) e Luísa (Manuela do Monte). Graças a uma troca durante uma revelação de fotos, os protagonistas vivem o romance central da temporada 2003 de "Malhação". Por conta de um erro cometido por um laboratório fotográfico, Victor pega as imagens de Luísa, e ela, as dele. E é através das fotos, sem ao menos se conhecerem pessoalmente, que os dois se apaixonam. O romance é selado ao descobrirem que estudam no mesmo colégio, o Múltipla Escolha. Porém, a história de amor é ameaçada pela inveja de Carla, vivida por Nathalia Rodrigues. A vilã, que é prima de Luísa, sustenta uma atração obsessiva por Victor, e vai fazer de tudo para separar o casal.

Além das intrigas de Carla, um acidente envolvendo as famílias do casal também abala o relacionamento dos pombinhos. Paulo (José de Abreu), pai de Luísa, é um jornalista premiado e polêmico. Já Rômulo, vivido por Evandro Mesquita, é o pai de Victor e especialista em informática. Amigos no passado, e sem saber do namoro dos filhos, eles se reencontram durante uma viagem. Na mesma noite, sofrem um acidente de carro. Rômulo consegue salvar a vida de Paulo, mas morre em seguida. Após a tragédia, Paulo se aproxima da família do falecido e, com o tempo, se envolve com a viúva, Daniela (Maitê Proença), que é diretora do Múltipla Escolha. Victor não aceita o romance da mãe e passa a odiar Paulo e é alimentado pela maldade de Carla, que o incentiva a acreditar que o jornalista foi o culpado pelo acidente com seu pai.

Contato: andresantv@yahoo.com.br . 



Escrito por André San às 15h33
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Tardes da Globo seguem alvo de especulações

Desde que a direção da Globo avisou que sua grade não é mais “imexível”, a bolsa de boatos ficou em polvorosa. Confirmando sua nova política, a emissora, em 2014, inverteu os horários da Sessão da Tarde e do Vale a Pena Ver de Novo. Assim, logo choveram especulações de que, com a queda de audiência das sessões de filmes na TV aberta, a matiné da emissora estaria com os dias contados. E que não demoraria para que um novo programa fosse formatado para substituir os filmes.

Aí começou o festival de apostas sobre o nome que estaria à frente de tal atração. Fernanda Lima sempre foi a favorita e, para muitos, estava praticamente certo que a dona do SuperStar e do Amor & Sexo assumiria um programa vespertino de auditório na grade diária da emissora. A ideia perdeu força quando Patrícia Poeta anunciou que deixaria o Jornal Nacional para se dedicar a um novo produto da linha de shows. Foi o que bastou para que se concluísse que era Poeta, afinal, o nome a ocupar a vaga deixada pelos filmes açucarados do horário da tarde. Até agora, nem sinal do tal novo programa, mas um terceiro nome acaba de surgir entre as apostas: nada menos que Xuxa Meneghel.

É o encontro de duas “novelas”. A novela sobre que programa ocupará a tarde da Globo num futuro próximo se encontra com a novela sobre o destino da “rainha dos baixinhos”. Nas últimas semanas, muito se falou que Xuxa estava prestes a assinar com a Record e deixar a emissora carioca. A notícia ganhou força quando a própria direção da Record confirmou as conversas com Xuxa, e chegaram a afirmar que já tinham um projeto prontinho para a apresentadora tocar. Com isso, segundo o colunista Ricardo Feltrin, a direção da Globo resolveu convocar Xuxa e um grupo de estudos para definir seu provável destino no canal dos Marinho. Como o blog analisou anteriormente: a Globo dificilmente abrirá mão de sua estrela, por mais que não haja nenhuma perspectiva concreta para ela.

Feltrin afirma que foram duas as ideias apontadas: Xuxa poderia comandar um programa nas tardes de segunda a sexta, ou voltar a ocupar as manhãs de sábado. O jornalista afirmou ainda que tais projetos, caso fossem adiante, só sairiam do papel em 2016, o que confirma a tese de que a loira poderia ficar afastada da telinha por mais um ano. No entanto, as notícias ainda são desencontradas, já que José Armando Vanucci, da Rádio Jovem Pan, chegou a afirmar que Xuxa voltaria ao vídeo em breve, num programa de temporada com embalagem de “verão”. Seria a volta da casa de praia da Xuxa, que marcou os últimos episódios do extinto TV Xuxa?

