Manoel Carlos sucederá Gloria Perez na faixa das nove da Globo

Tanto disse-me-disse e, no final, a coisa voltou ao ponto de partida. Manoel Carlos escreverá a novela das nove que sucederá Salve Jorge, de Gloria Perez, em 2013. Assim, segue-se a fila natural dos autores que revezam no horário nobre.

Recentemente, foi notícia o fato de que Maneco estaria trabalhando numa minissérie e não poderia apresentar uma sinopse de novela a tempo. Assim, a direção da Globo estaria estudando alternativas para a vaga. Foi cogitado o retorno de Benedito Ruy Barbosa, longe da faixa desde 2002, ou até mesmo um “encurtamento” das férias de Aguinaldo Silva, que concluiu Fina Estampa recentemente. Outra possibilidade levantada pela imprensa especializada era a promoção de outros autores ao horário nobre, como Walcyr Carrasco e Maria Adelaide Amaral.

No entanto, segundo Fernando Oliveira, do iG, o martelo já foi batido e será mesmo Manoel Carlos o autor da substituta de Salve Jorge. Na noite de ontem, 14, Maneco foi homenageado durante a cerimônia de entrega do Prêmio Contigo!, e aproveitou a ocasião para confirmar o que já vem dizendo há tempos: não quer mais escrever novelas! O novelista afirmou que pretende se dedicar às minisséries e seriados. Assim, a trama que sucederá Salve Jorge será seu último folhetim.

Com a decisão, voltam os planos já ventilados desde o final do ano passado: Manoel Carlos quer fazer um tributo à sua mítica personagem Helena, reunindo características das anteriores (de Baila Comigo, Felicidade, História de Amor, Por Amor, Laços de Família, Mulheres Apaixonadas, Páginas da Vida e Viver a Vida) numa nova Helena, que seria a última. Julia Lemmertz foi a escolhida do autor para viver a última Helena, numa forma de homenagear Lílian Lemmertz, mãe de Julia e que viveu a primeira, de Baila Comigo. Cenas de Lílian devem aparecer em flashback na nova novela.

Neste episódio, a Globo acabou voltando ao ponto de partida. No entanto, serviu para abrir a discussão sobre o futuro de sua principal atração, a novela das nove. Autores como Manoel Carlos, Gilberto Braga e Aguinaldo Silva já demonstraram, mais de uma vez, o desejo de não mais assinar folhetins. Enquanto isso, Benedito segue afastado e a única novidade do horário na última década foi João Emanuel Carneiro. Já está mais do que da hora de a direção da emissora escalar novos roteiristas para a função e garantir mais anos de emoções aos telespectadores.



Escrito por André San às 17h19
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TV Paga: E! muda programação e segmenta estratégia

O E! Entertainment Television - canal por assinatura especializado em celebridades, moda e notícias do mundo do entretenimento – mudou sua estratégia para o Brasil e América Latina. A principal mudança está na grade de programação que, a partir de agora, é baseada na categorização e na veiculação de programas fortes em dias especiais.

“É uma vantagem que a videoteca de programas do canal oferece. A estratégia de programação pretende construir blocos de programas que se ajudem mutuamente, que se impulsionem entre si com um fio temático ou conceitual o mais coerente possível. O Fashion Police, por exemplo, pode ser visto como um programa de moda, humor ou atualidade. Isto dá flexibilidade para colocar cada um deles em diferentes nichos segundo a necessidade”, explica Maria Maligo Viana, gerente de marketing do canal no Brasil.

Com a mudança, a grade do E! terá um formato diferenciado, contemplando os programas com mais força e nome, além de ter suas principais atrações em dias de maior audiência. As segundas-feiras serão reservadas ao “in & out”, os programas mais atuais e recentes da programação do canal; às terças “realities”; às quartas para “histórias reais”; quinta para “lifestyle”, sextas para “humor”.

No Brasil, o canal tem mais de 60% de penetração e está mudando sua estratégia para conquistar mais assinantes. “A ideia com essa mudança foi denominar de forma clara e em termos fáceis de digerir a justificativa ou personalidade que teria cada dia da semana. Esta justificativa deve ter um vínculo com o cotidiano e a vida social das pessoas, por exemplo, uma segunda-feira para se atualizar ou uma quinta-feira para sair. Deve ser uma linguagem para as massas, conservando o frescor, e apresentado com um atrativo especial”, complementa a executiva.

O canal preparou muitas novidades. A primeira é a exibição da segunda temporada de Kourtney & Kim Take New York, com as famosas irmãs Kardashian. Além disso, está transmitindo semanalmente, aos domingos, o “Domingos dos Versus” onde duas celebridades se enfrentam por votação popular e o público decide qual programa assistir.

