"Fina Estampa" se perde ao enveredar para o absurdo

Na última semana, a malvada Tereza Cristina (Christiane Torloni) deu de cara com uma morta: a jornalista falecida Marcela (Suzana Pires) surgiu vivinha da silva, disposta a desmascarar a terrível vilã de Fina Estampa. Mas espere: não é jornalista, e sim sua irmã gêmea justiceira, da qual ninguém sabia da existência. Ou seria a própria Marcela, que deu uma de Bia Falcão (Fernanda Montenegro), forjou a própria morte e agora voltou com essa balela de irmã? Mais um mistério para a reta final de Fina Estampa. E mais uma prova de que a trama de Aguinaldo Silva foi feita para não se levar a sério.

O enredo está cada vez mais absurdo. Além da volta de Marcela (ou não), Fina Estampa nos brinda com as toscas tentativas de atentados contra os filhos de Griselda (Lília Cabral), orquestradas, claro, pela terrível Tereza. Entre uma tentativa de assassinato e outra, a megera rola pelos lençóis de seda que encobrem a cama de sua suíte máster com Pereirinha (José Mayer), um tipo ogro que parece mais uma tiração de sarro dos personagens pegadores que Mayer acumulou durante sua carreira.

Tereza Cristina faz inúmeras referências à Nazaré Tedesco (Renata Sorrah, em Senhora do Destino), fazendo vítimas e mais vítimas rolarem pelas escadas de sua casa (é tão fácil assim morrer escada abaixo, gente?). Enquanto isso, Pereirinha diz que, se fosse galã de novela, pegaria todo mundo. Isso sem falar na tia Íris (Eva Wilma), que nada mais é que Maria Altiva Pedreira de Mendonça e Albuquerque, de A Indomada, ressurgida das cinzas (bem que ela disse que voltaria, né?). E assim Fina Estampa vai se construindo, absurdo após absurdo, e a cada novo absurdo, crescem os índices de audiência.

Aguinaldo Silva, o autor, parece mesmo disposto a massagear o próprio ego em Fina Estampa. Além das inúmeras referências a si mesmo e à sua obra, o autor parece se deliciar criando uma novela xarope, porém a prova de erros. Pra que coerência se a audiência está nas alturas, não é mesmo? Assim, o autor se diverte ao apresentar uma obra que parece ser escrita no piloto automático, onde tudo parece uma grande gozação. Nada contra uma novela satírica: Tempos Modernos tentou, mas sem sucesso, ir pelo mesmo caminho. A diferença é que Tempos Modernos assumiu, desde o primeiro capítulo, que seria uma história non sense. Já Fina Estampa é non sense travestida de história séria. Aí complica.

Além disso, as referências a outras novelas de Aguinaldo parecem passar atestado de que Fina Estampa é uma colcha de retalhos mal costurada, aquém das obras as quais reverencia. Tereza, ao invocar Nazaré o tempo todo, perde sua força, expondo ao público o quanto ela está anos-luz atrás da megera de Senhora do Destino. Afinal, a rival de Maria do Carmo (Suzana Vieira) era igualmente terrível e irônica, mas esta tinha um motivo claro que a movia. Fora que mostrava uma ponta de humanidade ao adorar a “filha”, além de ter um carisma só dela. Já Tereza é apenas uma chata entediada, protegendo um segredo que, aparentemente, e tão tolo quanto sua própria trajetória.

Enquanto isso, a verdadeira Nazaré, que agora atende pelo nome de Danielle Fraser (Renata Sorrah), está numa trama paralela que, por ser bastante distante da trama principal, acaba aparecendo como secundária. Uma pena, pois é a única trama verdadeiramente interessante de Fina Estampa. Danielle, lá no seu cantinho, agiu feito o doutor Albieri (Juca de Oliveira), de O Clone, ao gerar o sobrinho numa barriga de aluguel sem o consentimento da própria, Ester (Julia Lemmertz). Ester, assim como a Deusa (Adriana Lessa), foi envolvida inocentemente nas artimanhas da cientista maluca e, agora, vai enfrentar uma briga para poder ficar com a filha, já que a mãe biológica Beatriz (Monique Alfradique), outra vítima da médica antiética, descobriu a verdade e ficou mexida ao saber que existe uma filha sua, cujo pai biológico é o falecido grande amor de sua vida.

Trata-se de uma clara mistura de Barriga de Aluguel e O Clone, mas não se contesta a força dramática deste enredo. Por isso mesmo, este núcleo devia ter mais visibilidade, até porque conta com intérpretes inspirados e foge do tom boboca da trama principal. Pena que nem tudo é perfeito: Aguinaldo tratou de juntar Danielle com Enzo (Julio Rocha), formando um casal constrangedor. Julio Rocha, definitivamente, não é um bom ator, e Renata Sorrah precisa cortar um dobrado para convencer neste romance sem pé nem cabeça. É uma dobradinha com cara de monólogo.