Ou seja, tudo ainda está muito obscuro. Xuxa pode voltar no verão, ocupar a grade diária ou semanal em 2016, ou ainda migrar para a Record. O jeito é dar ainda mais tempo ao tempo para ver o que realmente acontece. Sobre todas as possibilidades apontadas, ainda me parece mais interessante Xuxa retornar às manhãs de sábado da Globo. Afinal, o TV Xuxa semanal estreou ali, e, depois de um tempo cambaleante, se consolidou e passou a apresentar resultados interessantes na faixa, chegando aos 10 pontos de média no Ibope. Além disso, iria ao encontro da própria vontade da Globo de extinguir a TV Globinho e exibir um programa familiar no horário. Um semanal com Xuxa me parece uma ideia bem melhor que edições do Mais Você e do Encontro comandados por apresentadores-substitutos. Não é?



Escrito por André San às 18h58
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Tele-Sessão: Megapix exibe "Especial Jason Bourne"

Na segunda-feira, dia 15, vai ao ar o Especial Jason Bourne com os três primeiros filmes da franquia em que Matt Damon interpreta um agente secreto que perdeu a memória. A maratona começa às 15h55 com A Identidade Bourne. Em seguida tem A Supremacia Bourne (18h10) e, para fechar, O Ultimato Bourne às 20h15.

No primeiro filme da franquia, A Identidade Bourne, Jason Bourne (Matt Damon) é um agente do governo que perde a memória depois de falhar numa missão. Depois de ser encontrado quase morto, a única pista que tem é o número de uma conta bancária em um chip dentro do seu corpo. A partir disso, Bourne começa uma investigação para descobrir sua identidade.

Em seguida tem A Supremacia Bourne. Jason Bourne (Matt Damon) está de volta e continua em busca de sua verdadeira identidade. Após ser perseguido por um assassino russo, ele terá que sair de seu esconderijo e, com isso, torna-se o principal suspeito de um ataque contra agentes da CIA.

Para fechar a sequência, vai ao ar O Ultimato Bourne. Um novo programa desenvolvido pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos cria uma nova geração de assassinos. Por isso, Jason Bourne (Matt Damon) torna-se uma ameaça que deve ser eliminada de uma vez por todas. Mas para Bourne, essa é a oportunidade de descobrir quem realmente é e o que fizeram com ele.

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Escrito por André San às 18h57
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Cora mudou: Marjorie Estiano reassume personagem em "Império"

Na última semana, uma reviravolta surpreendeu os telespectadores de Império, novela das nove da Globo. Drica Moraes, intérprete da vilã Cora, uma das protagonistas da obra, precisou deixar a trama por questões de saúde. Em seu lugar, entrou Marjorie Estiano, atriz que deu os primeiros passos da personagem na primeira fase da novela e, portanto, um rosto familiar dos espectadores da trama. A mudança pegou todo mundo desprevenido, e não faltaram críticas ao autor Aguinaldo Silva, acusado de “forçar a amizade” para justificar a mudança de estampa da vilã.

Realmente, não é fácil assimilar uma mudança de rosto tão profunda num personagem de novela, ainda mais numa novela nacional. Se fosse trama mexicana era mais fácil de engolir, afinal, ali não é incomum um personagem, do nada, acordar com o rosto completamente modificado. Acho até interessante este desprendimento das produções do México, pois deixa claro que, para a produção do folhetim, o personagem é maior que o ator que o interpreta. Sendo assim, se for necessário substitui-lo para o bom andamento da obra, assim será. Lembra da versão original de Carrossel, que teve dois Firminos? Ou Cúmplices de um Resgate, trama na qual as gêmeas vividas por Belinda ganharam a faceta de Daniela Luján? Enfim, exemplos não faltam. Em séries americanas, isso também acontece com frequência.