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Escrito por André San às 17h18
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Emissoras abusam de "curingas" e saturam bons produtos

Na guerra pela audiência, descobrir um “curinga”, aquela atração capaz de elevar os índices do Ibope em qualquer horário ou situação, é um trunfo para a grade de programação de qualquer emissora. Quando o “curinga” existe, basta sacá-lo da manga e utilizá-lo nos horários mais problemáticos, garantindo assim uns pontinhos a mais, que podem fazer toda a diferença na média das redes de TV. Porém, é preciso bom senso. A superexposição dos curingas pode ter efeito contrário e, ao invés de bons resultados, as emissoras fazem desgastá-los, colocando-os fora de combate.

O principal curinga da televisão brasileira deve mesmo ser o Chaves. Durante anos, o SBT usou a série mexicana como tapa-buracos em horários com problemas no Ibope. Se há uma faixa frágil, lá vem o Chaves reverter a queda e garantir bons índices à emissora. Nos últimos tempos, Chaves vinha sendo exibido em duas edições diárias, e uma delas em formato de maratona, com vários episódios exibidos em sequência. A série acabou perdendo fôlego, e o SBT tentou “descansá-la”, mas, como o substituto Roda a Roda não deu conta do recado, Chaves já voltou ao ar. Chaves é daqueles raros programas que nunca enjoam, mas exibir menos episódios por dia seria uma boa saída para que a série se mantenha bem.

Quem também adora uma maratona é a Record. A rede dos bispos tem dois enlatados que fazem as vezes de Chaves em sua programação: Pica-Pau e Todo Mundo Odeia o Chris. Duas boas atrações, e que sempre rendem excelentes resultados à emissora, mas que poderiam ser poupadas tendo menos episódios exibidos em sequência.

Além dos enlatados curingas, as emissoras também têm seus contratados curingas. Na Band, o curinga atende pelo nome de José Luiz Datena. O apresentador sempre foi a maior audiência da emissora, no comando do policialesco Brasil Urgente. E agora, à frente do game Quem Fica em Pé?, o jornalista volta a dar alegrias à emissora. Tanto que seu game, previsto para ir ao ar três vezes por semana, ganhou uma quarta edição, inicialmente aos sábados, mas que agora foi transferido para os domingos, antes do Pânico. A audiência segue em alta, mas... até quando? Games têm formato cíclico e, se usados em demasia, logo enjoam. Quem Fica em Pé? é um bom programa e a Band devia tomar mais cuidado com ele, ou corre o risco de saturá-lo rapidamente.

E não é de hoje que a Band abusa da presença de Datena. Em 2009, o apresentador podia ser visto à frente do Brasil Urgente e também no comando de um jornal matinal. Jornal este que antecedia o Dia Dia que, na época, era apresentado por Patricia Maldonado, Lorena Calábria e Daniel Bork. Pois Datenão era o quarto elemento da atração, batendo ponto nos primeiros blocos do programa na tentativa de segurar a audiência de seu jornal. Não deu certo, mas mesmo assim a Band insiste no erro. Erro que já cometeu outras vezes, como na época de Uma Escolinha Muito Louca, que ganhou várias edições diárias e logo perdeu fôlego. Ou ainda com Gilberto Barros que, com o sucesso do Sabadaço, foi recrutado para o diário Boa Noite Brasil, e as duas atrações se desgastaram.

Quem parece querer trilhar o mesmo caminho é a Record. Já faz tempo que a emissora está bem animada com o sucesso de Rodrigo Faro à frente do O Melhor do Brasil. E tanto fez que o programa de sábado ganhou ainda mais espaço na grade, adentrando a noite. Agora, a rede anuncia que, em breve, Faro ganhará um programa diário e ao vivo. Ainda não se tem maiores detalhes do projeto, mas a nova atração poderia ser exibida à noite, na linha de shows, ou até pela manhã, para bater de frente com o programa de Fátima Bernardes que deve estrear em julho na Globo. Assim, Rodrigo acumulará dois programas na grade e ficará no ar de segunda a sábado. E vale lembrar que ele também está à frente de Ídolos.

Como dito acima, falta bom senso. Um olhar rápido pela história da TV já é a prova de que abusar demais de um mesmo produto só o faz desgastá-lo. Inicialmente, claro, a audiência reage, mas se trata de uma audiência instantânea que logo dissipa. Os programadores das emissoras deviam tentar buscar novas ideias, ao invés de ampliar o espaço daqueles que vêm dando certo. A longo prazo, os resultados podem ser catastróficos.



Escrito por André San às 11h43
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Séries em Série: Séries "Nikita", "Hart of Dixie" e "Gossip Girl" são renovadas

As séries Nikita, Hart of Dixie e Gossip Girl foram renovadas pela rede CW. Enquanto isso, as novatas Ringer e The Secret Circle não irá retornar para uma nova temporada, informou o site Na Telinha.

