"Tá na Tela" amarga baixos índices na Band

Não anda fácil a vida de Luiz Bacci, o “menino de ouro” na Band. Contratado a peso de ouro, com o perdão da redundância, como uma aposta para alavancar a audiência vespertina da casa, o jovem apresentador ainda não disse a que veio. Seu programa, Tá na Tela, começou bem, mas vem perdendo fôlego com o passar dos dias. Será que ainda não foi desta vez que a emissora conseguiu ajeitar sua programação da tarde?

Na tarde de ontem, 27, o programa de Bacci penou na audiência. De acordo com dados prévios do Ibope na Grande São Paulo, o Tá na Tela marcou apenas 1,6 ponto de média com pico de 2,2, ficando em quarto lugar no horário. A Globo apareceu em primeiro com 8,8 pontos, o SBT em segundo com 5,3 pontos e a Record em terceiro com 4,1. As informações são do site Na Telinha, que informou também que a atração da Band chegou a ser ultrapassada pela TV Gazeta em alguns minutos, que exibia o programa Mulheres.

Ao que tudo indica, Tá na Tela começa a sofrer com as primeiras consequências de seu formato um tanto popularesco. Um programa que aposta na tragédia e no tom excessivamente sensacionalista costuma atrair a atenção do público e, inicialmente, reage bem no Ibope. Porém, passados os dias, esta temática tende a cansar e a plateia dispensa. A história da TV já mostrou que policialescos e telebarracos costumam estrear bem, mas perdem fôlego. Pode ser o que está acontecendo agora com o Tá na Tela, que até anda dando uma aliviada na pauta ultimamente.

O mais triste é constatar que Luiz Bacci é um talento, que parece desperdiçado. O jovem se comunica muito bem, tem boa presença de palco e boa postura diante de uma plateia. Poderia ser um animador mais festejado, se o programa que comanda não fosse tão excessivamente policial, ou não apelasse tanto para “surpresas” e enrolações. Não seria interessante tê-lo à frente de uma atração de variedades, simplesmente? Ou um programa com uma pegada mais juvenil?

Vale lembrar que a Band prometeu à Luiz Bacci um segundo programa, que provavelmente irá ao ar nas noites de domingo, antes do Pânico. Segundo fontes diversas, a nova atração deve ser um game show. Talvez seja a chance de Bacci mostrar ao público que pode ir além da exploração do drama alheio ou de pautas bizarras. Fica a torcida para que a Band lhe reserve um bom formato para a faixa de exibição. No entanto, sua missão há de ser espinhosa, afinal, a noite de domingo é briga de gente grande.



Escrito por André San às 18h24
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Séries em Série: "Chicago P.D." chega à segunda temporada

O Canal Universal estreia no dia 4 de novembro, terça-feira, às 23h, a segunda temporada de Chicago P.D. O novo ano da série contará com mais um personagem recorrente, o policial Sean Roman, que será interpretado por Brian Geraghty (Boardwalk Empire). A estreia nos Estados Unidos foi vista por 8,5 milhões de pessoas (na faixa de 18 a 49 anos).

No episódio "Call It Macaroni", que conta com a primeira participação de Brian Geraghty, Voight (Jason Beghe) é interrogado pela Corregedoria sobre o assassinato de Jin (Archie Kao). Os oficiais desconfiam que o sargento esteja envolvido no crime, já que foi o último a conversar com o policial.

Na delegacia, Nadia (Stella Maeve) tem seu primeiro dia de trabalho como ajudante dos detetives. Voight chega à unidade nervoso com o interrogatório. Atwater (Laroyce Hawkins) questiona o sargento e acaba se envolvendo em uma briga com o supervisor. Os detetives se preparam para atuar disfarçados em uma missão. No meio da operação, eles acabam se envolvendo em um tiroteio. Os bandidos descobriram rapidamente que Adam é policial.

De volta à delegacia, o recém-chegado oficial Sean Roman (Brian Geraghty) é apresentado a Kim (Marina Squerciati), que será sua nova parceira e Platt (Amy Morton) entrega um pacote misterioso a Jay (Jesse Lee Soffer). Enquanto isso, os detetives se concentram em encontrar os criminosos que colocaram a vida de todos em risco.

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Escrito por André San às 18h23
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1999: o ano em que a Globo desfalcou a concorrência

Na última semana, o programa Mais Você brindou seu público com mais uma cena bizarra protagonizada por Ana Maria Braga. A apresentadora e seu colega Luciano Huck realizaram um baile de debutante para comemorar seus 15 anos de Rede Globo. A sacada foi ridiculamente divertida, e, mais do que isso, representa uma emblemática marca. Afinal, ela celebra os 15 anos de uma manobra estratégica realizada pela Globo no final dos anos 1990, um momento importante da história da televisão brasileira.

Em 1999, a Globo chacoalhou o mercado televisivo ao arrebatar as principais estrelas de suas concorrentes. Numa tacada só, o canal trouxe aos seus domínios não só Ana Maria Braga e Luciano Huck, mas também Serginho Groismann, Jô Soares e Cazé Peçanha. Em comum, todos viviam boa fase em seus canais de origem. Ana era a estrela máxima da Record, onde fazia sucesso no comando do vespertino Note e Anote e o semanal noturno Programa Ana Maria Braga. Luciano era destaque na Band, atingindo bons índices de audiência com o diário noturno H, que destoava da grade essencialmente esportiva do então “canal do esporte”. Serginho Groismann, à frente do Programa Livre, e Jô Soares, no Jô Onze e Meia, agregavam prestígio à imagem popular(esca) do SBT. E Cazé Peçanha, à frente do Teleguiado e do VJ por Um Dia, era a grande sensação da extinta MTV Brasil.