No Brasil, por mais que vários especialistas em TV afirmaram que também não é a primeira vez, a verdade é que não estamos acostumados com isso. Houve substituições mais emblemáticas num passado distante, sim. Mas já faz anos e anos que tal manobra não acontece, e parecia impossível que aconteceria, dado a exigência do espectador, cada vez mais observador e cobrando tramas com alguma coerência. Muitos críticos se lembraram, por exemplo, que Débora Falabella foi substituída pela irmã, Cinthia Falabella, em cenas importantes de O Clone. Mas não enfatizaram que o rosto da personagem Mel não foi focalizado em nenhum momento em tais cenas. Ela aparecia de costas ou de perfil, e havia o cuidado da direção de não aproximar a imagem. Assim, ao espectador menos atento, a troca de atrizes passou praticamente despercebida.

No caso de Império, a coisa foi mais radical, afinal Cora é a vilã da novela e ainda tem muito o que aprontar até os capítulos finais, previstos para março. A troca causou comoção, e não poderia ser diferente. No entanto, analisando friamente, podemos chegar à seguinte pergunta: que saída Aguinaldo Silva e seus colaboradores tinham? Cora é peça-chave da trama, e a história precisa seguir. Silva poderia ter recorrido à substituição de personagens, como em Negócio da China ou Kubanacan, por exemplo. Na trama de Miguel Falabella, Fabio Assunção deixou a história e seu personagem, Heitor, acabou morrendo. Em seu lugar, o segundo mocinho da história, João (Ricardo Pereira), foi promovido, e Otávio, vivido por Dalton Vigh, entrou em cena. Já na saga de Carlos Lombardi, Humberto Martins, que vivia Carlos Camacho, precisou se ausentar por vários capítulos e seu personagem sumiu. Entrou na história Celso Camacho (Marco Ricca), seu irmão.

Mas, no caso de Império, como fazer? Como sacar da cartola uma vilã que pudesse substituir Cora assim, do nada? Sendo assim, o autor foi ousado ao trazer do passado a Cora jovem e colocá-la ali, diante de seus colegas de cena “envelhecidos”. Entretanto, recorrer a uma terceira atriz para fazer as vezes da vilã pareceria ainda mais bizarro. É esquisito Cora rejuvenescer sem maiores explicações? Claro que é. Mas seria ainda mais estranho a novela seguir sem a personagem, ou outra atriz entrar em cena. Se, infelizmente, não podemos ter a maravilhosa Drica Moraes à frente da personagem que construiu com perfeição, que venha então a bela e talentosa Marjorie Estiano, que também já havia feito uma Cora jovem memorável. O jeito é confiar no talento e na experiência de Aguinaldo Silva, que, convenhamos, é um craque. Ele deve saber o que está fazendo. No mais, ficamos na torcida da pronta recuperação de Drica e desejamos toda a sorte do mundo à Marjorie, duas atrizes da melhor qualidade.



Escrito por André San às 19h09
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Séries em Série: Em "Stalker", socialite é vítima de um perseguidor misterioso

O Canal Universal exibe no dia 18 de dezembro, quinta-feira, às 22h, o sexto episódio inédito da primeira temporada de Stalker, que conta com as participações especiais de Jessica Tuck (True Blood), Alex Carter (CSI: Crime Scene Investigation) e Caity Lotz (Arrow).

Em "Love Is a Battlefield", um stalker invade a casa da socialite Andrea Brown (Jessica Tuck) durante um jantar e deixa mensagens grosseiras pintadas nas paredes da casa. O principal suspeito é o ex-marido da vítima, Kenneth (Alex Carter), um agente imobiliário que perdeu parte da fortuna para a esposa. Enquanto isso, Jack (Dylan McDermott) se encontra com seu filho Ethan (Gabriel Bateman) escondido de Amanda (Elisabeth Röhm). Trent (Warren Kole), o namorado de Amanda, começa a desconfiar do acontecimento.

Andrea quer que Kenneth, que já havia a atacado antes, seja preso como precaução, já que ele desobedeceu uma ordem de restrição. Mas o suposto agressor e a nova esposa Melissa (Caity Lotz) negam que ele tenha saído de casa na noite do crime. Melissa diz que Andrea é quem realmente tem atormentado o casal e não o contrário. E Beth (Maggie Q) acredita que Kenneth pratica os crimes para se manter próximo da ex-mulher. Enquanto organiza um evento beneficente, Andrea recebe uma caixa contendo seu cachorro morto. Os detetives começam a desconfiar que a nova esposa de Kenneth pode ser a verdadeira culpada pelos crimes.