Renovada para uma curta temporada final de apenas onze episódios, Gossip Girl gira em torno de jovens estudantes de dois colégios de elite dos Estados Unidos, o St. Jude’s, destinado aos rapazes, e o Constance Billard, para as moças.

Indo para seu terceiro ano, Nikita acompanha a vida de uma garota condenada à morte, que aceita trocar a pena por um treinamento para uma agência secreta, sendo transformada em assassina profissional. Após ser trocada por outra matadora pela agência, Nikita (Maggie Q) se revolta e traça um plano de vingança.

Hart of Dixie, que garantiu sua segunda temporada, conta a história de Zoe Hart (Rachel Bilson), uma médica que após ver seus sonhos desmoronarem, acaba herdando parte de uma pequena clínica no interior dos Estados Unidos.

Contato: andresantv@yahoo.com.br . 



Escrito por André San às 11h42
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"Chaves" volta a ser exibido diariamente pelo SBT

Durou pouco o descanso dado ao Chaves pela direção do SBT (leia-se Silvio Santos). Pouco mais de duas semanas após a substituição do seriado mexicano pelo Roda a Roda com Patricia Abravanel, o canal voltou a apostar no bom e velho menino do barril. Algo previsível, diga-se.

Em suas poucas edições diárias, o Roda a Roda derrubou os índices de audiência do SBT na faixa das 18 horas. E não foi para menos. A mecânica do jogo, nesta nova versão, deixou o programa profundamente desinteressante. Além disso, Patricia Abravanel mostrou que ainda não está pronta para um voo solo deste tipo. Dividindo o comando de um game como Cante se Puder, a filha de Silvio Santos não compromete. Mas, diante do Roda a Roda, e ainda por cima tendo Liminha como partner, suas limitações ficaram bem evidentes.

Além do Roda a Roda, outra atração do SBT que se despediu do início da noite foi o jornal local SBT São Paulo. O noticioso, comandado por Joyce Ribeiro e Karyn Bravo, ficou pouco mais de dois meses no ar. Neste tempo, teve audiência oscilante, mas, no geral, mantinha a emissora em baixa. Trata-se da segunda tentativa do SBT de emplacar um “SBT São Paulo”. A versão 2006, apresentada por Carlos Nascimento, também teve vida curta.

Sem Roda a Roda e SBT São Paulo, dá-lhe Chaves. Desde ontem, 9, a série está sendo exibida das 18h30 às 19h45. E o recruta preferido de Silvio Santos logo disse a que veio: segundo o site Na Telinha, Chaves dobrou a audiência do último Roda a Roda, exibido na terça, 8. A média do seriado foi de 5,5 pontos contra 2,8 do game-show de Patricia Abravanel e Liminha. Chaves também impulsionou o SBT Brasil, que cresceu de terça para quarta-feira. O jornal marcou 3,7 pontos na terça, quando herdava audiência do SBT São Paulo. Já ontem, herdando público do Chaves, a média saltou para 6 pontos.

Neste pouco tempo em que ficou fora do ar na grade diária do SBT, Chaves mobilizou seus fãs. Em movimentos nas redes sociais, os “chavesmaníacos” compararam o SBT sem Chaves ao Canal do Boi sem leilões de gado. Fizeram tanto barulho que conseguiram seu programa preferido de volta (para nooossa alegria!)! Aproveitando a deixa, os fãs da criação de Roberto Gomez Bolaños seguem pedindo também o retorno de Chapolin. E este blog faz coro ao fã-clube: volta Chapolin!



Escrito por André San às 17h44
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Tele-Sessão: "Eu Sou o Número Quatro" no Telecine

O filme Eu Sou o Número Quatro, de D.J. Caruso, estreia com exclusividade no Telecine no dia 12 de maio, às 22h. Baseado no best seller homônimo escrito por Pittacus Lore, o filme de ação conta a história de nove adolescentes especiais que fugiram do planeta Lorien, onde eram identificados por números, para se esconder na Terra.

Os caçadores de recompensa Mogadorians perseguem esses jovens, que só podem ser exterminados em ordem para que seus poderes não sejam usados no futuro. Após matarem os três primeiros, eles estão em busca do herói John Smith (Alex Pettyfer), o número quatro, que vive disfarçado entre os humanos sob proteção de Henri (Timothy Olyphant).

Eu Sou o Número Quatro estreia neste sábado, 12, às 22h, no Telecine Premium e Telecine Premium HD. No domingo, 13, vai ao ar no Telecine Pipoca e Telecine Pipoca HD, às 20h.