Aguinaldo Silva, novelista de respeito, assinou algumas das principais novelas da história da TV. Roque Santeiro, Vale Tudo, Pedra Sobre Pedra, Fera Ferida, A Indomada e Senhora do Destino enriquecem o currículo deste grande autor. No entanto, depois de escrever a interessantíssima, porém não tão boa de Ibope Duas Caras, o autor parece ter decidido não mais se arriscar e apenas se divertir. Fina Estampa tem o mérito de elevar a audiência do horário nobre, mas deverá ficar na história como a novela que homenageou o absurdo.  



Escrito por André San às 11h55
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Séries em Série: Warner estreia "Supernatural" e novas sitcoms

Na sexta temporada da saga de Sam e Dean Winchester, os limites da batalha entre o Céu e o Inferno ficaram cada vez mais confusos – e no season finale, o anjo Castiel, outrora seu grande aliado, proclama a si mesmo como o Deus de nossa realidade. E quem não se curvar a ele não terá qualquer outra destino que não seja a morte. É neste contexto que começa a aguardada sétima temporada de Supernatural, que a Warner Channel passa a exibir todas as quartas-feiras, às 22h, a partir da próxima quarta, 1°.

O grande problema é que Castiel (Misha Collins) não será o único obstáculo para a dupla nesta nova leva de episódios. Sam (Jared Padalecki) começa a ter apavorantes visões envolvendo um demoníaco personagem que o manteve prisioneiro por mais tempo do que devia. E Dean (Jensen Ackles) percebe claramente que existe um novo inimigo em seu encalço. Um inimigo misterioso e mais forte do que qualquer um que eles tenham enfrentado até então. Trata-se de uma ameaça contra a qual todas as suas armas, assim como seus conhecimentos do outro mundo, serão em vão. Para esta sétima temporada, a palavra-chave será “redenção”.

Além de Supernatural, a Warner terá mais estreias nos próximos dias. Tratam-se das comédias I Hate My Teenager Daughter e Are You There, Chelsea?. A primeira estreia na próxima quinta, 2, às 21h. Já a segunda estreia na quarta, 8, às 20h30.

Contato: andresantv@yahoo.com.br .



Escrito por André San às 11h53
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Reprise da reprise: "Chocolate com Pimenta" volta ao ar

A reprise da reprise de Mulheres de Areia já caminha para seu desfecho e, segundo o blog de Daniel Castro no R7, terá uma reprise da reprise como substituta. Chocolate com Pimenta, grande sucesso de Walcyr Carrasco no horário das seis em 2003, e que já teve repeteco em 2006, foi a escolhida para ser o próximo cartaz do Vale a Pena Ver de Novo.

Ainda segundo o blog de Daniel Castro, a Globo trabalhava com a ideia de que Páginas da Vida, de 2006, fosse a próxima atração da faixa, mas esbarrou no veto do Ministério da Justiça. Os cortes na trama de Manoel Carlos, realizados para adequá-la ao horário vespertino, não foi o suficiente para que a trama conseguisse o selo 10 anos, que a liberaria para qualquer horário. A solução, então, foi sacar uma nova exibição de Chocolate com Pimenta, que fez sucesso tanto na exibição original quanto na primeira reprise.

Escalar uma segunda reprise, e na sequência de outra trama também já exibida três vezes, é mais um sintoma da situação que este blog já comentou algumas vezes: a direção da Globo não gosta de reprisar novelas muito antigas (Mulheres de Areia foi exceção, não regra) e, das atuais, sobram poucos sucessos que realmente valem uma reprise. Na verdade, os “grandes sucessos” dos últimos anos se concentram na faixa das 21h, como Celebridade, América, Belíssima e Páginas da Vida. Mas todas esbarram na classificação indicativa.

Enquanto isso, a década de 2000 concentrou poucos sucessos às 19h, como Da Cor do Pecado, já reapresentada, Cobras & Lagartos e Caras & Bocas. Já às 18h, foram vários os sucessos, e a grande maioria já reprisada, como O Cravo e a Rosa, Alma Gêmea, Cabocla e Sinhá Moça. Da sequência de novelas de época bem sucedidas às seis, só mesmo O Profeta ainda não ganhou reexibição, embora tenha sido muito cotada para suceder Sinhá Moça em 2010 (acabou perdendo a vaga para a inexplicável reprise da bomba Sete Pecados). A faixa das seis voltou a fazer barulho a partir de Paraíso e suas sucessoras, como Escrito nas Estrelas, Cama de Gato e Cordel Encantado, mas reprisar qualquer uma delas agora seria precipitado.

Se a emissora optasse por uma trama que ainda não foi reprisada, sucesso e relativamente recente, o mais lógico seria a reapresentação de Cobras & Lagartos, uma bela novela das sete assinada por João Emanuel Carneiro. Mas a saga de Foguinho (Lázaro Ramos) deve esperar pelo retorno do retorno de Ana Francisca (Mariana Ximenes) e sua vingança contra os habitantes de Ventura. Mesmo sendo reprise da reprise, a Globo acertou na escolha, visto que Chocolate com Pimenta reúne uma boa história, personagens carismáticos e muita diversão. Na opinião deste blog, a melhor novela assinada por Walcyr Carrasco na Globo, de longe.