Melissa, que já havia sido presa pela invasão da casa de um ex-namorado, tem um colapso nervoso durante um interrogatório. Ao mesmo tempo, Andrea é atacada em um estacionamento. Amanda descobre que Jack foi até sua casa e lhe dá um ultimato. A mulher revela que ele dormiu com a principal testemunha de um caso. Jack ainda recebe ameaças de Trent, que não sabe que Ethan é filho do detetive.

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Escrito por André San às 19h07
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Principal aposta da Band em 2014, "Tá na Tela" sai do ar

Demorou menos do que o previsto. Tá na Tela, vespertino da Band que estreou já com “jeitão” de que teria vida curta, confirmou tais expectativas e teve seu fim decretado na tarde de ontem, dia 6. A emissora, em comunicado, anunciou que a atração de Luiz Bacci se despede da grade no fim de dezembro, e o apresentador assume em janeiro a edição nacional do Café com Jornal, das 8h às 9h30. “Bacci é uma peça chave, que sai da tarde para compor a nossa estratégia de fortalecer o jornalismo logo no inicio do dia”, diz o diretor-geral de conteúdo Diego Guebel no comunicado divulgado pela Band.

Ou seja, querem fazer parecer que se trata de uma espécie de “nova missão” para Luiz Bacci, mas é óbvio que não é bem assim. Afinal, para fortalecer as manhãs, a emissora irá extinguir um produto vespertino que, bem ou mal, havia aumentado a audiência da Band nas tardes. O TELE-VISÃO, anteriormente, havia opinado que tal audiência parecia instantânea, dado o conteúdo apelativo do Tá na Tela, e que a tendência era de queda. No entanto, justiça seja feita, tal queda ainda não havia acontecido. Sim, houve dias que o Tá na Tela caiu, mas, no geral, a atração ainda vinha marcando mais audiência que as apostas anteriores da Band nas tardes.

Segundo o site Notícias da TV, a Band deve extinguir outros três programas de sua atual grade. Além do Tá na Tela, também devem sair de cena o Sabe ou Não Sabe?, o Polícia 24H e o tapa-buracos Zoo. Por enquanto, a Band confirma apenas o final do Polícia. No entanto, caso se confirme o fim do game-show de André Vasco, aí sim as tardes da Band ficarão jogadas ao deus-dará, já que o programa formava uma dobradinha com o show de Bacci. Enquanto isso, as manhãs do canal terão seu jornalismo ampliado com a criação da edição nacional do Café com Jornal, nova missão de Bacci, das 8h às 9h30. Num horário propício aos jornalísticos, Bacci terá a chance de criar seu próprio público, mas também será jogado aos leões, pois baterá de frente com o Bom Dia Brasil, o Notícias da Manhã e o Fala Brasil, todos com audiência consolidada. Missão espinhosa.

E, mesmo considerando que Luiz Bacci seja bem-sucedido em tal missão e consiga ampliar os índices de audiência matinais da Band, ainda assim o canal terá seus desafios. Isso porque, na nova grade de janeiro, o Café com Jornal de Bacci entregará o horário para o Dia Dia, de Daniel Bork, programa que existe há séculos e que nunca disse a que veio. Ou seja, caso Bacci entregue os índices em alta para Bork, os números fatalmente cairão em seguida, comprometendo o desempenho das demais atrações da emissora. Não adianta nada apostar numa alavanca com potencial se a grade não conseguir sustentar tal catapulta.

Toda essa situação expõe a tremenda falta de planejamento da Band. Contratado a peso de ouro, quando ainda tinha contrato vigente com a Record, Luiz Bacci chegou ao canal com status de “salvação da lavoura”. Ingenuamente, a direção da Band acreditou que o “menino de ouro”, alcunha criada por Marcelo Rezende, traria para si os bons índices de audiência que registrava à frente do Balanço Geral SP, atração “jornalística/entretenimento” da hora do almoço da Record. Para isso, ofereceu ao jovem apresentador a possibilidade de realizar seu grande sonho, que era comandar um programa de auditório. Bacci aceitou o desafio e, para cumprir tal promessa, a Band formatou uma espécie de “Balanço Geral com auditório”, ou seja, apenas incluiu uma plateia num programa que combinava, de maneira duvidosa, jornalismo e variedades. Nasceu o Tá na Tela.