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Escrito por André San às 17h43
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"Carrossel" estreia dia 21 com diferenças em relação ao original

Livia Andrade fez teste para interpretar a professora Helena e sua escalação contava com a simpatia da autora da adaptação de Carrossel, Iris Abravanel. Porém, a escolhida foi Rosane Mullholland. Os testes para definir o elenco nacional de uma das tramas infantis mais bem-sucedidas da história do SBT viraram uma novela à parte e, até que Rosane fosse anunciada a Helena brasileira, todos nós acompanhamos todas as especulações envolvendo os tais testes.

Livia não ficou com o papel de Helena, mas foi confirmada no elenco de Carrossel. A ela caberá dar vida à Suzana, anunciada como “rival” da doce professorinha da Escola Mundial. Aos que acompanharam a primeira versão de Carrossel, a notícia soou estranha, pois a professora Suzana da versão mexicana não era rival de Helena. Na verdade, Suzana substituiu Helena quando esta sofreu um acidente e precisou se afastar da escola. E os alunos de Helena, claro, rejeitaram a nova professora, dando início a um conflito. Suzana sofreu com isso, mas contou com o apoio de Helena e, aos poucos, foi conquistando os estudantes.

Mas a Suzana de Livia será bem diferente. Segundo a própria atriz, durante a entrevista coletiva de lançamento da novela que aconteceu ontem, 7, Suzana baterá de frente com Helena. “Suzana tentará atrapalhar Helena o tempo todo na trama. Até em seu romance”, disse. Ou seja, na nova versão de Carrossel, que estreia no dia 21 de maio, às 20h30, Suzana será a antagonista.

E esta não será a única diferença entre a versão mexicana e a brasileira. “A nossa versão é muito mais dinâmica, as situações sempre terão um começo, meio e fim. Nossas crianças terão celular, haverá trânsito, joguinhos eletrônicos e tudo mais. É claro que também iremos abordar os principais temas da novela original, como o preconceito racial, a falta de dinheiro, a madrasta malvada, o primeiro amor, mas tudo será levado de uma forma bem mais sutil, bem mais leve”, explicou a autora Iris Abravanel durante a coletiva.

Aos poucos, o SBT parece ensaiar uma nova reação em seu campo de teledramaturgia. A desacreditada Corações Feridos, na reta final, viu seus índices crescerem. Nada espetacular, mas um sinal de que o público está redescobrindo as novelas da emissora na faixa das 20h30. Com Carrossel, a ideia é atrair a audiência juvenil, que não tem opções de programas neste horário. A estratégia deu certo com a versão original de Carrossel e com Chiquititas. Pode dar certo novamente.



Escrito por André San às 17h08
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TELE-VISÃO Recomenda: "Loucuras dos Seriados de TV"

Aos amantes de seriados, como este blogueiro que vos escreve, uma boa dica de leitura é Loucuras dos Seriados de TV, de Manoel de Souza. Trata-se de um livro simples, de leitura rápida, mas muito interessante, já que une uma série de curiosidades sobre seriados de TV e seus bastidores.

São 287 histórias, divididas em temas, que vão desde a vida pessoal dos atores às produções. As histórias contadas vão do trivial ao absurdo. Numa delas, o autor revela os truques usados em Jeannie É um Gênio para disfarçar o barrigão da protagonista Barbara Eden, que estava grávida. Em outra história, o autor fala sobre a Liga da Decência, grupo responsável pela censura na TV nos anos 60, que implicou com o short usado por Robin, na clássica série Batman, que deixava muito evidente seus “atributos sexuais”.

Lançado em 2004, o livro Loucuras dos Seriados de TV é uma publicação da Panda Books e pode ser encontrado em livrarias. É do tipo “curiosidades sem as quais poderíamos viver tranquilamente”, mas leitura obrigatória para fanáticos por séries, ou fanáticos por curiosidades.

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Escrito por André San às 17h06
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"Pânico", "Casseta", "Louco por Elas" e a TV brasileira mais engraçada

Um dos principais pilares de sustentação das grades de programação desde o tempo da TV à lenha, o humor tem conquistado um interessante e importante espaço na atual televisão. A transferência do Pânico para a Band e seus desdobramentos, somada à volta do Casseta & Planeta e novos projetos em desenvolvimento, estão fazendo de 2012 um ano bem humorado na telinha.

Pânico, ex-na TV, e atual na Band, voltou com força total. A trupe de Emílio Surita, desde que passou a bater cartão na emissora do Morumbi, tem conquistado bons resultados na nova emissora e já reconfigurou a tabela de audiência das noites de domingo. Na batalha, a RedeTV perdeu preciosos pontos, e a Band deu um grande salto, visto que suas noites dominicais eram inexpressivas e, agora, disputa ponto a ponto com Globo, SBT e Record. O Pânico tem seu público cativo, que o acompanha onde quer que esteja. E agora, numa emissora que, claramente, oferece mais estrutura, o humorístico promete novas emoções nesta batalha.