Escrito por André San às 11h11
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Tele-Sessão: "Cisne Negro" estreia no Telecine

Filme que rendeu à jovem Natalie Portman o Oscar de Melhor Atriz, em 2011, Cisne Negro chega ao Telecine na Superestreia, dia 28 de janeiro, às 22h. Dirigido por Darren Aronofsky (Réquiem Para um Sonho e O Lutador), o thriller psicológico tem como pano de fundo a montagem do balé O Lago dos Cisnes.

Nina (Natalie Portman) dança numa importante companhia novaiorquina e tem a vida dedicada à arte. Sua relação com o balé torna-se mais intensa e visceral quando ela é escolhida pelo diretor da companhia, Thomas Leroy (Vincent Cassel), para protagonizar O Lago dos Cisnes. Nos ensaios, Nina trilha um caminho instigante e perigoso na busca pela perfeição. Ela ainda tem que lidar com a ameaça de perder o papel para a sedutora Lily (Mila Kunis).

Portman fez por merecer o Oscar que ganhou, ao oferecer uma interpretação intensa, cheia de recursos que marcam todo o desequilíbrio de sua personagem. A direção e a edição acentuam a atmosfera que chega a perturbar o espectador, mesclando momentos reais e imaginários. Em vários momentos, não se distingue bem o que é real e o que é devaneio de Nina, que sofre calada enquanto briga para atingir a perfeição. Resumindo: um filme intrigante e envolvente.

Cisne Negro estreia neste sábado, 28, às 22h, no Telecine Premium e Telecine Premium HD; e no domingo, às 20h, no Telecine Pipoca e Telecine Pipoca HD.

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Escrito por André San às 11h10
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Com episódios semelhantes, SBT faz a festa dos fãs de "Chaves"

Quem diria que mesmo depois de praticamente 30 anos de exibição quase ininterruptas, o SBT ainda conseguiria surpreender os fãs de Chaves? Pois é justamente o que a emissora vem fazendo. Depois de trazer de volta alguns episódios considerados “perdidos”, que até viraram lenda urbana devido ao seu sumiço, agora a rede surpreende com alguns episódios inéditos da produção.

Quando Chaves foi homenageado num dos episódios do Festival SBT 30 Anos, no ano passado, foi explicado que alguns episódios deixaram de ser exibidos por falhas técnicas, e que outros saíram de circulação porque traziam enredo semelhante aos que estavam no ar. Parece que a explicação pública sobre o fato foi a deixa para que o SBT notasse, novamente, a força de seu principal curinga e, mais do que isso, a força que seus fãs de todo o país possuem.

Sendo assim, a operação resgate dos episódios desaparecidos começou ainda no ano passado quando, com toda a pompa, os tais “episódios perdidos” foram ao ar, dando a chance de muitos reverem (ou verem pela primeira vez) pérolas como o episódio dos “espíritos zombeteiros”. E agora foi a vez dos tais “episódios semelhantes” deixarem os porões da emissora rumo aos corações dos fãs afoitos.

O grande barato dos episódios semelhantes é que boa parte deles nunca havia ido ao ar. Suas tramas são velhas conhecidas, mas foram feitas em outra época, em outra situação e até envolvendo outros personagens. Ontem, 23, foi ao ar uma outra versão do episódio “O Terno do tio Jacinto”, em que, ao invés da “bruxa do 71”, aparece a “louca da escada”. Dona Edwiges, que aparece em apenas dois episódios de Chaves, faz as vezes de dona Clotilde, e é também apaixonada pelo seu Madruga.

Personagens pouco conhecidos, aliás, não são poucos nesta leva de episódios inéditos. Na semana passada, foi ao ar um episódio da escolinha, onde personagens como Malicha e Elisabete tinham voz ativa. Interessante notar também que, em alguns dos “novos velhos episódios”, Chiquinha aparece, digamos, mais “inchada”. É que Maria Antonieta de las Nieves, a intérprete da personagem, estava grávida. Dá pra reparar no barrigão escondido sob as vestes largas da menina.

O SBT continua mesclando os episódios clássicos com os semelhantes todos os dias, sempre a partir das 18h. Pra fã de Chaves nenhum botar defeito!



Escrito por André San às 11h45
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Séries em Série: O futuro de "Fringe"

Segundo informações do site O Capacitor, a série Fringe deverá ter seu futuro decidido nos próximos dias. A Fox - que exibe - está atualmente em negociação para uma possível quinta temporada com a Warner - que produz.

Ainda segundo o site, o canal deixou claro que quer continuar com o seriado, mas que os valores têm de mudar. A Fox quer que o valor do licenciamento que tem de pagar à Warner seja menor por episódio. Há algumas semanas, Kevin Riley, presidente de entretenimento da Fox, disse que do jeito que está hoje o canal perde dinheiro com Fringe.