Como dito acima, a atração conseguiu elevar os índices de audiência das tardes da emissora, mas, ao que parece, o canal não ficou satisfeito com os resultados. E agora, no fim de 2014, é grande a preocupação da Band, e também das demais emissoras, com uma provável crise, que pode atingir a publicidade de todos os canais e, consequentemente, diminuir as receitas. Assim, todas as emissoras pretendem pisar no freio e definir com mais cautela seus próximos investimentos. E o Tá na Tela, justamente, entrou na linha de frente dos cortes de orçamento. Com a ida de Bacci para o Café com Jornal, acontece aí uma boa economia, pois o noticioso matinal já tem sua produção montada, que apenas terá de “espichar” suas atrações. Obviamente, o canal terá ainda que lidar com o salário gordo do apresentador, mas, ao menos, economiza com sua produção.

Ou seja, torna-se evidente que a Band não soube se planejar adequadamente e se precipitou ao oferecer um gordo salário a Luiz Bacci, colocando-o como sua grande aposta. Nada contra Bacci, que é um jovem talentoso e promissor, sim, mas seu nome valia mesmo tanto investimento, ainda mais num momento de tantas incertezas? Sua contratação foi imediatista e, agora, a Band se vira como pode para justificá-la. E Bacci também foi precipitado ao mudar de emissora, pois vinha em ascendência na Record, e com grandes possibilidades de continuar crescendo ali. A Band, novamente, promete para março a estreia do segundo programa que lhe foi prometido, um game show nas noites de domingo. Agora é esperar pra saber se tal projeto sairá mesmo do papel. E, caso saia, se terá fôlego para bater de frente com Silvio Santos e companhia.

Assim, Tá na Tela, atração criticada desde a estreia, sai de cena de maneira melancólica. E o pior: deixa um espaço vazio nas tardes da emissora. O canal ainda não anunciou o que exibirá no horário, mas já se pode esperar uma enxurrada de enlatados, como Os Simpsons, Futurama e cia bela. Fica a sugestão: já que a programação infantil da manhã será encolhida (ou extinta) com a estreia do Café com Jornal nacional, a faixa Band Kids poderia retornar à tarde, não? No cardápio, Power Rangers e animações japonesas aos baldes, com o resgate de títulos como Cavaleiros do Zodíaco e Yu Yu Hakusho. Não custa sonhar...



Escrito por André San às 13h29
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Tele-Sessão: "Os Homens São de Marte... e é Pra Lá que Eu Vou!" no Telecine

Vista por mais 1,7 milhão de pessoas no cinema, a comédia romântica Os Homens São de Marte... e É Pra Lá Que Eu Vou! chega à Rede Telecine no dia 6 de dezembro. Dirigido por Marcus Baldini, o filme é uma adaptação do monólogo "arrasa-quarteirão" escrito, produzido e protagonizado por Monica Martelli, que levou mais de dois milhões de pessoas ao teatro. Em cena, a atriz - que é corroteirista do longa - retrata com humor e sensibilidade o desespero de uma mulher que, mesmo sendo linda e bem-sucedida, ainda não viveu um grande amor.

Solteira aos 39 anos, Fernanda (Mônica Martelli) trabalha como organizadora de festas de casamentos. A boa performance profissional não se repete nos relacionamentos e essa contradição a aflige mais e mais a cada dia. Na companhia dos amigos Nathalie (Daniele Valente) e Aníbal (Paulo Gustavo), ela não perde as esperanças e encara situações inusitadas e engraçadas para encontrar o homem dos seus sonhos.

O longa vai ao ar neste sábado, 6, às 22h, no Telecine Premium, e neste domingo, 7, às 20h, no Telecine Pipoca.

Contato: andresantv@yahoo.com.br . 



Escrito por André San às 13h28
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Por onde andam Tereza Seiblitz e Júlia Feldens?