O Pânico ainda não está na sua melhor forma. Em seu início, lá em 2003, a atração tinha uma proposta mais bem definida e era realmente uma grande novidade. Entretanto, é louvável a capacidade de sua equipe de sempre buscarem coisas novas. Em seus últimos momentos de Pânico na TV, o programa vinha se arrastando com molecagens em demasia. Agora Pânico na Band, a atração deixou de lado algumas bobagens insistentes e injetou novos e divertidos quadros. Gui Santana foi uma boa aquisição. O humorista é um excelente imitador e seu “Otário Mesquita” beira à perfeição. E falando em boa imitação, o Jornal do Bóris de Carioca é, de longe, uma das coisas mais engraçadas da televisão atual.

Enquanto isso, na Globo, a trupe do Casseta & Planeta, depois de um ano fora do ar, voltou tentando fazer algo novo. Mas, até aqui, não conseguiu. O novo Casseta & Planeta Vai Fundo tem uma excelente proposta, ao apostar em edições temáticas e fazer graça sobre assuntos variados. Além disso, a equipe foi feliz ao abandonar os personagens chatos do extinto Urgente (afinal, eles não são atores!) e dar mais espaço às externas, como em seus primeiros anos. No entanto, o resultado alcançado é morno. O roteiro é superficial e previsível. Miá Mello e Maria Melilo estão longe de ser uma Maria Paula.

Casseta & Planeta perdeu uma grande chance de resgatar seu espírito crítico e ácido dos primeiros anos. Quem assiste às reprises dos programas exibidos nos anos 1990, em cartaz no Viva, consegue percebê-los em sua melhor forma. Qual a dificuldade de se fazer algo próximo daquilo? A impressão que fica é que os humoristas se acomodaram e não têm mais a vontade de sair da zona de conforto. Uma pena. Poderiam render bem mais.

Por enquanto, o bom humor na Globo tem aparecido mais em suas séries de humor. A nova sitcom Louco por Elas foi uma grata surpresa da emissora neste ano. A estrutura é absolutamente simples, como uma boa comédia de situação deve ser. A atração reúne bons atores, todos com excelente timing para comédia: Eduardo Moscovis e Deborah Secco fazem uma vitoriosa dobradinha, e a presença de Gloria Menezes como uma velhinha avoada é a cereja do bolo. As situações, muitas vezes, beiram ao clichê (o mote, de um homem na “idade do lobo” rodeado de mulheres, pende para isso), mas são trabalhados de maneira esperta. O texto, que dispara piadas rápidas a todo o momento, é o grande trunfo da série. Trata-se de uma sucessão de acertos de João Falcão e equipe. Desde já, merece uma segunda temporada.

Novos programas de humor, ou com humor, darão as caras em breve. A RedeTV lança, em maio, o Saturday Night Live, com Rafinha Bastos e cia, a grande aposta da emissora para a lacuna deixada pelo Pânico. E até o SBT deve entrar na onda, lançando seu Circo Eletrônico (ex-A Tribo), programa que reunirá jovens comediantes do atual cenário de humor. Soma-se a isso os já bem sucedidos Agora É Tarde, CQC, Furo MTV e Comédia MTV, e podemos concluir que a televisão brasileira está, neste momento, particularmente mais engraçada.



Escrito por André San às 11h56
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Séries em Série: House revela algo sobre passado de Wilson em episódio inédito

O Universal Channel exibe na próxima quinta-feira, 10, às 22h, o 16º episódio inédito da oitava temporada de House, que traz participação especial de Greg Finley (A Vida Secreta de Uma Adolescente Americana) e Will Shadley (Missão Quase Impossível).

Em "Gut Check", a equipe de House (Hugh Laurie) trata de um jovem jogador de hóquei, Bobby Hatcher (Greg Finley), que começou a tossir sangue após iniciar uma briga durante uma partida.

Após alguns exames, Park (Charlyne Yi) imagina que seja leucemia, porém, Taub (Peter Jacobson) aposta em uma doença mais grave. O surgimento de outro sintoma faz com que a equipe investigue a casa do atleta e seu vestiário.

Enquanto isso, House revela a Wilson (Robert Sean Leonard) algo sobre o passado do amigo que o surpreende e pode mudar a vida do oncologista. Já Dra. Park (Charlyne Yi) tem uma briga com sua mãe, pois já não suporta mais cuidar de sua avó, e sai de casa. Ela desabafa com Chase (Jesse Spencer) que oferece ajuda à colega.

Contato: andresantv@yahoo.com.br .