O site informou ainda que a Warner quer que a série chegue ao centésimo episódio, o que aconteceria se Fringe emplacasse um quinto ano. Mas, caso isso não aconteça, Fringe terá sim um desfecho decente, pois os produtores trabalham com a possibilidade do fim abrupto. Segundo Jeff Pinker, produtor executivo, a equipe já sabe como será o desfecho da história. Menos mal, né?

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Escrito por André San às 11h44
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"O Brado Retumbante": a ficção científica da realidade nacional

 

Surpresa! Esperávamos uma microssérie de verão e demos de cara com um novo e muito bem produzido seriado nacional. O Brado Retumbante, lançado na última terça-feira, 17, poderia ter seus episódios exibidos semanalmente, já que possui episódios independentes que se correlacionam. Seguindo a tendência da TV americana, que usa como abertura pequenas vinhetas e exibe os créditos do elenco sobre as cenas iniciais (recurso já usado por aqui em Som & Fúria e A Cura), O Brado Retumbante chega para que a TV brasileira tenha seu próprio The West Wing.

 

O filão dos bastidores da política, retratados através de personagens fictícios, mas rodeados de pinceladas da vida real, é bastante explorado não somente na TV, mas também no cinema estadunidense. Já no Brasil, a temática normalmente aparece de forma satírica, reforçando os estereótipos do político corrupto, transformando-os em figuras cômicas. Talvez porque já estejamos mais do que acostumados a dar de cara com esse tipo de figura nos telejornais, mas é fato que nossa ficção raramente procurou explorar um lado sério da questão, a não ser em biografias.

 

Por isso mesmo, é perfeitamente válida a comparação entre O Brado Retumbante e The West Wing. Assim como a série de Aaron Sorkin, a atração assinada por Euclydes Marinho tem no centro do enredo um presidente fictício, mas que comanda um país bastante próximo da realidade. Paulo Ventura (Domingos Montagner) é um político idealista, que vai parar na cadeira de presidente por acaso e, agora, terá que enfrentar as “raposas”, batendo de frente com interesses pessoais e escusos. Seu principal rival, o deputado Floriano Pedreira (José Wilker), não mede esforços para derrubá-lo. Com seus planos para varrer a corrupção, o presidente Ventura mexe em vespeiro e chega a ser vítima de um atentado.

 

Enquanto isso, procura conciliar suas funções de presidente com sua vida pessoal. Boa praça, boêmio e mulherengo, Paulo Ventura é alvo fácil de chantagens e escândalos. A mulher Antonia (Maria Fernanda Cândido) sofre com a exposição, mas se mantém ao lado do marido (a postura não só remete à vida real, leia-se Hillary Clinton, como também a ficção, como The Good Wife). Os filhos problemáticos, o tio picareta e a mãe rabugenta completam o clã familiar presidencial, rendendo momentos interessantes da intimidade de uma figura pública.

 

Exatamente por propor desmistificar a vida de uma figura pública e, a seu modo, contar algo sobre os bastidores do poder (olha The West Wing de novo...), que O Brado Retumbante ganha pontos. Trata-se de uma abordagem política pouco usual na ficção nacional, mas necessária. Cumpre seu papel na hora de entreter e também de provocar reflexão. Com isso, cria um drama eficiente, de raras nuances, que envolve. Um drama calcado unicamente em seus personagens bem desenhados, sobretudo o protagonista, e sem vícios de folhetim. Uma série dramática, e das boas, resumidamente.

 

Mérito do texto, que soube criar um universo particular reconhecível e palatável, e da direção, que dá à O Brado Retumbante uma roupagem particular. Interessante notar que o clima noir tem estado presente em boa parte das produções recentes assinadas pela direção de núcleo de Ricardo Waddington, como a novela A Favorita e a série A Cura. O diretor e sua equipe têm se mostrado especialistas em contar histórias que exigem uma certa soturnez.

 

Interessante notar também as referências a outras produções que surgem em O Brado Retumbante. Além das mais óbvias e já citadas aqui, The West Wing e The Good Wife, a direção optou por dar à nova série um toque de Fringe. Os mais atentos notaram a maneira como os créditos que localizam os cenários aparecem: integrados ao cenário, com letras grandes e suspensas. Exatamente como aparece na série de J. J. Abrams. Fringe é uma série americana de ficção científica, que fala sobre a existência de universos paralelos, que criam realidades alternativas.

 

Seria esta a maneira de O Brado Retumbante ironizar sobre a própria situação política que aborda? Ou seja, que o Brasil visto na série poderia ser um universo paralelo? Uma realidade alternativa, em que a luta clara pela corrupção seria possível? Seria a série uma grande ficção científica, afinal de contas? Brincadeiras à parte, fato é que O Brado Retumbante foi mais um acerto da dramaturgia da Globo neste início de 2012. Que venham outros dramas tão bons quanto este!