As negociações para ingressar no canal dos Marinho, entretanto, foram distintas. Ana Maria se desentendeu com a direção da Record e se desligou da emissora antes mesmo de assinar com a Globo. Já Serginho Groismann era um alvo antigo do canal, pois a emissora sonhava com um programa com o qual pudesse dialogar com os adolescentes, e achava que Serginho era o nome para a missão. Havia um “namoro” de anos entre o apresentador e a emissora. Depois de tantos “nãos”, Serginho finalmente cedeu, mesmo com uma contraproposta generosa de Silvio Santos. Jô estava insatisfeito no SBT e queria mudar de casa. Já Luciano Huck e Cazé Peçanha foram apostas da Globo para buscar incrementar e variar sua grade.

Todos chegaram em 1999, mas apenas Ana Maria Braga estreou no mesmo ano. Seu Mais Você entrou no ar em outubro daquele ano e sua estreia fez um bom barulho, pois todos queriam ver como Ana Maria, muitas vezes chamada de “Ana Maria Brega”, surgiria na tela global. Inicialmente vespertino, Mais Você estreou bem, mas foi perdendo público logo. Sua implantação foi delicada, e foram necessários vários ajustes e mudanças de horário para sua adequação. Passados 15 anos, pode-se dizer que a insistência deu resultado. Mesmo enfrentando forte concorrência e nem sempre garantindo a liderança de audiência, Mais Você é considerado, hoje, um produto bem sucedido na grade da Globo.

Em 2000, foi a vez de Serginho Groismann, Luciano Huck e Jô Soares estrearem. Serginho estreou logo no começo do ano à frente do matinal semanal Ação. Em abril, quando lançou a “grade 2000”, a Globo colocou no ar o Programa do Jô, nas madrugadas, e Caldeirão do Huck, aos sábados. Sem concorrência, Jô sempre teve vida tranquila no canal. Já Luciano penou, pois bateu de frente com o Programa Raul Gil, da Record, então líder de audiência nas tardes de sábado. Foram muitos anos batendo cabeça até Caldeirão do Huck finalmente atingir e se consolidar na liderança. E, em outubro do mesmo ano, Serginho Groismann estreou seu programa propriamente dito, o Altas Horas, nas madrugadas de sábado para domingo.

Madrugada, aliás, parecia ser o nicho que a Globo buscava atingir. Afinal, lançou o Programa do Jô, de segunda a sexta, e Altas Horas, aos sábados, explorando uma faixa horária anteriormente destinada aos filmes e outros programas tapa-buracos. Faltava preencher a madrugada do domingo, que ganhou, em 2001, o programa Sociedade Anônima, de Cazé Peçanha, o último dos “novos globais” a entrar no ar. Cazé estreou em abril de 2001, após o Sai de Baixo, num game “modernoso” que buscava “celebrar o anônimo”. O programa, divertido e “cabeça”, tinha uma proposta das mais interessantes, e Cazé era um belo anfitrião, encarnando uma espécie de “Chacrinha pós-moderno”, num programa que, analisando agora, parecia à frente do seu tempo. Afinal, Sociedade Anônima celebrava o anônimo num tempo ainda anterior à atual era das “celebridades instantâneas”. O programa teve apenas nove edições, e Cazé retornou à MTV no ano seguinte.

A estratégia da Globo não tinha como intuito apenas desfalcar a concorrência, mas também tinha a missão de “popularizar” sua programação, ampliando o espaço para programas de auditório e variedades. E, passados 15 anos, hoje é possível avaliar que a emissora foi bem-sucedida em sua manobra. Mais Você, Caldeirão do Huck, Programa do Jô e Altas Horas seguem no ar e são donos de trajetórias vitoriosas. No entanto, hoje, já pratas da casa, não escapam de reavaliações constantes no intuito de recuperar algum fôlego perdido no caminho.

Afinal, Ana Maria Braga segue enfrentando forte concorrência e precisa se reinventar constantemente para manter seu público ligado. Caldeirão do Huck enfrenta o peso dos anos e, durante muito tempo, acabou refém dos mesmos quadros de sempre, todos baseados em formatos enlatados. Hoje, busca novidades. Programa do Jô sempre reinou absoluto nas madrugadas, mas, neste ano, ganhou um concorrente forte, o The Noite, e precisou se repensar. O Altas Horas, por outro lado, conseguiu novo status recentemente, mesmo mantendo praticamente o mesmo formato desde sua estreia. Exibido mais cedo desde o ano passado, o programa de Serginho Groismann viu seus índices de audiência dobrarem. Serginho hoje tem concorrentes, como o Legendários de Marcos Mion, mas tem se saído bem mesmo assim.

1999 foi um ano histórico na televisão brasileira. Arrisco dizer que só aconteceu algo semelhante dez anos depois, em 2009, quando a Record arrebanhou Gugu, e o SBT, para contra-atacar, assinou com várias estrelas daquela emissora, como Eliana, Roberto Cabrini, Roberto Justus e Tiago Santiago. Mas tal manobra não teve o mesmo efeito do que a ação da Globo. Isso porque, ao levar Ana Maria Braga, Luciano Huck, Serginho Groismann e Jô Soares, a emissora alçou-os ao primeiro escalão da TV brasileira e redefiniu sua grade de uma forma que ainda não foi alterada até os dias de hoje. Não é pouca coisa.



Escrito por André San às 14h41
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Tele-Sessão: Megapix exibe especial "Doces ou Travessuras"

No Dia das Bruxas, 31 de outubro, o Megapix entra no clima da data com o Especial Doces ou Travessuras. Serão exibidos cinco filmes em sequência: Colega de Quarto (16h40), Pacto Secreto (18h30), Garota Infernal (20h30), 12 horas (que estreia na Sessão Megapix às 22h35) e A Última Casa (0h20).

Colega de Quarto abre o especial com a história de Sara (Minka Kelly), que acaba de entrar na faculdade e lá conhece Rebecca (Leighton Meester). Logo de cara, as duas se tornam grandes amigas. Mas com o passar do tempo, Sara começa a perceber que a relação passou dos limites e representa um perigo real para ela e todos que a cercam.