Sou destes que gosta de reparar em trabalho de atores e atrizes que poderiam passar despercebidos pela maioria. Por exemplo: Maria Eduarda de Carvalho. Ela surgiu como uma secretária, quase figurante, em Paraíso Tropical. Mas aí fez uma cena em que conversava bêbada com Marion Novaes (Vera Holtz), e foi tão engraçada que, a partir daquele momento, eu torci pra que ela não sumisse das telinhas. Sorte nossa que ela não sumiu! Vibrei quando ela surgiu como a “puxa-saco” da Maitê Proença na insossa Três Irmãs, e, depois, vieram outros trabalhos bacanas em Tudo Novo de Novo, A Vida da Gente, Lado a Lado e, recentemente, em Em Família. Agora ela estará em Sete Vidas, próxima das seis. Eba!

Assim como caí de amores pela Maria Eduarda em Paraíso Tropical, também gostei demais quando Júlia Feldens apareceu vivendo a doce Juliana em Força de um Desejo. Também torci para que ela não parasse por ali, e ela não parou: veio a inesquecível Ciça, da maravilhosa Laços de Família. Alçada ao primeiro time, Júlia havia sido convidada para protagonizar A Dança da Vida, novela das seis de Maria Adelaide Amaral que acabou engavetada. Assim, os atores que já haviam sido escalados foram aproveitados em Coração de Estudante, trama de Emanoel Jacobina que ocupou a vaga da novela cancelada. Júlia estava lá. E se A Dança da Vida não rolou, Júlia não deixou de trabalhar com Maria Adelaide Amaral, e viveu Maria Laura, a narradora da minissérie Um Só Coração. Porém, depois disso, sumiu, infelizmente. Certa vez, aqui mesmo no blog, lancei a pergunta de por onde ela andava, e uma leitora me respondeu que a encontrou num voo certa vez, e descobriu que ela havia deixado a TV para se dedicar à família, e vivia no sul do país.

Quem também sumiu, e no auge, foi Tereza Seiblitz. A talentosa atriz surgiu em Barriga de Aluguel, vivendo a antagonista Laura, e depois emplacou papéis coadjuvantes em Pedra Sobre Pedra e Renascer, até ser alçada ao posto de protagonista em Explode Coração, onde deu vida à lendária cigana Dara. Ao contrário do parceiro de cena Ricardo Macchi, criticado intensamente pela sua interpretação pífia de cigano Igor (o nome até virou sinônimo de interpretação robótica), Tereza foi elogiada e fez muito sucesso na pele da cigana. Porém, inexplicavelmente, Tereza Seiblitz simplesmente sumiu logo após ter feito seu papel mais importante.

A trajetória da atriz me lembra a de Giovanna Antonelli, por exemplo. Giovanna fez uma série de coadjuvantes, sem lá muito destaque, até vir a fama como a Capitu, de Laços de Família. Dali, foi direto estrelar O Clone, onde explodiu como a muçulmana Jade. Daí em diante, Giovanna permaneceu no primeiro time, emplacando um trabalho atrás do outro. Ou seja, seria o caminho natural de Tereza, mas não foi o que aconteceu. Não se sabe exatamente o motivo do seu sumiço: afinal, foi escolha dela, ou não apareceram novos trabalhos? Sabe-se que Tereza Seiblitz recusou papéis em O Clone e em Estrela Guia, por exemplo, o que nos leva a concluir que pode ter sido uma decisão dela mesmo.

Não que ela tenha sumido completamente. Anos depois de Dara, Tereza Seiblitz retornou ao ar na Globo, vivendo a Débora, em Malhação 2002, atualmente em reprise no canal Viva. Mais uns anos depois, a atriz ressurgiu vivendo Ligia Salgado, a versão nacional de Linette Scavo de Desperate Housewives, em Donas de Casa Desesperadas, na RedeTV, e foi considerada a melhor atriz do elenco da série, que também tinha Lucelia Santos e Sonia Braga. Também repetiu a parceria com Gloria Perez em Amazônia – De Galvez e Chico Mendes, onde viveu Olguinha. Também fez participações em programas como Linha Direta e Casos e Acasos. Neste ano, gravou participação na série Milagres de Jesus, da Record, em episódio que deve ir ao ar em 2015. Alguém devia aproveitá-la numa novela inteira, não? Eu a tenho visto na reprise de Malhação e gosto tanto do trabalho dela... Volta, Tereza!



Escrito por André San às 18h21
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Mudando de Canal: Mariana Godoy assina com a RedeTV

A jornalista Mariana Godoy é a mais nova contratada da RedeTV. Nesta quarta-feira (3), ela esteve na sede do canal, em São Paulo, onde assinou contrato para comandar um talk show, produzido pelo núcleo de Jornalismo da emissora.