Escrito por André San às 12h01
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Séries em Série: "Sex and the City" teen vem aí

 

Carrie Bradshaw, personagem interpretada pela atriz Sarah Jessica Parker em Sex and the City, deverá ter sua adolescência retratada numa nova série.  Assim confirmou na sexta-feira, 20, à Agência Efe um porta-voz do canal CW, informou o UOL. A emissora encomendou um piloto baseado no romance The Carrie Diaries, de Candace Bushnell, que conta a adolescência de uma das protagonistas da série original.

 

O roteiro estará a cargo de Amy Harris, que já foi produtora e roteirista de Sex and the City, assim como dos produtores executivos Josh Schawart e Stéphanie Savage, que trabalham em Gossip Girl, e Len Goldstein, da série Hart of Dixie.

 

O romance que inspirará a série se concentra nos anos de escola de Carrie durante a década de 1980, nos quais surgem suas primeiras perguntas sobre amor, amizade, sexo e família, assim como suas experiências como estagiária em Nova York.

 

Ainda segundo informações do UOL, por enquanto não se sabe quem interpretará a protagonista na nova série, um papel que estaria sendo disputado por jovens atrizes como Elizabeth Olsen, Blake Lively e Miley Cyrus, entre outras.

 

Contato: andresantv@yahoo.com.br .



Escrito por André San às 11h57
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"Corações Feridos" surpreende com audiência crescente

 

Mais de um ano na gaveta e Corações Feridos, terceira novela assinada por Íris Abravanel no SBT, parecia que se tornaria lenda urbana. Nada que a autora não estivesse acostumada, pois viu o mesmo acontecer com sua trama de estreia, Revelação. E o novo dramalhão, adaptação de A Mentira, entrou no ar com 3 pontos de audiência, ou seja, nada muito animador. Seria mais um fracasso de dramaturgia para a coleção do SBT?

 

Eis que, em seu segundo capítulo, Corações Feridos surpreende e praticamente dobra esse número. Na terça, a nova novela, exibida às 20h30, já equiparou seu resultado com os capítulos finais de Amor e Revolução, trama de Tiago Santiago que não decolou nem na reta final. Uma curva crescente de audiência é algo raro em se tratando de uma novela, portanto, Corações Feridos dá sinais de que pode surpreender ainda mais.

 

Não é difícil entender o porquê. A novela traz os ingredientes aos quais a audiência do SBT está acostumada. O enredo é um dramalhão já conhecido, visto que A Mentira foi ao ar em 2000 no mesmo SBT, e quem viu sabe que a trama é das boas (para quem curte este tipo de enredo, bem entendido). Soma-se a isso atuações bem irregulares (Paulo Zulu? Sério? Que bom que ele já saiu de cena... Mas ainda temos o inexpressivo Victor Pecoraro que, agora, brinda o público com sua falta de talento em duas produções, Corações e Aquele Beijo) e diálogos carregados de tequila. O diferencial do SBT em relação à produção da Televisa é a fotografia exuberante. Corações Feridos, visualmente, é uma das mais belas novelas já vistas no SBT.

 

Felizmente, existem boas atuações ali. Surpreendem positivamente as protagonistas, Patricia Barros, que vive a mocinha Amanda, e Chyntia Falabella, muito bem como a vilã Alice. O mocinho Eduardo, vivido por Flavio Tolezani, não compromete, e os nomes mais conhecidos, como Adriana Lessa (Sílvia), Jacqueline Dalabona (Vera) e Antonio Abujamra (Dante) ajudam a dar um toque de credibilidade ao folhetim. Ainda é cedo para uma análise mais aprofundada, mas Corações Feridos, até aqui, tem todas as condições de revitalizar a faixa de novelas das 20h30 do SBT, o que nos leva a imaginar que a novela poderia ter sido bem-sucedida ao suceder Uma Rosa com Amor, que era a ideia inicial.

 

E, pelo jeito, Amor e Revolução não deve mesmo deixar saudades em ninguém no SBT. Além do bom desempenho de Corações, a emissora colhe o aumento de audiência oriundo da substituição da trama sobre a ditadura pela linha de shows. As estreias Astros – Nova Geração e Cante se Puder ampliaram os índices da faixa das 22h30. O segundo, por exemplo, garantiu 10 pontos de média na noite de ontem, 18. O ano começou bem para os lados da Anhanguera.



Escrito por André San às 12h07
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Tele-Sessão: "Across The Universe" estreia no Universal

 

O Universal Channel estreia no próximo sábado, 21, às 20h, o filme Across The Universe, com Jim Sturgess (Quebrando a Banca), Joe Anderson (Armageddon), Evan Rachel Wood (Aos Treze) e Dana Fuchs (Sherrybaby), além da participação especial dos cantores Bono Vox e Joe Cocker, e da atriz Salma Hayek (Gato de Botas).

 

Vivido nos anos 60, o musical conta a história de amor entre Jude (Jim Sturgees) - um artista pobre de Liverpool - e Lucy (Evan Rachel Wood), uma menina da alta sociedade, que se tornam ativistas da paz e passam a participar dos movimentos de contracultura daquela época. Além de todo o romance, o longa é embalado ao som do fenômeno musical Beatles. O filme recebeu indicação de "Melhor Filme - Comédia ou Musical" no Globo de Ouro em 2008, além de ter sido indicado a outras nove premiações.