Em seguida, é a vez de Pacto Secreto. Cassidy (Briana Evigan), Ellie (Rumer Willis), Megan (Audrina Patridge), Jessica (Leah Pipes) e Claire (Jamie Chung) fazem parte de uma fraternidade de faculdade. Quando Megan descobre que foi traída pelo namorado, ela e as amigas planejam vingar-se dele, fingindo a morte da moça. Mas a brincadeira dá errado e ela acaba sendo morta. Um ano depois, as amigas decidem fazer uma festa de formatura e ao longo da noite recebem vídeos no celular, com cenas da morte de Megan, enviadas por um remetente anônimo.

Na sequência, vai ao ar Garota Infernal. Jennifer (Megan Fox) é uma popular líder de torcida que, depois de ser possuída por um demônio, passa a seduzir e devorar os meninos da escola. Quando sua melhor amiga (Amanda Seyfried) descobre este segredo, fará de tudo para tentar proteger os garotos e principalmente seu namorado, o próximo alvo da diabólica sedutora.

Logo depois, estreia na Sessão Megapix o filme 12 Horas, produção americana dirigida pelo pernambucano Heitor Dhalia. Dois anos após ter sido raptada, Jill (Amanda Seyfried) descobre que sua irmã desapareceu e tem certeza de que se trata do mesmo sequestrador. Como a polícia não dá ouvidos às suas suspeitas, ela mesma decide resolver o caso e enfrentar sozinha o criminoso.

O filme que encerra a noite é A Última Casa. Mari Collingwood (Sara Paxton) e uma amiga são sequestradas e violentadas por um grupo de criminosos. Após o ataque, eles se refugiam sem saber na casa de uma das vítimas. Ali, encontram os pais de Mari que, ao descobrirem tudo a respeito do crime, prometem uma cruel vingança.

Contato: andresantv@yahoo.com.br . 



Escrito por André San às 14h40
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César Filho na mira da Record, que pode perder Rafael Cortez

O fim do ano vai chegando, mas os bastidores da televisão brasileira seguem agitados. Ao que tudo indica, em breve dois apresentadores devem trocar de casa. César Filho, que tem feito sucesso à frente do Notícias da Manhã, no SBT, já está na mira da Record. A mesma Record que deve perder Rafael Cortez que, dizem, já está articulando seu retorno à Band. Tudo pode acontecer!

Sobre César Filho, não seria apenas a Record que estaria interessada em seu passe. Não faltaram informações dando conta de que o jornalista do SBT desperta interesse também da Globo. Mas, segundo Flavio Ricco, o destino do jornalista pode ser mesmo a Barra Funda. A estratégia da Record seria, com um golpe só, estancar o crescimento do Notícias da Manhã, cuja boa audiência a incomoda, e ainda consertar o Programa da Tarde, que segue perdido. Ou seja, a ideia é levar César Filho ao comando do vespertino, que pode ter todo o elenco trocado em 2015.

César Filho deveria pensar muito bem antes de aceitar tal proposta. Afinal, vale a pena trocar de casa neste momento? Contratado do SBT desde 2005, quando assinou para comandar o SBT Repórter, o jornalista sempre serviu como curinga à emissora. O programa de reportagens era sua “casa oficial”, mas César também deu expediente em atrações como Ver Para Crer e Boletim de Ocorrências, além de cobrir folgas dos âncoras titulares dos telejornais. Vinha numa trajetória estável, mas sem grande expressão. César só cresceu e apareceu no canal agora, quando assumiu o SBT Manhã, chamado agora de Notícias da Manhã. O matinal ampliou os índices de audiência do SBT no horário, e hoje ocupa três horas na grade de programação. Ou seja, César está em alta na emissora. Valeria a pena trocar o certo pelo duvidoso, ainda mais sendo o “duvidoso” em questão o chatérrimo Programa da Tarde?

Ao mesmo tempo em que a Record sonha com César Filho, a emissora pode perder Rafael Cortez. Contratado no final de 2012 como uma aposta da rede, Rafael chegou à emissora com a missão de apresentar programas de temporada, com formato enlatado. Vieram Got Talent Brasil, sua estreia, e Me Leva Contigo, que conduziu neste ano. Os dois programas não disseram a que vieram. Rafael também protagonizou A Nova Família Trapo, especial de fim de ano que poderia virar um seriado. Mas como era ruim toda vida, a ideia não foi adiante. O final de seu contrato com a Record deu margem a uma série de especulações. A mais provável é que ele deixe a Record e volte à Band, onde voltaria ao CQC.

Neste caso, a transferência é um bom caminho. Afinal, Rafael Cortez é um talento, mas nunca se encontrou na Record. Ao mesmo tempo, o CQC vive uma fase turbulenta, e deve passar por uma profunda reformulação em seu elenco. A volta de Rafael seria boa para o programa, já que ele foi dono de uma trajetória muito bem-sucedida no humorístico. Dizem que ele poderia compor uma nova bancada do programa, função que desempenharia muito bem, na opinião deste humilde blog. Aguardemos os próximos capítulos.



Escrito por André San às 17h38
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TV Paga: "O Dono do Mundo" estreia no Viva

A polêmica O Dono do Mundo, exibida apenas uma vez, em 1991, pela TV Globo, tem estreia marcada no Viva. A partir de 27 de outubro, a trama de Gilberto Braga entra no lugar de Dancin’ Days, também escrita por ele. Com o cirurgião plástico Felipe Barreto, primeiro vilão de Antonio Fagundes em novelas, o autor incentivou no folhetim discussões sobre ética, que já começavam com uma aposta indecorosa.