"Eu estou muito feliz. Escolhi a Rede TV porque me trouxe brilho nos olhos. Ainda vamos acertar um monte de coisas, mas nós vamos criar juntos. E o que mais me deixa animada é que as possibilidades são infinitas, é essa liberdade. Já encontrei vários amigos aqui pela redação. É desafio, é mudança, mas as perspectivas são todas boas, porque tudo vai ser diferente", disse Mariana.

Franz Vacek, superintendente de Jornalismo e Esportes da RedeTV, comemorou a chegada da jornalista ao canal. "É a grande contratação da minha gestão, um reforço para fortalecer o jornalismo da emissora em 2015. E o projeto não se encerra aí. Há outros nomes no radar para novos projetos”, afirmou.

Como eu havia dito em post recente, o jornalismo é um dos destaques positivos da RedeTV. Um talk show com Mariana Godoy me parece uma excelente ideia, que agregará ainda mais qualidade à programação jornalística da emissora. Quem dera se o entretenimento do canal seguisse o exemplo do jornalismo e também apostasse em qualidade...

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Escrito por André San às 18h20
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RedeTV vai lançar feminino matinal... de novo!

É difícil entender a cabeça dos programadores de algumas emissoras de TV brasileiras. Corre em diversos veículos especializados a informação de que a RedeTV está formatando um novo programa feminino que deve dividir as manhãs da emissora com o Você na TV, de João Kleber. Segundo consta, Iris Stefanelli e Heaven Delhaye são dois nomes já confirmados na nova atração, que deve ter ainda uma terceira comandante. Ainda não há data de estreia.

Tá tudo muito bom, tá tudo muito bem, mas... de novo? Desde que nasceu, a RedeTV tenta emplacar um programa feminino matinal, mas nada vai pra frente. Começou com o A Casa É Sua, ainda na época de Valéria Monteiro, que estreou matinal, mas migrou para as tardes cerca de duas semanas depois. Adiante, o canal formatou Elas, com Sula Miranda, para as manhãs, mas acabou encaixando a atração que ninguém se lembra na faixa das 12h30. Vida curta de novo.

Aí foi a vez do Bom Dia Mulher, que teve um sem-número de formatos e apresentadores. Solange Couto, Solange Frazão, Ney Gonçalves Dias, Amanda Françoso e Olga Bongiovanni passaram por ali. Aí veio o “lendário” Manhã Maior, que teve em seu elenco Keila Lima, Arthur Veríssimo, Regina Volpato e a “rainha das pérolas” Daniela Albuquerque. Por fim, veio o Se Liga Brasil, que Regina Volpato dividiu com Douglas Camargo e Heaven Delhaye.

Ou seja, além de voltarem a insistir no formato, ainda vão trazer de volta Heaven, que nunca disse a que veio em suas atrações anteriores (além do Se Liga Brasil, ela comandou o Nestlé com Você). A seu lado estará Iris Stefanelli, que, dizem, bateu o pé para deixar a reportagem do TV Fama e voltar a ser apresentadora. Conseguiu uma vaga ao lado de Zé Luis no Muito Show (aliás, outro programa sem razão nenhuma de existir), e, desde então, pipocam boatos dando conta que a dupla não se dá nada bem. Pois bem, logo a dupla será desfeita, já que Iris deve migrar para o novo matinal.

A RedeTV parece não saber bem o que quer. Mesmo tendo apostado em femininos matinais ao longo de toda a sua existência e ver todos naufragarem, ainda insistem na ideia. Nada contra, desde que viessem com uma ideia original e interessante e, além disso, tivesse à frente nomes verdadeiramente queridos do público brasileiro. Não que Iris e Heaven sejam ruins, mas me parecem longe da proposta de fazer um programa que crie identificação com a dona de casa. A emissora poderia fazer diferente. Já pensou, por exemplo, que bacana seria trazer Silvia Poppovic de volta à TV com seu programa, na faixa matinal? Um nome forte, num formato consagrado e que tem a ver com o público a que se destina. Talvez não estourasse na audiência, mas, no mínimo, atrairia a atenção de bons anunciantes.



Escrito por André San às 17h46
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