 

Across The Universe é uma obra-prima da diretora Julie Taymor, premiada por seus trabalhos em Frida e na adaptação de O Rei Leão para a Broadway. Trata-se de uma bela reconstituição dos efervescentes anos 1960, com todos os principais elementos da época sendo utilizados como pano de fundo para uma interessante história de amor. Arrisco dizer que é mais que pano de fundo, é parte integrante e fundamental do enredo, assim como todas as músicas dos Beatles, cujas letras se encaixam harmonicamente na trama.

 

Aos fãs de um bom musical, aos fãs da década de 1960 e, sobretudo, aos fãs dos Beatles, Across The Universe é um programa obrigatório. Grande e belíssimo filme que merece ser visto e revisto sempre!

 

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Escrito por André San às 12h05
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"Video Show" precisa de reformas urgentes

 

O Vídeo Show foi eleito um dos destaques negativos de 2011 no TELE-VISÃO. A presença do programa na lista agradou aos internautas que frequentam o blog, e alguns deles pediram para que o espaço falasse mais sobre o assunto. Atendendo a estes pedidos, o blog agora analisa mais profundamente a péssima atual situação do vespertino global.

 

Muito tradicional, o programa precisava de uma sacudida há anos. Aí veio a ideia de escalar Boninho para reformar a atração e, em 2009, o programa ganhou um respiro com suas edições ao vivo. Porém, o formato foi logo abandonado e, hoje, Vídeo Show conta com matérias fracas, muitas reprises de outros programas e a dupla de apresentadores mais sem graça que já se tem notícia: Ana Furtado e André Marques. Nas edições atuais, Bruno de Lucca ocupa a cadeira de André, o que torna o programa ainda mais insuportável.

 

Se a direção do Vídeo Show não conseguiu manter o tal respiro alcançado pelas edições ao vivo (que contava com entradas interessantes em diferentes pontos do Projac), o rumo mais indicado à atração seria uma volta total às origens. O Vídeo Show precisa voltar a ser a revista sobre a Globo, como nos tempos já longínquos em que era apresentado por Miguel Falabella. Bastidores, curiosidades da TV, imagens de arquivo, quadros como Lar Doce Lar e Falha Nossa, homenagens aos aniversariantes... Ou seja, a programação da Globo passada a limpo, ao invés de bobajadas como aquelas matérias de “Fulano Fashion Week” apresentadas por Bruno de Lucca.

 

Além de voltar a apresentar pautas mais interessantes, Vídeo Show precisa de uma nova reformulação no comando. Miguel Falabella comandou o programa sozinho por anos, e com a maior competência. Se o autor de Aquele Beijo não pode mais voltar ao posto, a emissora precisa buscar alguém com a mesma competência e simpatia. E a escolha natural seria Angélica, como bem sugeriu o jornalista Fabio Maksymczuk, em seu blog FabioTV. Vale lembrar que Angélica era a primeira opção da Globo quando Falabella manifestou sua vontade de sair, e o próprio Miguel aprovou a escolha. Porém, como na época a apresentadora estava com dificuldades em renovar seu contrato devido ao cancelamento do Bambuluá, ela optou por um compromisso temporário e o comando do quadro Vídeo Game.

 

Mais de dez anos se passaram desde então. O Vídeo Game mostrou-se um quadro vitorioso, sendo de vital importância para que Angélica conseguisse se livrar da imagem de apresentadora infantil. Hoje madura e também à frente do Estrelas, a loira segue sendo a melhor opção para que, sozinha, assuma não só o Vídeo Game de volta, mas também a condução de todo o Vídeo Show. André Marques e Ana Furtado até funcionam em externas e poderiam permanecer (ou não). Geovanna Tominaga, de longe a melhor ali, deve continuar com suas reportagens. Já Bruno de Lucca podia continuar apenas no Multishow mesmo... E o Vídeo Show precisa voltar a ser aquele programa gostoso da hora do almoço que um dia já foi.



Escrito por André San às 12h27
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TV Paga: confira os vencedores do "Golden Globe 2012"

 

 

Confira abaixo a lista completa de vencedores do Golden Globe 2012:

 

Melhor Filme - Drama

OS DESCENDENTES

 

Melhor Filme - Musical ou Comédia

O ARTISTA

 

Melhor Diretor

MARTIN SCORSESE (A Invenção de Hugo Cabret)

 

Melhor Ator - Drama

GEORGE CLOONEY (Os Descendentes)

 

Melhor Atriz - Drama

MERYL STREEP (A Dama de Ferro)

 

Melhor Ator - Musical ou Comédia

JEAN DUJARDIN (O Artista)

 

Melhor Atriz - Comédia ou Musical

MICHELLE WILLIAMS (My Week with Marilyn)

 