O Dono do Mundo traz Fernanda Montenegro como a cafetina de luxo Olga Portela, que volta a contracenar com a amiga Nathalia Timberg, e conta também com Gloria Pires, Malu Mader, Stênio Garcia, Paulo Goulart e Kadu Moliterno nos papeis principais. Destacam-se ainda Ângelo Antônio e Letícia Sabatella, que faziam sua estreia na emissora, como o romântico casal Taís e Beija-Flor.

Felipe é um homem arrogante e cafajeste, casado por interesse com Stella (Gloria Pires), filha de Herculano (Stênio Garcia), um rico empresário. Logo no primeiro capítulo conhece Márcia (Malu Mader), noiva de Walter (Tadeu Aguiar), um funcionário de sua clínica. O médico sente uma forte atração pela professora, e seu deslumbre pela moça aumenta ao descobrir que ela é virgem. É quando Felipe começa a dar sinais de que sua índole não é das melhores: no casamento da moça, ele aposta com Júlio (Daniel Dantas) que a noiva será sua na noite de núpcias. E o interesse dele não tem limites. Felipe oferece uma viagem de lua-de-mel aos recém-casados no Canadá, para onde irá a negócios. Por lá, arma para que Walter se ausente e, finalmente, consegue o que tanto deseja. Márcia se entrega ao patrão do marido, antes mesmo de consumar o casamento. A partir daí, a vida dela desmorona: Walter morre em um acidente, ela engravida e sofre com a indiferença do médico e, até mesmo, é expulsa de casa pela própria família.

O Dono do Mundo conta ainda com a atuação de Cláudio Corrêa e Castro, Ana Rosa, Marcelo Serrado, Daniela Perez, Maria Padilha, Antônio Grassi, Jece Valadão, Jorge Pontual, Jacqueline Laurence, Odete Lara, Hugo Carvana, Betty Gofman, Antonio Calloni, Tuca Andrada, entre outros. Fernanda Young faz sua estreia em novelas, como a doméstica Jurema.

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Escrito por André San às 17h37
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TELE-VISÃO: 9 anos discutindo a programação da TV brasileira

Nosso espaço está ficando mais velho! Hoje, dia 22 de outubro de 2014, o blog TELE-VISÃO comemora 9 anos de existência. Quem diria, hein? Já se passaram 9 anos desde aquele sábado tedioso, no já longínquo ano de 2005, quando este blog nasceu sem pretensão nenhuma, tendo como único propósito comentar a programação da nossa TV.

Quem visita o TELE-VISÃO há tempos já deve saber muito bem da importância que este blog tem na minha vida, tanto pessoal quanto profissional. Profissionalmente, foi justamente esta ferramenta que me permitiu iniciar meu trabalho como jornalista. Meus primeiros textos foram aqui, e o blog se tornou meu principal portfólio. Digo sem medo de errar que praticamente todos os trabalhos que engatei desde o início da minha ainda jovem carreira se deu por conta do TELE-VISÃO.

E, pessoalmente, as conquistas também foram muitas! Afinal, quer coisa melhor que falar sobre televisão com amigos? Pois foi isso que o TELE-VISÃO me permitiu. Aqui, conheci muita gente com os mesmos interesses que eu. Não com a mesma opinião, claro, mas gente sempre muito disposta a comentar e contribuir com uma discussão equilibrada e prazerosa, que, afinal, sempre foi o propósito do blog. Muitas destas pessoas se tornaram meus amigos pessoais, que hoje dividem comigo muito mais que apenas opiniões televisivas.

Estamos entrando no ano dez. Uma marca muito importante e significativa. Que não seria possível sem todos que, direta ou indiretamente, contribuíram com o blog! Agradeço aos primeiros amigos, fundamentais para alicerçar esta história. Aos comentaristas que, até hoje, batem ponto por aqui. Ao UOL Entretenimento, que acolheu meu “filhote” com todo o carinho. E a vocês, que leem este texto e me deixam sempre muito feliz com as visitas. Bem-vindos ao ano 10 do TELE-VISÃO!



Escrito por André San às 19h24
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Silvio de Abreu, Boninho, Waddington e Arraes comandarão entretenimento da Globo

O site Notícias da TV, do jornalista Daniel Castro, informou ontem que mudanças profundas acontecerão no organograma da Globo em 2015. Segundo a publicação, Manoel Martins, diretor-geral de entretenimento da emissora, se aposentará no ano que vem, e seu cargo será extinto. No lugar, serão criados quatro “super departamentos”, que serão chefiados por Ricardo Waddington, Boninho, Guel Arraes e Silvio de Abreu.

Ainda de acordo com Daniel Castro, Waddington e Boninho responderão pelos programas de auditório e variedades; Guel Arraes ficará com as séries e os humorísticos; e Silvio de Abreu, com as novelas. Castro disse ainda que, entre as atrações de variedades, Boninho encabeçará as atrações diárias (Mais Você, Encontro e Vídeo Show) e reality shows, enquanto Waddington será responsável pelas atrações do fim de semana (Estrelas, Caldeirão do Huck, Altas Horas, Esquenta! e Domingão do Faustão). Ou seja, Waddington deve mesmo deixar o Vídeo Show, enquanto Boninho entregará o Caldeirão e o Estrelas.

Por fim, o Notícias da TV noticiou que, nessa nova estrutura, vários diretores de núcleos se reportarão a esses “superdiretores”. Conclui dizendo que “a Globo ainda não confirma as mudanças, mas as novas atribuições de Boninho, Waddington, Arraes e Silvio de Abreu já são certas. Waddington, por exemplo, já está tendo reuniões com diretores dos programas que irá comandar”.

A ideia da Globo de descentralizar o comando do entretenimento é ousada e, arrisco dizer, interessante. Afinal, o diferencial da Globo com relação às concorrentes é justamente sua capacidade de colocar no comando de seus departamentos profissionais que realmente entendem de TV. Agora, ao colocar quatro nomes de peso, cada um em um segmento, a emissora pode ter um ganho de conteúdo dos mais ricos.