Escrito por André San às 11h54
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"Fora de Controle" é a nova aposta da Record

Tudo bem que o que vale hoje na Record pode não valer amanhã. Mas, neste momento, nota-se que a emissora voltou a valorizar sua teledramaturgia. Colheu bons frutos com Rei Davi, de longe sua melhor minissérie (e que se encerra na noite de hoje, 3), e exibe hoje duas novelas bem acabadas, Rebelde e Máscaras. Na próxima semana, um novo (e, ao que tudo indica, bom) investimento no filão acontece, com a estreia da série Fora de Controle.

Assinada por Marcílio Moraes, Fora de Controle será uma série policial “clássica”, como define o próprio autor. A trama é protagonizada pelo delegado Medeiros (Milhem Cortaz), conhecido por sua eficiência no combate ao crime, mas famoso por seus métodos nada ortodoxos de investigação. Medeiros tem dois parceiros: a investigadora Clarice (Rafaela Mandelli) e o inspetor Barão (Claudio Gabriel). A cada episódio, o trio terá um crime misterioso a ser desvendado, e a audiência acompanha cada passo da investigação.

Ao que tudo indica, Fora de Controle será uma série mais voltada ao passo-a-passo da investigação, com menos espaço para cenas de grande violência, como era A Lei e o Crime. Na série exibida em 2009, e também criada por Marcílio Moraes, não faltaram lutas, tiros, perseguições e explosões. A emissora acerta ao apostar num novo enfoque ao gênero policial. Trata-se de um gênero apreciado pelo canal, então é importante que esse leque se abra.

Outro ponto a favor de Fora de Controle é a série ser uma produção independente, realizada em parceria com a Gullane e Griffa Filmes. Atrações realizadas por produtoras independentes são uma boa maneira de se buscar variedade de programação, pois trazem novos olhares que, aos poucos, vão sendo agregados à produção nacional. A teledramaturgia brasileira ainda tem seus vícios de novela, e produções terceirizadas ajudam a “quebrar” este estigma. Além disso, dá espaço a sangue novo. Aos poucos, a TV brasileira tem se aberto cada vez mais às produções independentes. Bom sinal.

A primeira temporada de Fora de Controle terá quatro episódios e estreia nesta terça-feira, 8, depois de Máscaras, por volta das 23h15. A direção da Record está tão empolgada com o novo produto, que já confirmou uma segunda temporada da atração. 



Escrito por André San às 17h49
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Tele-Sessão: "X-Men: Primeira Classe" estreia no Telecine

Num momento em que filmes de super-heróis eram bombardeados por críticas e chiadeiras dos fãs, a adaptação cinematográfica de X-Men surgiu para quebrar este paradigma. Quando seu primeiro filme foi lançado, no já longínquo ano de 2000, deu-se início a uma nova leva de bem-sucedidos longas baseados em HQs, como Batman e Homem- Aranha. O próprio X-Men tornou-se uma trilogia vitoriosa, e ainda teve mais dois outros interessantes longas: X-Men Origins: Wolverine e X-Men: Primeira Classe, com situações anteriores à ação da trilogia.

X-Men: Primeira Classe, dirigido por Matthew Vaughn, estreia no Telecine no dia 5 de maio. O longa de ação, que mostra as origens da equipe de super-heróis da Marvel, traz respostas para questionamentos que intrigaram os fãs da história por muito tempo. Por exemplo: de que forma os X-Men se reuniram, o que levou o professor Charles Xavier (James McAvoy) a usar cadeira de rodas e como ele e Magneto (Michael Fassbender) se conheceram.

No filme, o governo americano pede para Xavier treinar um grupo de mutantes, incluindo o poderoso e misterioso Magneto. O time, batizado de X-Men, tem a missão de impedir que um grupo do mal inicie uma guerra nuclear no mundo. O roteiro conta com Ashley Miller e Zack Stentz, que também assinam o de Thor.

X-Men: Primeira Classe estreia na rede Telecine neste sábado, 5, às 22h, no Telecine Premium e Telecine Premium HD. No domingo, 6, vai ao ar às 20h no Telecine Pipoca e Telecine Pipoca HD.

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Escrito por André San às 17h48
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Nova "Guerra dos Sexos" brincará com antiga versão

Depois do sucesso de Ti Ti Ti, a Globo apostará em novo remake de um sucesso passado na faixa das sete. Caberá à Silvio de Abreu reescrever uma de suas melhores tramas, Guerra dos Sexos. O folhetim explodiu no início dos anos 1980 ao apostar na comédia rasgada encabeçada por duas das principais figuras do teatro brasileiro: Fernanda Montenegro e Paulo Autran.