Melhor Ator Coadjuvante

CHRISTOPHER PLUMMER (Toda Forma de Amor)

 

Melhor Atriz Coadjuvante

OCTAVIA SPENCER (Histórias Cruzadas)

 

Melhor Roteiro

WOODY ALLEN (Meia-Noite em Paris)

 

Melhor Animação

AS AVENTURAS DE TINTIN

 

Melhor Filme em Língua Estrangeira

A SEPARAÇÃO (Irã)

 

Melhor Canção Original

MASTERPIECE (Madonna - W.E)

 

Melhor Trilha Sonora

LUDOVIC BOURCE (O Artista)

 

Melhor Série de TV - Drama

HOMELAND

 

Melhor Série de TV - Comédia ou Musical

MODERN FAMILY

 

Melhor Mini-Série ou Filme para TV

DOWNTON ABBEY

 

Melhor Ator em Série de TV - Drama

KELSEY GRAMMER (Boss)

 

Melhor Atriz em Série de TV - Drama

CLAIRE DANES (Homeland)

 

Melhor Ator em Série de TV - Comédia ou Musical

MATT LEBLANC (Episodes)

 

Melhor Atriz em Série de TV - Comédia ou Musical

LAURA DERN (Enlightened)

 

Melhor Ator em Mini-Série ou Filme para TV

IDRIS ELBA (Luther)

 

Melhor Atriz em Mini-Série ou Filme para TV

KATE WINSLET (Mildred Pierce)

 

Melhor Ator Coadjuvante em Série, Mini-Série ou Filme para TV

PETER DINKLAGE (Game of Thrones)

 

Melhor Atriz Coadjuvante em Série, Mini-Série ou Filme para TV

JESSICA LANGE (American Horror Story)

 

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Escrito por André San às 12h25
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"Dercy de Verdade" se destaca entre as estreias de janeiro

 

Já não é novidade para ninguém que as minisséries são o grande produto de dramaturgia da Globo. Não economizando em elenco, reconstituição de época e gozando de textos muito bem acabados, elas sempre se destacam logo no início do ano. Com Dercy de Verdade, atração escolhida pela emissora para abrir os trabalhos do ano, não foi diferente. Em quatro saborosos capítulos, a microssérie revelou pontos não muito conhecidos da história de Dercy Gonçalves.

 

Maria Adelaide Amaral, a “nossa senhora das minisséries”, acertou mais uma vez ao apostar num texto ágil e numa narrativa pessoal, colocando a própria Dercy para narrar suas histórias. Ter um narrador-personagem não é novidade na obra de Amaral, visto que o recurso foi usado em atrações como JK ou Um Só Coração. Neste caso específico, serviu para reforçar a enorme presença de palco de Dercy Gonçalves (ela contou sua história num show, diante de uma grande plateia) e ainda deu um improvável tom documental à minissérie, com depoimentos da própria Dercy. A fórmula funcionou, até porque Dercy nos deixou recentemente, e, portanto, ainda está bastante fresca na memória do público.

 

Assim, as intérpretes Heloisa Perissé e Fafy Siqueira se puseram à vontade, não para criar uma imitação de Dercy, mas servir como instrumento da narrativa desta pequena grande história. Heloísa, conhecida por seus papéis cômicos na TV, curiosamente convenceu mais em cenas mais dramáticas. Nas cenas cômicas, sua interpretação descambou para a caricatura, ficando um tom acima. Fafy foi mais feliz, pois soube reconstituir postura, entonação e trejeitos de Dercy Gonçalves sem, no entanto, parecer uma imitação.

 

A direção de Jorge Fernando buscou dar um tom mais leve à sofrida história da comediante, o que também se mostrou uma decisão acertada. Só faltou um certo cuidado com a trilha sonora, bastante familiar para quem assistiu Chocolate com Pimenta. Até mesmo o instrumental da música de Deborah Blando que embalava a abertura da novela de Walcyr Carrasco foi usada. No mais, Dercy de Verdade mostrou-se um produto vitorioso, que já entra para a galeria de grandes minisséries realizadas pela Globo. O ano começou muito bem!

 

Mas a série não foi a única novidade a ancorar na TV neste início de ano. Nesta mesma semana, a Band finalmente pôs no ar sua nova aposta vespertina, o Muito +. Capitaneado por Adriane Galisteu, tendo ao lado uma grande equipe de colaboradores, Muito + bebe da mesma fonte do TV Fama (trouxe até uma repórter da atração da RedeTV, Monica Apor). Mas consegue um resultado superior ao concorrente noturno ao apostar na descontração, ao invés de se levar a sério demais, como o programa de Nelson Rubens. Adriane, como sempre, aparece à vontade e com o total domínio de palco que sempre a caracterizou. Mas quem chama a atenção é Rita Batista, coapresentadora “importada” da Bahia. Bonita, simpática e muito bem articulada, Rita agrega um delicioso sotaque baiano à grade nacional da emissora. Muito + não é nenhuma maravilha, e precisa parar com a mania de repercutir fofocas velhas, mas se mostra como uma opção divertida às tediosas tardes da televisão brasileira.