Afinal, quem melhor que Guel Arraes para chefiar os seriados e programas de humor, já que seu núcleo sempre foi o responsável por êxitos como Os Normais e A Grande Família? Boninho é “diretor-microondas”, mas tem know-how em realities, e seus programas de variedades têm ido bem. Waddington não acertou no Vídeo Show, mas vai bem no Amor & Sexo, por exemplo, e poderá dar uma necessária sacudida em programas como Caldeirão, Estrelas e Faustão, que sentem o peso dos anos no ar. Por fim, Silvio de Abreu já comanda o Fórum de Teledramaturgia, e é um nome mais do que indicado para chefiar as novelas. Parece ou não parece uma boa ideia?



Escrito por André San às 18h16
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Séries em Série: Inédito de "Rookie Blue" tem participação de Clé Bennett

O Canal Universal exibe no dia 25 de outubro, sábado, às 19h, o 12º e penúltimo episódio inédito da quarta temporada de Rookie Blue, que marca a estreia da participação recorrente do ator Clé Bennett (Flashpoint). Em "Under Fire", os policiais saem para a ronda. Andy (Missy Peregrym) faz dupla com Chloe (Priscilla Faia) que quer confirmar se ela e Nick (Peter Mooney) estão juntos. Porém, Andy nega e afirma que são só amigos.

As duas vão até um parque verificar um homem que dorme encostado em uma árvore, mas descobrem que são apenas roupas que se parecem com uma pessoa. Em seguida, começa um tiroteio e Chloe é atingida. O sargento Frank (Lyriq Bent) avisa Dov (Gregory Smith) sobre o ocorrido e que ele irá ao hospital com Chris (Travis Milne) para acompanhar o atendimento de Chloe.

Depois, Oliver (Matt Gordon) e Gail (Charlotte Sullivan) atendem um chamado e também são alvo de um atirador. Traci (Enuka Okuma) e Sam (Ben Bass) descobrem que foi a mesma pessoa responsável pelo tiroteio no parque. Assim, desconfiam que o traficante capturado uns dias antes pode estar envolvido nos atentados aos policiais. Chloe está em cirurgia já há algum tempo e os médicos ainda não têm uma posição sobre o estado de saúde dela. Enquanto isso, Frank reúne os policiais na delegacia para comunicar que está sendo feita uma lista de suspeitos em potencial e que a equipe terá reforços para poder prender o criminoso.

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Escrito por André San às 18h15
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"Vídeo Show" agoniza e necessita de medidas urgentes

Semanas atrás, fomos todos pegos de surpresa com a notícia de que Grazi Massafera seria mais um nome a reforçar o Vídeo Show. Atual dor de cabeça da Globo, a atração vespertina segue em busca de uma recuperação e vem atirando para todos os lados. Por isso, Grazi recebeu o convite do diretor Ricardo Waddington para dividir a apresentação da atração com Zeca Camargo e Otaviano Costa. Muitos já haviam dado como certa a entrada de Grazi, que vem se destacando como apresentadora na condução do Superbonita, do GNT. Mas, nesta semana, a atriz optou por recusar o convite, preferindo continuar se dedicando às novelas.

Neste meio tempo, o Vídeo Show voltou a ser o alvo de tudo o que é tipo de especulação. Falou-se que a chegada de Grazi representaria a queda total de Zeca Camargo, cuja presença sempre foi criticada no vespertino. Quando chegou à atração, Zeca seria o nome forte do programa, conduzindo entrevistas num cenário com direito à plateia e DJ. Mas, aos poucos, foi perdendo espaço para Otaviano Costa. Chegou a sumir do programa, recentemente, o que rendeu mais especulações de que estaria sendo “fritado” pela direção do Vídeo Show. Retornou recentemente, reassumindo o protagonismo do programa, apresentando as “cabeças” das matérias exibidas na atração. Mesmo estando novamente à frente do programa, Zeca Camargo ainda parece um tanto desconfortável.

Além disso, junto à notícia da entrada de Grazi, também se falou num novo reforço no time de repórteres, já bastante grande, do programa. Sergio Hondjakoff, o eterno Cabeção da Malhação, fez sua estreia empunhando o microfone do Vídeo Show na última semana. As próximas devem ser Bia e Branca, as gêmeas do nado sincronizado, que já apresentaram programas na MTV e na Band. Todos se juntam à Marcela Monteiro, Patty Dejesus, Mariana Xavier, Dudu Azevedo, e o próprio Otaviano Costa. Didi Effe segue aparecendo, mesmo com as notícias dando conta de que teria sido dispensado. Ou seja, se num passado a atração sobrevivia muito bem com um âncora, duas repórteres de vídeo, uma repórter que atuava nos bastidores (sem aparecer) e dois locutores, hoje a atração, que não ocupa nem uma hora na grade diária da Globo, aparece superpopulosa.

E mais: nem mesmo Ricardo Waddington escapou de virar alvo de especulações. Em meio à derrocada do programa sob sua gestão, surgiram comentários dando conta de que Boninho reassumiria a direção de núcleo do Vídeo Show. Assim, foi colocada em xeque a entrada de Bia e Branca, o futuro de Zeca Camargo, e até uma possível volta da dupla de apresentadores anterior, André Marques e Ana Furtado. Nada foi confirmado a este respeito até aqui, mas até se falou que Ricardo poderia deixar o Vídeo Show e assumir algum dos programas do atual núcleo de Boninho, composto por Mais Você, Encontro com Fátima Bernardes, Estrelas e Caldeirão do Huck, além dos realities SuperStar, Big Brother Brasil e The Voice.