Na nova versão, que deve estrear em outubro sucedendo Cheias de Charme, Tony Ramos e Irene Ravache interpretarão Otávio e Charlô, os personagens principais. A disputa dos dois por uma herança de família é o mote da saga. E para recontar esta história, Silvio fará uma brincadeira com a antiga versão, ao colocar os novos Otávio e Charlô como parentes dos antigos. Quem fará a ponte entre as duas versões será Olívia, a empregada vivida por Marilu Bueno. A atriz já foi escalada para reviver a personagem. Com isso, a nova novela abrirá espaço para possíveis flashbacks protagonizados pela dupla anterior.

Em entrevista ao blog de Daniel Castro, o autor Silvio de Abreu comentou que o parentesco entre os novos e antigos Charlô e Otávio será mais uma entre as brincadeiras que Guerra dos Sexos irá trazer. No entanto, a nova Guerra não será uma continuação, e sim um remake atualizado e com algumas referências. “Ou seja, é o mesmo plot com algumas brincadeiras extras”, explicou. No remake de 2012, Charlô e Otávio originais morreram e deixaram uma fortuna para a Charlô de Irene e o Otávio de Ramos, dois primos que se detestam, mas que, pela herança, são obrigados a conviverem. Na versão antiga, quadros dos parentes de Charlô e Otávio decoravam a casa deles e “interagiam” com a trama. Será que Autran e Fernanda estamparão os quadros?

Assim como na Guerra dos Sexos anos 1980, a Guerra anos 2010 terá um elenco repleto de estrelas. Reynaldo Gianecchini, Edson Celulari, Gloria Pires, Eriberto Leão, Mariana Ximenes, Daniel Boaventura, Mayana Moura, Guilhermina Guinle, Bianca Bin, entre outros, estão confirmados. A personagem Vânia Trabucco, vivida por Maria Zilda Bethlem na versão original, estava destinada à Claudia Raia, que acabou declinando do convite. Depois de passar às mãos de Alinne Moraes e Grazi Massafera, agora Vânia será Luana Piovani, informou Fernando Oliveira, do iG. Paulo Rocha, o Guaracy de Fina Estampa, é outra novidade no cast. O ator substitui Marcio Garcia, que foi realocado para uma nova série, e deverá perder o sotaque português.

Guerra dos Sexos é só mais uma entre as várias boas novidades que a direção da Globo tem preparado para a faixa das sete. A trama atual, Cheias de Charme, mal começou e já tem apresentado resultados bem interessantes. Até aqui, uma ótima novela! E, na sequência de Guerra dos Sexos, deve vir Sangue Bom, primeira novela original de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari. A dupla, responsável pelo sucesso do remake de Ti Ti Ti, promete mais uma trama divertida e inteligente. O público agradece.

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Escrito por André San às 11h33
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"Máscaras": Record paga pela ousadia

Com Máscaras, sua nova novela, a Record fez uma aposta ousada. A trama de Lauro César Muniz leva a intenção de desafiar o espectador às últimas consequências. O autor praticamente “rasgou” a cartilha do folhetim e apresentou sua ação de maneira totalmente fora do convencional. Tanto que, três semanas depois da estreia, Máscaras até agora ainda não se apresentou por inteiro. Fazendo jus ao título da obra, os personagens da novela ainda aparecem todos mascarados.

O primeiro capítulo da saga não explicou nada ao espectador. Pelo contrário. Centrou toda a sua ação em Maria, personagem brilhantemente vivida por Miriam Freeland, que vive intensas oscilações de humor, pois sofre de depressão pós-parto. Os conflitos de Maria tomaram conta do capítulo, e apenas os personagens que a rodeiam, entre eles o herói Otávio (Fernando Pavão), deram as caras. Nos capítulos seguintes, outros núcleos foram surgindo, pouco a pouco, com tramas sem grandes ligações umas com as outras.

Neste momento, Maria, a personagem onipresente no primeiro capítulo, está sumida. Foi sequestrada, em circunstâncias ainda obscuras, e seu sumiço deu margem a novas facetas dos personagens que a cercam. Martim (Heitor Martinez), seu irmão, acusa dr. Décio (Petrônio Gontijo), de estar envolvido. Dr. Décio, por sua vez, devolve a acusação. Nameless (Paloma Duarte) é tão misteriosa que nem nome tem, e está atrás de Martim. Ela trabalha para Big Blond (Jonas Bloch), um poderoso chefão internacional cujos objetivos também ainda não estão lá muito claros.

Na última semana, praticamente todos os personagens da história agora estão juntos, num cruzeiro marítimo. É agora que as tramas começam a se cruzar. Mesmo assim, ainda há mais perguntas que respostas. Afinal, qual é a do Martim? Qual é a do dr. Décio? Qual é a da Tônia (Daniela Galli), que só faz sabotar a irmã e tem interesse especial em Otávio? E Otávio, quando vai cortar aquele cabelo ridículo de Sansão?...