 

Tardes essas que ficaram ainda mais tediosas com o Vídeo Game de Verão, aposta da Globo para alavancar a audiência de Malhação. O quadro do Vídeo Show agora é exibido após a Sessão da Tarde, com André Marques no comando de gincanas realizadas em externas. Destruíram o game! O excesso de cortes de edição deixa a atração fria, o que não combina com um programa que leva o selo “verão”. E André Marques, definitivamente, não sabe comandar games. Não é qualquer apresentador que possui traquejo à frente de um game show: Angélica possui; André, não. Cada macaco no seu galho.

 

Reality shows aos baldes também apareceram logo no início do ano. Mulheres Ricas, da Band, tem momentos de humor non sense, mas, no geral, apresenta-se como uma grande bobagem. Afinal, qual o propósito de assistir a um grupo de endinheiradas afetadas desfilando futilidades? Mesmo assim, o programa é um sucesso de audiência e repercussão. Já na Record, a novidade foi Amazônia, reality ecológico pilotado por Victor Fasano. Arrastado, o programa não empolga. E na Globo, o famigerado Big Brother Brasil surgiu em sua 12ª edição, cada vez mais chato, previsível e com um Pedro Bial cada vez mais “mala”. Dispensável.



Escrito por André San às 12h07
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TV Paga: Gloob, canal infantil da Globo, e Golden Globe no TNT

 

A Globosat lança ainda neste semestre seu primeiro canal infantil. O Gloob terá como público primário crianças entre 5 e 8 anos. A identidade visual representa através de suas formas e cores o universo infantil e traz o nome do Gloob nas cores azul, amarelo, verde, roxo e rosa, e em formas geométricas e sólidas, como os brinquedos de blocos lógicos de madeira.

 

“O nosso foco principal é celebrar a infância. Vamos colocar no ar um canal dedicado à criança brasileira, que será a protagonista do Gloob. A nossa marca foi desenvolvida para que a garotada possa interagir com ela, em diversas plataformas”, afirma Paulo Marinho, diretor do Gloob.  A marca é em 3D e pode ser adaptada para várias mídias. ”As letras do nome estão em aparente desequilíbrio e com tamanhos desproporcionais entre si. Isso foi proposital, e expressa toda a personalidade alegre, colorida, curiosa, brincalhona e, quando animada, a irreverência da criança brasileira”, afirma Manuel Falcão, gerente de Criação de Arte da Globosat.

 

Golden Globe. Os grandes nomes da Sétima Arte e também da produção televisiva começam esta verdadeira saga de tapetes vermelhos a partir do domingo, dia 15 de janeiro, quando acontecerá a cerimônia de entrega do Golden Globe, ou Globo de Ouro. A TNT transmite o evento ao vivo e com exclusividade para a TV paga brasileira às 23h, com comentários do crítico de cinema Rubens Ewald Filho - mas quem quiser acompanhar todos os detalhes da chegada dos famosos, basta sintonizar no canal a partir das 22h, quando se inicia o chamado pré-show do lado de fora do Beverly Hilton Hotel, em Beverly Hills, na Califórnia (EUA).

 

Com exibição ao vivo, o Globo de Ouro vai ao ar pela TNT a partir das 22h, começando pelo desfile de vestidos e smokings no tapete vermelho. Durante toda a transmissão, o canal disponibilizará o áudio original em inglês, por meio do recurso da tecla SAP.

 

Contato: andresantv@yahoo.com.br .



Escrito por André San às 12h04
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TELE-VISÃO 2012 começa hoje

 

Depois de um breve período de folga para repor as energias, período este em que o amigo internauta do blog pode conferir o especial de férias Top 10 de 2011, o TELE-VISÃO dá início hoje, 14, ao ano de 2012 de fato no blog. A partir deste sábado, o espaço volta a ser atualizado ao longo da semana.

 

Em 2012, o blog segue com o mesmo formato adotado desde o ano passado. Serão entre duas e três atualizações semanais (normalmente, às terças, quintas e sábados). Cada atualização terá um texto principal, calcado na repercussão do noticiário televisivo e em comentários sobre a programação da TV, e um post mais noticioso, ocupando alguma das seções fixas do blog: Séries em Série (novidades dos seriados), TV Paga (informações dos canais pagos), Tele-Sessão (com resenhas de filmes que serão exibidos na TV), Mudando de Canal e Falando Nisso (com notícias gerais) e TELE-VISÃO Recomenda (com sugestões de DVDs e livros). Sábado segue sendo o “dia nobre” do TELE-VISÃO, ou seja, o dia em que um longo texto, mais analítico, será publicado.

 

O Twitter do blog (@AndreSanBlog) também está voltando à ativa. A partir da próxima segunda, 16, o microblog volta a repercutir as principais informações sobre a televisão brasileira e a postar comentários gerais sobre o assunto.

 

Bem-vindos ao TELE-VISÃO 2012!

 

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Escrito por André San às 12h03
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