Ou seja, tudo pode acontecer no Vídeo Show. O que não pode é continuar como está. Em novembro, fará um ano que o programa estreou reformulado, com Zeca Camargo. De lá para cá, o formato já sofreu um sem-número de mutações, e todas sem esboçar qualquer reação do programa no Ibope. Nesta semana, por exemplo, o vespertino voltou a bater recorde negativo de audiência. É triste, mas a verdade é uma só: o Vídeo Show, um clássico da programação da Globo, e que já foi um dos queridinhos da grade e dos artistas, hoje definha diante do público. E o desespero tem se tornado cada vez mais visível.

A intenção da direção da Globo, ao passar o Vídeo Show para o guarda-chuva de Ricardo Waddington, foi das melhores. A gestão Boninho já havia realizado uma série de equívocos, e o programa carecia urgente de uma reformulação. A ideia, assim, era transformar o programa totalmente. Isso foi feito, e parecia uma boa ideia. Afinal, o programa precisava de um nome forte, e Zeca Camargo é. Transformá-lo num talk show com plateia também era uma boa ideia, pois, assim, o programa apareceria de cara nova diante do público, mas manteria intacta sua proposta de ser uma vitrine da programação da Globo. Ou seja, tudo conspirava a favor. Mas, na prática, a coisa não foi bem assim, e a culpa foi da própria direção, que tinha um bom formato em mãos, mas não soube utilizá-lo adequadamente.

O primeiro dos erros foi não dar à Zeca Camargo um bom direcionamento de palco. Esfuziante e gesticulando sem parar, o apresentador pulava e gritava o tempo todo. Era irritante. Por que ninguém o corrigiu? Por que Zeca não adotou uma postura semelhante a que comandou o Fantástico por tantos anos? Outro erro: o formato deveria ser somente um talk show e pronto! Zeca poderia muito bem comandar ótimas entrevistas com o elenco da Globo, num bate-papo homenagem gostoso de ver. Ao invés disso, o convidado era obrigado a passar por games tolos e mal ajambrados, com a desculpa de que teriam algo a ver com sua carreira. Um horror. Mais um erro: ao mesmo tempo em que comandava o talk show no palco, Zeca deveria fazer as vezes de âncora e chamar as matérias que recheavam o programa. Elas entravam soltas, sem qualquer relação com o que acontecia no palco, o que transformou o Vídeo Show num programa dois-em-um. Ou seja, alguns ajustes no formato proposto já teriam o efeito de transformar o Vídeo Show num programa melhor.

Ao invés disso, sua direção optou por fazer do Vídeo Show um samba do crioulo doido: inventaram games, sumiram com o palco, enfiaram mais uma leva de novos repórteres, diminuíram a presença de Zeca, aumentaram a presença de Otaviano... Mas nada disso fez efeito, claro, afinal, o programa, com todas essas mudanças de formato num espaço de tempo tão curto, acabou por descaracterizar-se de vez. E não adianta colocar mais gente, ou promover outras tantas mudanças, se a pauta da atração parece cada vez mais fraca e previsível. Falta criatividade na abordagem dos assuntos. Em seu auge, o programa apresentava matérias sobre suas novelas com pautas criativas, enquetes com elenco, cobertura dos programas, enfim. Tudo isso foi se perdendo.

Se em um ano já aconteceram tantas mudanças, e nada refrescou a situação, a solução imediata é uma só: repensar novamente o Vídeo Show e começar tudo de novo. Pouca gente se salva do atual elenco, e não adianta enfiar mais um ex-Malhação e achar que a coisa vai se resolver. Zeca Camargo é um valor, e chega a dar pena vê-lo tão mal aproveitado na grade da Globo. O ideal seria pensar num novo programa para ele e buscar um novo âncora para o vespertino. Um nome forte também, mas alguém mais adequado à proposta. O blog já disse e repetiu que Fernanda Lima, Angélica ou Márcio Garcia surgem como os nomes mais adequados para a vaga. Mas não adianta só um nome: Fernanda, Angélica, Márcio, Grazi Massafera, ou quem quer que seja, não fazem milagres. A pauta do programa também precisa melhorar, e muito.

O problema de reformular novamente o programa é que, a cada nova mudança, a credibilidade do Vídeo Show vai se perdendo. Este último ano desgastou demais o título, ao ponto de cada nova mudança anunciada já surgir desacreditada. Assim, outra solução seria (infelizmente) extinguir o programa de vez e pensar num novo projeto para as tardes da Globo. Ou, quem sabe, apostar numa edição diária do Estrelas (sugestão de Duh Secco, amigo do blog), seguida de um novo programa de auditório com Fernanda Lima... Enfim. O que não pode é continuar como está.



Escrito por André San às 13h02
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TV Paga: Viva exibe última semana de "Dancin’ Days"

Os últimos capítulos de Dancin´Days, que se despede da programação do canal Viva na próxima semana, prometem fortes emoções e cenas memoráveis. O clima descontraído de discoteca dos anos 70 é tumultuado pela épica briga entre Júlia (Sônia Braga) e Yolanda (Joana Fomm). As irmãs, que passaram a trama em pé de guerra, acertam as contas durante a inauguração da boate de Alberico (Mario Lago) e Jofre (Milton Moraes).

Ainda na noite que deveria ser de festa, Hélio (Reginaldo Faria) protagoniza outro barraco. Ao levar um fora de Verinha (Lidia Brondi) e de outras mulheres, o playboy inveterado tem um ataque de fúria e quase quebra toda a discoteca. O mulherengo não se regenera e é obrigado a aceitar seu destino solitário, graças às suas atitudes machistas.

Entre os clássicos finais felizes, após tantas idas e vindas, Júlia (Sônia Braga) e Cacá (Antonio Fagundes) finalmente conseguem se entender. Para celebrar o sucesso do romance, recheado de brigas e intrigas, o autor termina a novela com os protagonistas na praia, em paz, namorando sob o pôr do sol e caminhando, no clima de "enfim juntos e felizes".