Lauro César Muniz nunca escondeu seu gosto por personagens e histórias ambíguas. Em Poder Paralelo, sua trama anterior, o mocinho Tony (Gabriel Braga Nunes) esteve sempre na divisa entre o bem e o mau, praticamente um anti-herói. Otávio, de Máscaras, não chega a tanto, porém tudo o que o cerca dá margem a múltiplas interpretações. Não há trama que se mostrem por inteiro. Ou seja, Lauro leva seu estilo anti-maniqueísta ao limite, propondo um jogo de aparências à audiência.

Ao espectador, só cabe duas opções: embarcar no clima de mistério e comprar a saga, esperando que as respostas sejam logo elucidadas (e criando teorias sobre os personagens e suas reais intenções), ou desistir e ir dormir mais cedo. Boa parte da plateia parece ter optado pela segunda opção, e Máscaras derrubou a audiência herdada de Vidas em Jogo. O sinal amarelo já acendeu na emissora e providências estão sendo tomadas para estancar a fuga de espectadores.

Lauro está pagando pela ousadia. Oferecer uma trama que oferece mais perguntas que respostas é sempre um risco, ainda mais no terreno conservador do folhetim nacional. Uma pena, se levarmos em consideração que o autor não investe na ousadia pela ousadia. Há uma história sendo contada, e uma boa história. Mas, para comprá-la, é preciso embarcar no clima de mistério. Na última semana, já começou a ação que deve ser o mote da novela: Otávio se fez passar por Martim numa ligação de Nameless. A partir daí, começará uma troca de identidade que envolverá Otávio numa rede cheia de intrigas.

No mais, Máscaras tem bons atrativos. A espinha dorsal misteriosa é das mais interessantes. Entre as tramas paralelas se destaca a de Elvira (Jussara Freire), condenada por ter matado o seu marido e, segundo ela, injustamente. Elvira encontra Eduardo Sotero (Cecil Thiré), o juiz que a condenou, no cruzeiro, e passa a persegui-lo. Ela diz que é inocente, e ele parece sofrer com este assunto voltando à tona. O que será que está por trás deste fato? Outro trunfo é Paloma Duarte. A atriz irradia simpatia em cena e toma conta da telinha cada vez que está em ação. Linda, talentosa e carismática, está totalmente à vontade vivendo Nameless.

Como tem se mostrado aos poucos, é possível que Máscaras decole também aos poucos. Poder Paralelo demorou a engrenar, mas foi ganhando terreno e saiu por cima. Máscaras está só começando. Conforme as máscaras forem caindo, a tendência é que a novela cresça e apareça. 



Escrito por André San às 12h32
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Séries em Série: Nova "Dallas" vem aí

Com exclusividade para a América Latina, o Warner Channel convida sua audiência a conhecer tudo que acontece nos bastidores do mítico rancho Southfork – já que, a partir da segunda-feira, dia 18 junho, às 22h, passa a exibir a nova série Dallas, uma grande produção televisiva que se tornou hit em todo o mundo, incluindo o Brasil.

Escândalos, intriga, poder, dinheiro, ambição e traições continuam sendo os ingredientes principais da série, que conta a história de um clã de milionários do ramo do petróleo. Criação da produtora executiva Cynthia Cidre, com foco nos irmãos rivais J.R. e Bobby, Dallas retrata em sua nova versão o conflito entre seus herdeiros nos dias atuais, disputando o futuro da dinastia em um cenário de economia global muito diferente daquele no qual viviam seus pais.

Os primos John Ross Ewing (Josh Henderson, o Austin da série Desperate Housewives), filho de J.R., e Christopher Ewing (Jesse Metcalfe, do filme Todas Contra John), filho adotivo de Bobby, concorrem não apenas no mundo dos negócios, mas também lutam pelo coração de Elena Ramos (Jordana Brewster, da franquia de filmes Velozes e Furiosos). No elenco, estão ainda alguns atores originais da primeira série, como Larry Hagman (na pele de J.R., um dos vilões mais emblemáticos da TV), Patrick Duffy (Bobby), Linda Gray (Sue Ellen, esposa de J.R.) e Charlene Tilton (Lucy, prima de J.R. e Bobby).

O começo da saga da disfuncional família Ewing, originalmente exibida entre os anos de 1978 e 1991, chegou a ganhar quatro prêmios Emmy, um Globo de Ouro e outros quatro People’s Choice Awards. A nova série Dallas estreia na segunda-feira, dia 18 de junho, às 22h, e será apresentada todos os domingos, às 22h.

Contato: andresantv@yahoo.com.br .



Escrito por André San às 12h30
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