No ar desde 7 de abril, a trama de Gilberto Braga chega ao fim no próximo dia 25 (sábado), apresentando o melhor índice entre as novelas já exibidas no horário da meia-noite. Desde a estreia do canal, em 2010, sucessos como Vale Tudo, Roque Santeiro, Que Rei Sou Eu, Rainha da Sucata e Água Viva já ocuparam o espaço. A próxima atração será O Dono do Mundo, que estreia no dia 27 de outubro.

Contato: andresantv@yahoo.com.br . 



Escrito por André San às 13h01
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SBT agora quer Fabio Porchat para "Programa Livre"

Há tempos o SBT “namora” Fabio Porchat. Sem contrato com a Globo desde o início do ano, o jovem comediante segue em alta na publicidade, no canal Porta dos Fundos, no cinema e no Multishow, onde voltará a apresentar o Tudo Pela Audiência com Tatá Werneck em breve. Por isso, é alvo de interesse de uma série de canais abertos, como a Band, que sonha com o moço à frente do CQC. Mas, vira e mexe, é o SBT que aparece como interessado no passe do rapaz, que já foi cotado para uma sitcom com Tom Cavalcante e agora é candidato ao Programa Livre.

Segundo o colunista Lauro Jardim, da Veja, a diretora-geral do SBT, Daniela Beyruti, tem o projeto de resgatar o Programa Livre, lendária atração juvenil da emissora que projetou Serginho Groismann nacionalmente. A atração passou por diversos horários na grade do canal ao longo da década de 1990, e nunca foi um campeão de audiência, mas trouxe prestígio à emissora de Silvio Santos. Com um formato que reunia música ao vivo e entrevistas, dando amplo espaço à plateia formada por adolescentes registrar suas opiniões, Programa Livre foi palco de grandes momentos da TV brasileira. Com a saída de Serginho, o programa tentou sobrevida, primeiro num rodízio de apresentadores (Ney Gonçalves Dias, Marcia Goldschimidt, Christina Rocha, Lu Barsotti e Otávio Mesquita), e, depois, passou as mãos de Babi Xavier. Programa Livre saiu do ar em 2001.

Desde sempre, a atração é forte candidata a retornar à grade. Ainda segundo o colunista da Veja, a ideia de Daniela Beyruti é resgatar a estratégia que buscou qualificar a programação do SBT entre o final dos anos 1980 e início dos anos 1990, quando a emissora contratou nomes como Groismann, Jô Soares e Boris Casoy. Atualmente, o SBT voltou ao jornalismo opinativo com o SBT Brasil e tem Danilo Gentili fazendo as vezes de Jô Onze e Meia com seu The Noite. Faltava agora um nome forte para liderar esta provável nova fase do Programa Livre. E Porchat seria esse nome.

Informações dão conta de que a nova versão do programa seria exibida nas noites de sábado, batendo de frente com o “primo” Altas Horas, da Globo, e Legendários, da Record. Como se vê, o SBT está mesmo disposto a fortalecer suas noites de sábado, pois não faltam projetos para a faixa. No entanto, vale lembrar que, desde que A Praça É Nossa deixou esse dia da semana, a noite de sábado tornou-se inexpressiva na emissora. Já passaram programas como Viva a Noite, Casos de Família, Famoso Quem? e Festival Sertanejo (cuja segunda temporada está no ar), entre tantos outros, e nada foi adiante. A última grande aposta, Arena SBT, também naufragou. Será que o Programa Livre seria uma opção?

Fabio Porchat é uma escolha interessante para o Programa Livre. O jovem tem uma boa presença de palco, se comunica bem com os jovens, e ainda daria um toque de humor que faria bem ao projeto. No entanto, ao que tudo indica, as chances de a contratação se concretizar são mínimas, já que Porchat tem uma série de outros projetos engatilhados. Então, fico na torcida para que o SBT tenha algum plano B, C ou D, pois a volta do Programa Livre, sem dúvidas, seria muito bem vinda. Não sei se seria uma boa jogá-lo de frente ao Altas Horas, pois o público teria dois programas parecidos no mesmo horário em emissoras diferentes. Mas vale a busca por um comunicador capaz que agregar ainda mais credibilidade à marca do Programa Livre. Não pode ser qualquer um.



Escrito por André San às 20h46
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TV Paga: "Gaby Estrella" chega à segunda temporada

Sucesso em 2013 no canal Gloob, Gaby Estrella chega à sua segunda temporada em 20 de outubro. Exibida de segunda a sexta, às 20h, a novelinha infantil terá novos personagens na trama: o bagunceiro Ricardo (Pedro Loques), a estudiosa Filó (Carol Murai), a diretora Neves (Giselle Tigre), o professor de música Pedro (Sergio Dalcin) e a professora de dança Sara Lee (Luciana Bollina). Novos cenários, como a lanchonete Punk Lanches e a sala de atividades, também poderão ser conferidos nesta edição.

Ao contrário da temporada passada, na qual Gaby descobriu sua vocação para música, nesta nova leva de episódios ela perceberá que precisa de muito mais do que talento para ser uma grande artista. Com a ajuda dos amigos e em meio à diversão, aventura e muita confusão, ela não medirá esforços para concretizar o seu grande sonho. Depois de uma grande frustração, ela radicaliza e muda totalmente o seu comportamento. Num primeiro momento, Gaby adota um visual punk e, por pouco tempo, deixa de ser a boa menina de sempre. Porém, seu amor pela música fará com que ela busque sua própria identidade e enfrente o que vier pela frente.

“A edição passada nos surpreendeu, foi um grande sucesso. O nosso objetivo, ao lançarmos a primeira novelinha infantil do canal, era ter um projeto de fi­cção nacional que conseguisse abordar temas da vida real de uma forma divertida e leve para a criançada. Deu certo!”, disse Paula Taborda dos Guaranys, gerente de conteúdo e programação do Gloob. “Mais uma vez, participamos de todas as etapas de produção e conseguimos deixar o produto com a cara do canal. E ainda conquistamos as crianças e os pais”, completa.

Para animar ainda mais a novelinha, os novos personagens da trama levarão situações inusitadas à escola Professor Pedrosa e à cidade Vale Mirim, como banho de espuma, apresentações de músicas e coreogra­as coletivas. A despedida do professor Beto (Cristiano Gualda), que deixa a escola para ser locutor em uma rádio da cidade, também promete render emoções.

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Escrito por André San às 20h45
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Mal das pernas, "Hoje Em Dia" deve ser reformulado

Programa que serviu de referência para que praticamente todas as emissoras apostassem em revistas eletrônicas matinais, o Hoje Em Dia anda mal das pernas. A atração da Record, que já foi líder de audiência, hoje disputa a vice-liderança com o Bom Dia e Cia, do SBT e, não raro, acaba estacionado no terceiro lugar. Uma pena, se nos lembrarmos da importância e do prestígio que o matinal já teve dentro da emissora.

Por isso, segundo diversas fontes, o Hoje Em Dia não deve escapar de uma reformulação no ano que vem. O jornalista Flavio Ricco afirmou que a emissora não descarta nenhuma hipótese, e pode até mesmo mexer no time de apresentadores da atração. Atualmente comandado por Celso Zucatelli, Chris Flores e Edu Guedes, o programa pode perder algum nome e ganhar outros. Assim, já surgem vários questionamentos: quem devia sair? Quem devia ficar? E que novo nome pode agregar algo ao Hoje Em Dia?

Muito se falou sobre uma possível volta de Ana Hickmann ao Hoje Em Dia. A loira fez parte do trio original do programa, ao lado de Edu e Britto Jr, e deixou a atração ao herdar a vaga de Eliana no dominical Tudo É Possível. O semanal foi extinto e Ana, hoje, bate ponto no vespertino diário Programa da Tarde. Espécie de Hoje Em Dia vespertino, o Programa da Tarde nunca emplacou e, vira e mexe, é ameaçado de extinção. A atração só não saiu do ar ainda devido ao quadro Patrulha do Consumidor, apresentado por Celso Russomanno, responsável pelas maiores audiências do programa. Segundo o site Notícias da TV, Russomanno ameaçou sair e, caso isso acontecesse, seria o fim do Programa da Tarde. Assim, se o programa realmente saísse do ar, Ana seria reintegrada ao time do Hoje Em Dia.

É público e notório que o Hoje Em Dia carece de uma repaginada. O programa, quando surgiu, embora não fosse lá tão original, carregava uma aura de novidade. Trazia informação de maneira descontraída, variedades, e seu trio de apresentadores funcionava. Aliás, funciona até hoje, afinal, Celso Zucatelli e Chris Flores, a meu ver, estão anos-luz à frente de Britto Jr e Ana Hickmann. Mas o caso é que os anos foram pesando sobre o matinal. O programa caminha aos seus dez anos de existência, e depois de um período de ampla inventividade, a atração acabou caindo no lugar-comum. É difícil buscar algo novo quando praticamente tudo já foi feito.

Levando-se em consideração que o jornalismo é, hoje, o setor mais forte da Record, a emissora poderia propor uma pegada mais jornalística ao matinal. Não da maneira que é hoje, com Zucatelli chamando matérias, e sim algo próximo do que era feito no extinto Tudo a Ver, de Paulo Henrique Amorim. Um outro exemplo de formato jornalístico/entretenimento interessante e que poderia funcionar na TV aberta: o Estúdio I, da GloboNews. Entrevistas, entrada de repórteres ao vivo, comentaristas nas mais diversas áreas... E, como se trata de TV aberta, cabe até espaço publicitário no recheio. É um caminho.



Escrito por André San às 18h20
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Séries em Série: Em inédito de "The Good Wife", Will e Diane descobrem nova firma de Alicia e Cary

O Canal Universal nesta quinta-feira, a partir das 22h, o quinto e sexto episódios inéditos da quinta temporada de The Good Wife. Em "Hitting the Fan", Diane (Christine Baranski) conta a Will (Josh Charles) que descobriu que Alicia (Julianna Margulies) e Cary (Matt Czuchry) estão montando uma nova firma e levarão os principais clientes da Lockhart & Gardner. Will fica abalado e vai até a sala de Alicia para tirar satisfações. O sócio do escritório se descontrola e quer demiti-la. Mas, para isso, como a advogada é sócia, ele precisa convocar os demais sócios para votação.

Assim, Alicia tem mais ou menos uma hora até saber se será demitida e corre contra o tempo para agilizar os preparativos para a nova firma. Cary chega em meio à confusão e encontra Diane. Eles têm uma conversa nada amigável e ele é demitido. Ao mesmo tempo, o escritório fica agitado e sob grande tensão, pois os sócios tentam descobrir quais outros associados também sairão.

Em "The Next Day", que tem nova participação especial de Mamie Gummer (Terapia de Risco), os advogados se preparam para começar um novo dia. Diane defenderá seu último caso na profissão e está um pouco nervosa. Enquanto isso, Will se sente diferente e Alicia organiza uma estrutura temporária em sua casa para começar a nova firma. Porém, a rivalidade entre a Lockhart & Gardner e a Florrick/Agos começa quando uma cliente do escritório decide passar o caso para a nova firma de Alicia e Cary, tirando o caso de Diane, que fica enraivecida. Assim, Will - em vez de enviar os arquivos da cliente aos novos concorrentes - entrega um recado os desafiando.

Alicia convoca, então, Will, Diane e David Lee (Zach Grenier) para uma reunião no Conselho de Advogados, que foi o responsável pela suspensão do sócio da Lockhart & Gardner. Após trocarem algumas palavras atravessadas, Lionel Deerfield (Edward Herrmann), presidente do conselho, pede que o escritório envie os arquivos à nova firma.

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Escrito por André San às 18h19
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